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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Internet no celular é desejo nº 1 das classes C, D e E



Internet via celular é a função mais desejada por usuários de telefones móveis da chamada "base da pirâmide" --classes C, D e E.


É o que aponta um estudo exclusivo para a Folha feito pela consultoria Plano CDE, que considerou famílias com renda média de até R$ 3.181 por mês.

O acesso à web lidera (com 78%) as respostas dos entrevistados à pergunta sobre quais funções gostariam de ter no celular --além da possibilidade de telefonar-- caso tivessem aumento de R$ 500 na renda familiar mensal.

Foram ouvidas 891 pessoas em todo o país, a maioria entre 14 e 24 anos, com respostas múltiplas --cada entrevistado escolheu, em média, cinco itens.

"Usamos esse critério de aumento por considerarmos um valor significativo o suficiente para esse público", diz Andrea Hiranaka, gerente de pesquisa da consultoria.

Hoje, a câmera para fotografar é o item mais utilizado pelos consumidores pesquisados (com 70% das citações), e a internet ocupa um distante oitavo lugar (35%).

Na lista dos desejos, surge ainda televisão via celular (em oitavo lugar, com 60% das menções) --não citada entre as principais funções utilizadas hoje.

Fonte: Folha.com

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Explicação do cansaço no trabalho pode estar na forma como se utiliza o cérebro



O cansaço e a falta de produtividade relatada por diversos profissionais têm mais explicações do que é possível imaginar. Embora o estresse seja muito apontado como principal culpado, a forma como as pessoas utilizam o cérebro também pode ser uma das explicações.


Conforme mostra o livro “Brainconomics - descubra suas habilidades e maximize sua eficiência”, do médico Auro Del Giglio, a fadiga no trabalho pode ser causada pela forma como as pessoas utilizam seus cérebros. Assim, da mesma forma que isso aumenta a fadiga, pode contribuir para evitá-la.

Evitando a fadiga no trabalho

O livro mostra que poupar energia cerebral ajuda a evitar a fadiga no trabalho. Isso pode ser feito se o profissional focar nas habilidades que domina e não se atentar nas suas fraquezas.

O médico explica que é comum as pessoas se preocuparem em aprimorar seus pontos fracos. “O que não está correto”, ressalta. O que acontece é que quando tentamos fazer coisas que não dominamos, estamos gastando uma grande energia cerebral, que poderia ser melhor aproveitada para aprimorar nossos pontos fortes.

Esse equívoco no uso da energia cerebral causa desperdício de energia e, consequentemente, um cansaço nas atividades profissionais. Além disso, as atividades que cada profissional sabe fazer melhor também são aquelas que sentem mais prazer, o que motiva e dá mais energia para o trabalho e as atividades diárias.

Dica ao líder

Segundo o médico, o ideal é que o líder consiga diferenciar as equipes de acordo com seus pontos fortes. Em sua análise, é importante que o líder consiga constituir equipes que privilegiam os pontos fortes de seus integrantes, assim, “terá resultados mais promissores, minimizando o cansaço e a desmotivação dos seus colaboradores”.

Algumas sugestões, elaboradas pelo autor do livro, que ajudam a não sentir cansaço no trabalho

- Procure trabalhar com o que sabe fazer;

- Ao focar nos seus pontos fortes, terá mais prazer na atividade e menos cansaço;

- Não perca tanto tempo tentando aprimorar suas fraquezas. Aceite-as;

- Equilibre sua vida pessoal e profissional;

- Inclua estratégias para maximizar o tempo.

Fonte: InfoMoney

Empresas apostam em treinamento para combater escassez de talentos



A escassez de talentos é uma das principais preocupações das empresas em todo o mundo. Para lidar com este tipo de problema, os empregadores estão investindo em treinamento e cursos para desenvolver as competências técnicas de seus funcionários. É o que revela um levantamento realizado pelo ManpowerGroup.


A resposta foi indicada por 21% das empresas de 39 países, entre eles, 10 da América, incluindo o Brasil, além da Ásia-Pacífico, Europa, Oriente Médio e África.

