A Entidade...
- CDL Araguari
- A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Site de compra coletiva é um novo modelo de negócio, dizem especialistas
O comércio varejista brasileiro está passando por um novo modelo de negócio. Os sites de descontos ou de compras coletivas podem ser uma oportunidade para os empresários venderem seus produtos ou serviços.
O diretor-executivo da Câmara-e.net (Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico), Gerson Rolim, afirma que esta ferramenta tem incentivado pequenos e médios empreendedores a comercializarem pela internet.
“Este modelo é uma integração do varejo offline com o on-line. Com esta ferramenta, empresários que nunca venderam pela internet estão tendo acesso a este canal, assim como tem trazido novos e-consumidores. Isto não pode ser considerado modismo”, explica.
A mesma opinião é compartilhada pelo sócio do site Pecados da Capital, Michel Cunha, que acrescenta que a tendência é que estes sites se aperfeiçoem cada vez mais.
Vantagens
Como vantagem em oferecer os produtos ou serviços com descontos que variam entre 50% e 90%, Cunha indica o baixo custo comparado com os investimentos em publicidade em veículos de comunicação.
"O anúncio é feito de maneira gratuita. Os empresários repassam ao site uma porcentagem das vendas. Esta porcentagem pode chegar a até 50%”, diz.
Outro beneficio indicado por ele é a possibilidade de apresentar seu negócio a novos consumidores e fidelizá-los. Rolim acrescenta ainda que o empreendedor pode ampliar seu atendimento e oferecer outros produtos que não estão nos cupons de descontos.
Fonte: InfoMoney
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Projetos de lei podem afetar o mercado de trabalho
Conheça algumas propostas que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado e os efeitos que podem causar
Quando aprovam um projeto de lei, os deputados federais e os senadores têm o poder de mudar muitas coisas no mundo do trabalho. Um exemplo recente é o da lei que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada em agosto. “Essa lei criou uma série de dispositivos que, uma vez implementados, vão gerar demanda por mão de obra especializada”, observa a advogada Fernanda Garofalo Meinster, especialista em direito trabalhista do escritório Cerqueira Leite Advogados Associados, de São Paulo.
Ela cita dois exemplos. Um deles é a figura das responsabilidades compartilhadas criada pela nova lei. Ou seja, a responsabilidade pela destinação final do lixo gerado por um determinado produto terá de ser compartilhada por todos os representantes da cadeia produtiva. No caso de um celular, por exemplo, isso inclui desde os fabricantes das peças e da bateria que o compõem até a loja onde o consumidor comprou o aparelho. Portanto, todas essas empresas precisarão se estruturar para fazer frente às novas responsabilidades, o que inclui abrir postos de trabalho.
O segundo exemplo é o chamado acordo setorial, que precisará ser firmado entre essas empresas, estabelecendo o que caberá a cada uma delas fazer com relação ao resíduo gerado pelo produto. “Como esse acordo tem natureza contratual, é um campo que se abre para a atuação de advogados”, aponta Fernanda.
Outros projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional, quando aprovados e virarem lei, também podem impactar o mercado de trabalho. A seguir, Fernanda e a advogada Crislaine Vanilza Simões Motta, especialista em direito do Trabalho do escritório Innocenti Advogados Associados, também de São Paulo, apontam uma seleção de projetos que apresentam potencial para influenciar algumas áreas.
Fonte: iG São Paulo
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Varejo prevê melhor Dia das Crianças em 6 anos
Data é termomêtro para o Natal. Segundo a Serasa, computadores e impressoras devem responder por 4% das vendas
O otimismo do varejo em relação às vendas para o próximo Dia das Crianças, comemorado em 12 de outubro, é o maior dos últimos seis anos, segundo pesquisa divulgada hoje pela Serasa Experian. O levantamento apurou que 57% dos entrevistados acreditam no aumento do faturamento em comparação a 2009 - quando 49% dos empresários previam crescimento sobre 2008. Os varejistas estimam que 65% das vendas serão de brinquedos, seguido por jogos eletrônicos (10%), celulares (7%), aparelhos eletrônicos (5%), computadores e impressoras (4%), roupas, sapatos e acessórios (3%), chocolates e doces (2%) e DVDs, CDs e livros (1%).
De acordo com a pesquisa, o otimismo é maior entre as grandes varejistas, com 76% dos empresários confiantes em vendas maiores, enquanto entre as médias e as pequenas os porcentuais são, respectivamente, de 66% e 54%. Na análise regional, os comerciantes da região Nordeste lideram, com 72% prevendo alta nas vendas em relação ao ano passado, seguido pelo Norte (61%), Centro-Oeste (56%), Sudeste (55%) e Sul (50%).
