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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Carreiras: júnior, pleno ou sênior. Você sabe lidar com essa classificação?




Júnior, pleno ou sênior? Com certa razão, alguns profissionais ficam em dúvida em relação a esse tipo de classificação. Você sabe o que cada um desses estágios representa e como as empresas estabelecem os seus critérios para definir quem é quem?

De acordo com o diretor da Bazz Estratégia e Operação de RH, Celso Bazzola, a confusão em relação às categorias é justificável, pois cada empresa tem suas exigências específicas para definir se um profissional é júnior, pleno ou sênior. Esse tipo de classificação serve, basicamente, para estabelecer um plano de carreira.

Ou seja, se você entra como analista júnior, o próximo passo será pleno e, depois, sênior. Apesar de as empresas terem seus próprios critérios para colocar os profissionais em determinada categoria, existem alguns padrões “universais”, conforme explica a consultora de carreira da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Tatiana Ferrentini.

Tatiana diz que um analista júnior “é aquele profissional recém-formado, sem capacidade gerencial e fraca visão do todo”. A consultora de carreira Tatiana Benite ainda complementa dizendo que, normalmente, esse profissional tem experiências anteriores apenas como estagiário.

Já o analista pleno tem uma capacidade maior de gerenciamento e, principalmente, já pode tomar algumas decisões. “Mas sempre com o respaldo do gestor”, diz Benite. Comandar pessoas e tomar algumas decisões serão os pontos principais que vão diferenciar um analista júnior de um pleno.

No caso do analista sênior, explica Benite, “ele já tem no mínimo uma pós-graduação e já exerce um cargo de liderança. Tem experiência em gerir processos e pessoas e geralmente toma decisões sem o aval do gestor”.

Bazzola resume dizendo que o analista júnior não tem grande experiência em determinada função e seu conhecimento técnico é pequeno. Já o pleno é aquele profissional que está prestes a se tornar um líder e tem mais de 3 anos de experiência em uma determinada função, e o sênior, por sua vez, tem uma equipe abaixo dele e cerca de 5 anos de experiência.

E no currículo?
Já que as empresas não têm essa classificação tão padronizada, você sabe como colocar essa informação no currículo e, além disso, sabe para quais vagas deve se candidatar? Benite explica que os profissionais não precisam se preocupar em colocar esse tipo de informação no currículo, porque quem vai definir em qual cargo ele se encaixa melhor é a empresa.

Na prática, ao colocar suas funções anteriores e sua experiência no currículo, você já está fornecendo as informações necessárias para a empresa definir em qual categoria você se encaixa. Portanto, no objetivo, basta dizer, por exemplo, que deseja o cargo de analista.

Em relação às vagas, a consultora explica que as empresas já dizem que tipo de candidato estão buscando. Por exemplo, mais do que dizer que estão procurando um analista pleno, elas estabelecem os pré-requisitos, ou seja, quanto tempo de experiência o profissional precisa ter, o grau de escolaridade e o nível de inglês.

Dessa forma, mesmo que um profissional seja um analista júnior em determinada empresa, ele pode se candidatar a uma vaga de analista pleno em outra, caso suas competências, habilidades e experiência se encaixem com a descrição da vaga.

Plano de carreira
Por fim, vale pontuar que, se o profissional for um analista pleno em uma pequena empresa, ele pode considerar concorrer a uma vaga de analista júnior em uma multinacional, por exemplo, sem que isso configure, necessariamente, um retrocesso na carreira. Isso porque as exigências de uma multinacional podem ser mais rígidas do que as de uma empresa menor. Inclusive o salário pode ser maior. Bazzola explica que o candidato deve avaliar todo o conjunto e não apenas a descrição do cargo.

Na prática, é importante considerar a descrição da vaga, o plano de carreira, o salário, as atividades que serão exercidas, e não apenas se é uma oportunidade para júnior, pleno ou sênior.

Fonte: InfoMoney





quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Devedores na Justiça do Trabalho têm até esta quinta para regularizar situação




Termina nesta quinta-feira (2) o prazo para que empresas e pessoas físicas com débitos na Justiça do Trabalho quitem suas dívidas e regularizem a situação a fim de obter a CNDT (Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas).