Os respondentes disseram também que estão mudando sua estratégia de recrutamento, com 13% ampliando a pesquisa para além da região local e 11% mudando a forma de recrutar e anunciar a vaga.

Outra maneira de driblar a falta de talentos é escolher pessoas que, atualmente, não tenham as habilidades necessárias para desenvolver o trabalho, mas têm potencial para aprender e se desenvolver. Cerca de 10% das empresas estão apostando nisso.

Retenção de talentos

O estudo indicou ainda que 8% das empresas em todo o mundo concentraram seus esforços na retenção dos atuais funcionários ou aumentam os salários iniciais.

Outros 6% aumentaram o esforço na melhoria do banco de currículos e formaram parcerias com instituições de ensino, enquanto outros 5% dos empregadores procuraram aumentar seus pacotes de benefícios (incluindo bônus de admissão) e 4% ampliaram suas buscas para além das fronteiras do seu país ou aumentaram a ênfase em oportunidades de desenvolvimento na empresa.

Fonte: InfoMoney

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Executivo de multinacional proíbe e-mails internos e gera polêmica



O diretor-executivo de uma multinacional de serviços de tecnologia decidiu banir o uso de e-mails corporativos dentro da empresa, em uma medida polêmica que, segundo ele, pretende "melhorar a qualidade do trabalho", reduzindo o desperdício de tempo com mensagens inúteis.


A implementação da medida pela multinacional Atos, que tem 80 mil funcionários em 42 países, deverá levar três anos, chegando à eliminação total dos e-mails corporativos até 2014.

O banimento causou polêmica entre especialistas e blogueiros, atraindo tanto elogios quanto críticas. Alguns analistas apostam que a Atos será obrigada a reverter a medida até o prazo final para sua implementação.

"Eu já vinha pensando por muitos anos que a maioria dos meus colegas e empregados gastavam um tempo cada vez maior com e-mails internos (...) e menos tempo com gerenciamento", disse à BBC o diretor-executivo da Atos, Thierry Breton.

"Então dei início a um estudo aprofundado (...) para ver quantos e-mails internos os 80 mil funcionários da Atos estavam recebendo. Nós descobrimos que eram em média cem e-mails por dia. Depois de mais análises, vimos que eles achavam 15% das mensagens úteis, e que o resto era perda de tempo", afirmou Breton.

Fonte: BBC Brasil

Da Índia para o mundo corporativo: veja quais são os profissionais sagrados



Não são só os hindus que têm as vacas como sagradas, dando aos animais o direito de circular livremente pelas ruas sem serem molestados. O mundo corporativo também tem sua própria versão de seres sagrados, ou seja, profissionais que não podem ser demitidos ou cobrados com mais rigor.


De acordo com o consultor empresarial da Caput Consultoria, Flávio Moura, se na Índia as vacas sagradas são sinônimo de abundância, os profissionais sagrados no mundo corporativo ocidental não são exatamente exemplos de abundância em conhecimento, habilidade ou entregas, muito pelo contrário.

Por que estão onde estão?

Os motivos para esses profissionais estarem onde estão são diversos e, normalmente, é por causa dessas razões que a direção das empresas simplesmente não sabe exatamente como lidar com eles.

Moura explica que os profissionais intocáveis do mundo corporativo, “geralmente possuem muito tempo de empresa, já tiveram ou ainda têm poder considerável na estrutura hierárquica, têm influência de parentesco, cresceram com a organização ou existe uma grande gratidão pela sua contribuição no passado”.

Falta de estabilidade

O que se perde por manter esses profissionais na empresa ou mesmo ter como chefe alguém assim é sobretudo a estabilidade. Moura explica que, em muitos casos, essas pessoas apresentam práticas obsoletas em suas rotinas de trabalho, sendo resistentes às mudanças exigidas pelo atual contexto organizacional, o que consequentemente vai afetar o resultado final do trabalho.

Moura explica que essa resistência está relacionada a um possível sentimento de perda de poder, pois eles mesmos sabem de sua situação. Seu posicionamento reflete a necessidade de justificar sua presença no cargo, explica Moura.

