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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Consumidores afirmam que usariam pagamento via celular




O pagamento de compras em lojas e restaurantes, por meio do celular, tem a aprovação dos consumidores. É o que revela a Pesquisa Global sobre o Uso de Meios de Comunicação da Nielsen. 

Segundo os números, entre os entrevistados, 63% dos que tem acesso à internet são receptivos a idéia do pagamento via celular, enquanto 24% se dizem propensos a adotar o meio de pagamento e 11% afirmam que definitivamente usariam a facilidade se ela já estivesse disponível. 

Mais dispostos
Ainda segundo o levantamento, os consumidores da América Latina são os que mais estão dispostos a usar a tecnologia, já que 34% se disseram receptivos à prática e 17% declararam-se usuários certeiros. 

Já os mais receosos com a novidade, são os consumidores europeus, os do oriente médio e os africanos. Na Europa, 21% dos entrevistados disseram que não usariam esse meio de pagamento, enquanto 20% afirmaram que provavelmente não seriam adeptos da novidade. 

No Oriente Médio e na África, os mesmos 21% se mostraram contrários a essa facilidade, enquanto 14% afirmam que provavelmente não usariam o sistema.

Fonte: InfoMoney



Confiança do comércio cai 3,7% no trimestre encerrado em junho




O índice de confiança do comércio apresentou queda de 3,7% na média do trimestre encerrado em junho, frente ao mesmo período do ano passado, ao passar de 131,2 para 126,4 pontos.

No resultado anterior, referente aos três meses encerrados em maio, o recuo tinha sido de 2,4% ante mesmo período de 2011. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

"O resultado sugere uma evolução moderada do nível de atividade do setor ao final do primeiro semestre de 2012", diz em nota.

No chamado varejo restrito (comércio com exceção de veículos e material de construção), a variação interanual passou de queda de 1,2%, no trimestre findo em maio, para recuou de 2,7%, nos três meses encerrados em junho.

Já no comércio ampliado (varejo incluindo veículos e material de construção), a variação passou de retração de 2,3% para queda de 3,7%, respectivamente, nos mesmos períodos.

O desempenho do segmento material para construção segue menos favorável, com taxas negativas de 2,2% em maio e de 5,4%, em junho.

Em veículos, motos e peças as taxas interanuais apresentaram ligeira melhora, com variação de negativa de 6,7% em junho, após recuo de 7,4% no mês anterior. Por último, no atacado, as taxas interanuais trimestrais para os mesmos períodos foram de queda de 3,8% e recuo de 2,6%, respectivamente.

Segundo a FGV, as variações interanuais do indicador, entre maio e junho, mostraram melhora em cinco e piora em 12 dos 17 segmentos pesquisados.

A coleta de dados foi realizada entre os dias 4 e 27 de junho e foi feita com 1.233 empresas, responsáveis por um total de 119.259 pessoas ocupadas.

Fonte: Folha.com

Faltarão 40 milhões de profissionais qualificados no mundo até 2020




Se o momento atual da economia exige que empresas tenham criatividade para achar e manter profissionais qualificados, uma pesquisa do McKinsey Global Institute aponta que a situação deve se agravar nas próximas décadas.

Baseado nas tendências atuais, o instituto projeta que, até 2020, a economia mundial vai enfrentar uma falta de até 40 milhões de trabalhadores com nível superior, o que representa 13% da demanda por esses profissionais.

Cerca de 16 milhões serão exigidos em economias avançadas, que já sofrem com o envelhecimento da população. Em países em desenvolvimento, a criação de novas vagas na indústria e no setor de serviços exigirá 45 milhões de profissionais com ensino médio a mais do que o disponível, o que representa 15% da demanda.

Desse número, 13 milhões irão faltar apenas na Índia. Ao mesmo tempo, haverá um excesso de até 95 milhões de trabalhadores de baixa qualificação em todo o mundo em relação às vagas disponíveis, cerca de 10% do total.