Conforme publicado pela Agência Brasil, a Lei 12.440/2011 estabeleceu a data de 4 de janeiro para os devedores pagarem suas dívidas, sob pena de serem incluídos no Banco Nacional de Débitos Trabalhistas. Contudo, o presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), ministro João Oreste Dalazem, estendeu este prazo por mais 30 dias.

CNDT
A CNDT é emitida gratuitamente no site do Tribunal Superior do Trabalho e de tribunais regionais do trabalho, sendo que a apresentação do documento é obrigatória para aqueles que pretendem participar de licitações lançadas pelo Poder Público.

Além disso, o TST estuda a possibilidade de a apresentação da certidão ser uma exigência para a efetivação de transações imobiliárias em cartórios de todo o País. O objetivo é impedir que devedores driblem dívidas trabalhistas por meio da venda de imóveis e da transferência de bens para familiares.

O interessado em obter o documento deve fazer a busca fornecendo o número do CPF ou CNPJ no site do TST. A certidão é válida por 180 dias.

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) assinou, no último dia 30, acordo para a instalação de máquinas de cartão nas salas de audiência da Justiça para que os devedores possam quitar seus débitos assim que houver a condenação ou o acordo, garantindo assim um pagamento mais ágil.

Números
Segundo o TST, desde o dia 4 de janeiro, já foram emitidas cerca de 590 mil certidões. Até 27 de janeiro, o banco de devedores contava com 963,3 mil inscrições relativas a mais de 1,6 milhão de processos trabalhistas.

Fonte: InfoMoney



Economia deve crescer mais em 2012, afirma presidente do BC




A economia brasileira deve crescer mais em 2012 ante o ano passado, ajudada por mais reduções na taxa básica de juros, disse o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, nesta quinta-feira (2).

Falando a jornalistas nos bastidores de uma conferência bancária em Mumbai, na Índia, Tombini disse que o crescimento econômico ficou perto de 3% em 2011.

"A economia está recuperando velocidade agora e o Brasil deve crescer mais em 2012 que em 2011, e crescer mais no segundo semestre do ano do que no primeiro por causa de atrasos na política monetária", disse Tombini.

Ele afirmou que há espaço para mais afrouxamento monetário sem colocar em risco a meta de inflação, que é de cerca de 4,5%, em 2012.

Tombini disse que a valorização do real, que tem sido intensa em 2012, acontece em linha com a de outras moedas.

"[O ano de] 2012 começou em um tom otimista em relação aos mercados. Portanto, isso se reflete nas moedas do mundo todo, inclusive no real."

Tombini disse ainda que as reservas internacionais do Brasil são modestas se comparadas ao tamanho da economia e a outros países.

Fonte: Folha.com

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Operadoras tentam atrelar venda de chip micro-SIM a planos pós-pagos




Comprar um chip para celular do tipo micro-SIM em planos pré-pagos é tarefa árdua. Em São Paulo, lojas das principais operadoras tentam forçar o cliente a assinar um plano pós-pago na hora de comprar o chip, que é menor e funciona com smartphones mais novos, como o iPhone 4S e o Lumia 800.

A prática vai contra as regras da Anatel, que diz que as operadoras não podem fazer discriminação na oferta de seus planos de serviço.

Selma do Amaral, diretora de atendimento do Procon-SP, diz que vincular o micro-SIM aos serviços pós-pagos pode ser considerado prática abusiva -lojas ou operadoras podem ser multadas.

"Os clientes interessados devem exigir a venda do micro-SIM em planos pré-pagos. Se isso não ocorrer, devem procurar o Procon", diz ela.

Nas dez lojas da Oi contatadas não foi possível comprar o micro-SIM em planos pré-pagos. Vendedores só o ofertavam em pós-pago.

O problema se repetiu com a TIM. De dez lojas procuradas, só uma vendia o chip em pré-pago, mas desde que o cliente levasse R$ 17 em crédito, além dos R$ 10 do chip.

Na Claro, o chip podia ser comprado em pré-pago em duas lojas (de seis ouvidas), mas a venda também era ligada à compra de crédito.

Essa prática, segundo a diretora do Procon, pode ser vista como venda casada, o que é irregular.