Mas o que a empresa e os demais funcionários realmente perdem com essa resistência à mudança? Moura explica que, ao se prenderem a hábitos do passado, eles automaticamente criam barreiras ao desenvolvimento e à inovação, elementos essenciais para o sucesso nos dias de hoje. Ainda, se esse profissional sagrado tiver subordinados, ele inclusive pode contaminar os demais colaboradores.

A equipe, com o tempo, consegue identificar esse tipo de postura, e o protecionismo das empresas acaba ficando evidente. Assim, começam a se questionar se a direção está observando o que está acontecendo e por que não fazem nada a respeito.

O desperdício de recursos também é evidente ao se manter esse tipo de profissional. Isso acontece pois o resultado do trabalho desses colaboradores normalmente precisa ser revisado, com o objetivo de corrigir possíveis falhas, “gerando assim um círculo vicioso de ineficiência”, observa Moura.

Enumerando as características mais evidentes desse tipo de profissional, Moura explica que eles são do tipo que não se comprometem efetivamente com nada e adoram dar opiniões, mesmo que sejam ultrapassadas e não se enquadrem com o problema atual.

Fonte: InfoMoney

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Estudo constata diferenças de comportamento entre líderes homens e mulheres



Quando o assunto é liderança, homens e mulheres guardam certas diferenças quanto a seus comportamentos emocionais. As mulheres, por exemplo, toleram melhor situações incertas do que os homens.


Além disso, o sexo feminino se sente mais confortável com adversidades do que o sexo oposto e também lida mais facilmente com as mudanças e prospera em situações adversas. Essas foram algumas das conclusões de um estudo feito pelo Korn/Ferry Institute, com mais de 4 mil presidentes de empresas nos Estados Unidos de ambos os sexos.

Influência da maternidade

Apesar de o estudo ter sido realizado com profissionais norte-americanos, a professora de psicologia organizacional e do trabalho da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica), Carmem Rittner, acredita que isso seja uma característica também das brasileiras. Carmem ainda pontua que as mulheres, principalmente pelo fato de serem (ou poderem ser) mães, tendem a se importar mais com a opinião dos outros do que os chefes masculinos.

As mulheres, segundo explica Carmem, em situações em que não podem controlar todos os elementos nem ter certeza do sucesso, apostam na equipe. Esse comportamento é ligeiramente diferente dos homens. Essa análise confirma a outra diferença entre os sexos apontada pelo estudo do instituto.

Elas se importam mais

Essa diferença ocorre na empatia. As mulheres em geral se importam mais com os sentimentos e as preferências dos demais membros da equipe do que os homens. Elas também conseguem antecipar com mais facilidade a reação das pessoas do que os líderes masculinos.

Segundo Carmem, as mulheres têm mais facilidade de interpretar o que o outro quer e ainda sempre procuram levar em conta as opiniões. Essa habilidade de interpretar melhor as coisas, na prática, quer dizer que as mulheres entendem melhor os sinais que a equipe manda e, além disso, prestam mais atenção ao seu ambiente.

Essas características das líderes femininas estão novamente ligadas a uma série de questões do próprio equipamento biológico. Ser mãe é algo que modifica a forma como as mulheres leem o ambiente. "Elas precisam saber lidar melhor com incertezas, sobretudo, por conta da dificuldade de interpretar os desejos e necessidades das crianças", afirma Carmem.

Energia mental

A pontuação do estudo ainda mostrou que, em termos de energia, as mulheres superam os homens. Na pesquisa, energia quer dizer energia mental e resistência do profissional, levando em conta ainda sua capacidade de sustentar o pensamento analítico por mais tempo.

Em questões que envolvem o aspecto emocional do comportamento profissional, esses foram os três elementos que os homens e as mulheres apresentam diferenças. Em outros três aspectos, por outro lado, os sexos mostram plena similaridade.

Semelhanças

Questões voltadas à compostura, humildade e confiança são aquelas em que homens e mulheres não mostram diferenças, de acordo com a pesquisa. Dessa forma, tanto homens como mulheres parecem ter a mesma capacidade de lidar com novos estilos de trabalhos, trabalham da mesma forma sob pressão e não se frustram com facilidade.

Fonte: InfoMoney