Em economias desenvolvidas, isso significa até 35 milhões de profissionais sem curso superior a mais do que o demandado pelos empregadores.

Fonte: Do Valor

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Portal permite saber se cheque foi bloqueado ou roubado




A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) lançou o Portal Cheque Legal que permite que empresas e pessoas físicas consultem a situação física de um cheque gratuitamente.

Por meio dele é possível saber se o cheque não está bloqueado, furtado/roubado, sustado, extraviado, entre outros. Vale destacar que o site não informa sobre saldo e ou fundo em conta corrente ou análise de crédito do emissor do cheque.

Como funciona
Para isso, basta acessar o site do portal (www.chequelegal.com.br) e preencher o número do CPF (Cadastro de Pessoa Física), CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) do emissor do cheque e o código CMC7 (no rodapé do cheque) e o número do CPF ou CNPJ de quem está consultando o cheque.

Após o preenchimento de todos os campos, o interessado deve concordar com os Termos e Condições de Uso das informações do site Cheque Legal e digitar o código de segurança que aparece. Em instantes, o sistema informa o resultado da consulta do cheque.

Fonte: InfoMoney

Baixa renda terá seguro barato vendido até em banca de jornal




O governo regulamentou o microsseguro, um novo tipo de produto destinado à baixa renda. Ele poderá ser encontrado até em bancas de jornal, como os chips e cartões telefônicos.

As medidas foram publicadas no "Diário Oficial da União" na semana passada e a expectativa é que as primeiras apólices cheguem ao mercado em três meses.

Já existem seguros populares na praça, com preços baixos, mas não há uma regulamentação específica para eles. As novas regras foram baixadas para torná-los mais simples e com formato voltado para o consumidor de baixo poder aquisitivo.

De acordo com a Susep (Superintendência de Seguros Privados), as apólices poderão ser vendidas em bilhetes -as convencionais são contratos mais complicados- e devem ter uma cobertura fácil de entender e padronizada para um mesmo tipo de seguro, independentemente da empresa. Assim, será possível comparar os preços.

Há mais de vinte categorias de microsseguros, como vida e residência. O valor da indenização dependerá da categoria e poderá chegar a, no máximo, R$ 60 mil.
O de vida, por exemplo, pagará até R$ 24 mil. A vigência mínima das coberturas será de um mês.

A nova regulamentação também facilita o acesso. Os seguros tradicionais são vendidos por bancos, seguradoras ou por corretores independentes.

Os microsseguros serão vendidos em correspondentes bancários, como lotéricas e Correios, e em estabelecimentos comerciais, como supermercados, drogarias e bancas de jornal.

A regulamentação cria ainda uma nova profissão, a de corretor de microsseguros. Ele terá uma habilitação após aprovação em um curso.

"Serão pessoas da comunidade, que têm a confiança dessas pessoas", diz Eugênio Velasques, diretor-executivo do grupo Bradesco Seguros e presidente da comissão de microsseguros da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras).

Fonte: Folha.com

Demanda por crédito deve permanecer estável, indica Serasa




A demanda de consumidores e empresas por crédito deve permanecer praticamente estável nos próximos meses. A previsão é da Serasa Experian com base no indicador de perspectiva de crédito.

A metodologia do indicador permite antever os movimentos cíclicos da concessão de crédito com seis meses de antecedência.

Depois de se recuperar, em abril, de uma sequência de quedas, o índice da Serasa Experian ficou praticamente inalterado em maio tanto na avaliação da demanda futuro de crédito para empresas como na avaliação para consumidores.

De acordo com os economistas da empresa, pesam contra a maior disposição para a tomada de crédito os altos índices de inadimplência e endividamento, além de maior rigor na análise e concessão de crédito por parte das instituições financeiras.

Esses fatores também são apontados como vilões para o crescimento da economia neste ano, sendo capazes de limitar o impacto dos pacotes de estímulo anunciados pelo governo.

Fonte: Folha.com