A Vivo foi a única operadora que não dificultou a venda do micro-SIM em pré-pago.

Em nota, a Oi disse que não vende o micro-SIM no pré-pago por avaliar que não há demanda de mercado.

A TIM afirmou que comercializa o micro-SIM em suas lojas e que não faz distinção entre clientes de pré e de pós-pago. Prometeu apurar os relatos da Folha e tomar "medidas cabíveis" se as irregularidades forem confirmadas.

A Claro também disse que vende o micro-SIM pré-pago em suas lojas e que não é obrigatório comprar crédito extra ao adquirir o chip. Segundo a operadora, o vendedor apenas orienta o cliente a fazer a recarga para sair da loja já acessando seus serviços.

Fonte: Folha.com

Preços ao consumidor desaceleram na última semana de janeiro




O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor -Semanal) subiu 0,81% na última apuração de janeiro, desacelerando em relação à leitura da semana passada (0,93%). Mesmo com a perda de ritmo, o indicador ficou superior ao registrada na última semana de dezembro (0,79%).

Entre a última e a penúltima semana de janeiro, o grupo alimentação registrou forte redução no ritmo de alta, ao passar de 1,36% para 0,47%, auxiliado pela diminuição de 6,11% nos preços das horaliças e dos legumes.

Também contribuiu para a menor inflação no período o aprofundamento da queda no grupo vestuário, que passou de 0,12% para 0,35%.

Em sentido contrário, as demais cinco classes de despesas apresentaram na última medição de janeiro taxas superiores às contabilizadas na leitura anterior: habitação (de 0,32% para 0,33%), saúde e cuidados pessoais (de 0,43% para 0,44%), educação, leitura e recreação (de 3,39% para 4,90%), transportes (de 0,77% para 0,86%) e despesas diversas (de 0,30% para 0,46%).

Fonte: Folha.com

Empresários do comércio iniciam o ano menos confiantes, diz CNC




A confiança dos empresários do comércio recuou 2,3% em janeiro, na comparação com dezembro ano passado. É o que revela o Icec (Índice de Confiança do Empresário do Comércio), realizado pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens e Serviços e Turismo) e divulgado nesta quarta-feira (1).

O indicador registrou 127,6 pontos em janeiro, queda de 3 pontos, na comparação com último mês de 2011 (130,6 pontos). Apesar disso, os empresários continuam otimistas, já que o indicador varia de 0 a 200 pontos, sendo que acima de 100 pontos demonstra otimismo.

Subíndices
O Icec é compostos por três subíndices: condições atuais, expectativa e investimentos. Entre eles, o primeiro apresentou alta de 1,2%, passando de 115,8 pontos em dezembro, para 117,3 em janeiro.

O crescimento foi influenciado pela expansão de 2,2% na percepção em relação às condições atuais da economia.

Quanto às condições atuais do setor e da empresa, os empresários também se mostraram otimistas. Nestes quesitos, a alta apresentada foi de 1,3% e 0,3%, respectivamente. “Apesar do crescimento das vendas de Natal não ter sido tão forte como no passado, o comerciante iniciou o ano satisfeito com o desempenho do setor”.

Expectativas e investimentos
Em relação ao cenário futuro, os empresários se mostraram menos otimistas. O indicador de expectativa apresentou queda de 3,3%. A baixa foi influenciada pela previsão menos favorável dos indicadores relacionados à economia (-3,5%), ao setor (-3,3%) e à empresa (-3%).

Apesar da queda, o nível de expectativa permaneceu elevado, em 154 pontos, o que indica que o empresário ainda está otimista em relação ao desempenho do estabelecimento (160,8 pontos), ao setor varejista (152,8 pontos) e em relação à economia brasileira (148,5 pontos).

Sobre o indicador investimentos, houve queda de 4,5%, passando de 116,7 pontos em dezembro, para 115,5, em janeiro. De acordo com a pesquisa, o recuo deve-se a uma combinação de baixa na intenção de aumentar o nível de investimento (-1,6%) e de contratação (-10,8%).

O recuo na contratação se deve ao fato de que, em dezembro, o empresário havia empregado temporários, mas nem todas as vagas se tornaram efetivas em 2012.

Fonte: InfoMoney