Como o Dia das Crianças é o termômetro para o Natal, pode-se prever que teremos um bom final de ano para o varejo, avalia a Serasa. A pesquisa constatou ainda uma maior intenção no parcelamento do pagamento dos presentes, que passou de 48% (em 2009) para 51%, este ano. Uma das razões é o crescimento de presentes relacionados ao setor de informática, altamente dependente de crédito, que em 2009 representava apenas 1% das estimativas de vendas.
A pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial para o Dia da Criança 2010 foi realizada entre 8 e 15 de setembro, com 1.007 executivos do setor do comércio de todo o País.
Fonte: Agência Estado
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Reforma tributária se divide em interesses distintos da sociedade
Reforma tributária para diminuir a incidência de impostos e estimular a atividade econômica ou para efetuar mudanças em prol da justiça social?
Certamente o próximo governo incluirá em sua agenda de ações o tema reforma tributária. É visível, no entanto, que motivos distintos ditam os setores da sociedade com relação a essa mudança: os financeiros e os sociais.
De acordo com a Agência Brasil, na avaliação dos empresários, por exemplo, a reforma é necessária para dar vazão aos investimentos, de modo que os preços sejam barateados e o consumo seja alavancado.
Por outro lado, economistas críticos do sistema tributário nacional apontam uma desnivelação do pagamento, ou seja, pobres que pagam proporcionalmente mais impostos que os mais ricos.
O economista do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Serguei Soares, entende que o sistema atual é "pró-rico” e que um processo em que a tributação direta seja mais forte que a tributação indireta é fundamental.
IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física) e IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) são exemplos de tributação direta, enquanto ICMS ( Imposto sobre Circulação de Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) e IPI ( Imposto sobre Produto Industrial) são exemplos de tributos indiretos.
Entraves
Realizar a reforma tributária no País é um trabalho que envolve "amansar" os interesses de arrecadação e de distribuição de recursos entre a União, estados e municípios.
O cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Cláudio Couto, entende que a reforma tributária está “encalacrada”, além de estar condicionada a “um feixe de interesses”.
Couto, conforme informações da Agência Brasil, acredita que seja possível que o próximo governo opte por fazer pequenas reformas como foram feitas nos períodos FHC e Lula.
“Podem ser feitas reformas pontuais, de simplificação, que resultem na redução de custo, como por exemplo, diminuir a burocracia necessária para pagar impostos, com a contratação contadores e advogados”, diz o professor.
Fonte: InfoMoney
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Após quitar dívidas, 25% dos consumidores pretendem comprar automóvel
Depois de terem pagado as dívidas, 25% dos consumidores pretendem comprar um automóvel, apontou pesquisa da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), realizada durante o mês de setembro.
De acordo com o estudo, o índice é o mesmo registrado em setembro do ano passado.
Em seguida, vêm os consumidores que pretendem comprar eletrodomésticos, registrando também o mesmo percentual de setembro de 2009 (15%).
Já a alimentação registrou 11% das respostas, novamente repetindo o índice registrado um ano atrás. Acompanhe na tabela abaixo a pretensão de compra de cada produto:
Produtos Setembro/2010 Setembro/2009
Alimentação 11% 11%
Automóvel 25% 25%
Celular 5% 5%
Eletrodomésticos 15% 5%
Imóveis 8% 8%
Material de construção 6% 6%
Móveis 8% 8%
Roupas e calçados 8% 8%
Outros 14% 14%
Fonte: ACSP
Forma de pagamento
De acordo com a pesquisa, 61% dos consumidores pretendem comprar à vista nos próximos meses. Já aqueles que querem comprar a prazo representam 27%.
Fonte: InfoMoney
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Endividados: 69% dos consumidores possuem dois ou mais carnês em atraso
É crescente o número de consumidores endividados por mais de um carnê em atraso. Em setembro de 2009, 55% das pessoas que recorreram ao Serviço Central de Proteção ao Crédito da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) tinham dois ou mais carnês atrasados. Este número subiu para 69% em setembro deste ano.
A pequisa semestral realizada pela entidade e divulgada nesta quarta-feira (6) mostrou ainda que 31% dos entrevistados têm apenas um carnê vencido, mesmo número registrado em setembro do ano passado.
Cheques
Os cheques pré-datados também têm aumentado a participação nas dívidas dos inadimplentes. Eles representavam, em 2009, 76% dos cheques em atraso, enquanto 24% eram à vista. Já em setembro deste ano, os cheques pré-datados chegaram a 88% do total de cheques em atraso, frente a 12% à vista.
Houve aumento na participação dos cheques como o meio de pagamento usado entre esses consumidores: eles representam hoje 24% dos endividamentos. Em 2009, eram 19%.
Ainda de acordo com a pesquisa realizada pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal da ACSP com 950 pessoas, 14% dos consumidores endividados tinham cartões de lojas em atraso em setembro deste ano, contra 16% no mesmo mês do ano passado.
Fonte: InfoMoney
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