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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Entidades empresariais lançam campanha para simplificação dos tributos no Brasil




Foi lançada há pouco a campanha Assina Brasil, que tem o objetivo de reunir 1,5 milhão de assinaturas para apoiar um projeto de simplificação da estrutura tributária do país.

Elaborada pelo Movimento Brasil Eficiente --que reúne entidades empresariais lideradas pelo economista Paulo Rabello de Castro--, a proposta visa a reunir dez impostos e contribuições em três grupos de tributos.

Eles seriam arrecadados por uma única entidade independente, que distribuiria os recursos de acordo com a fatia de cada um.

O primeiro grupo aglutinaria os 27 impostos estaduais em um único imposto, o ICMS federativo.

Segundo o MBE, não haveria perda para os Estados, pois seria obedecida a divisão atual dos recursos do ICMS. A vantagem seria a unificação da estrutura arrecadatória.

Ao ICMS, seriam agregados tributos federais, como o PIS, Cofins, IPI e Cide. Essa arrecadação seria usada para a manutenção das máquinas públicas. IR e CSLL continuariam separados, sob administração exclusiva do governo federal, para financiar a Previdência Social. Este seria o segundo grupo de impostos.

O terceiro, com a contribuição de INSS dos trabalhadores, formaria um fundo que poderia ter aplicação diversa.

Segundo o economista Castro, coordenador do MBE, a simplificação da arrecadação não levaria a redução de impostos em um primeiro momento.

Isso só ocorreria, diz ele, na segunda etapa, com a criação do Conselho Gestor Fiscal, comitê com participação social que definiria como abrir mão do ganho de arrecadação que seria obtido a partir da simplificação.

O conselho é previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal mas nunca foi regulamentado.

A meta é fazer com que a arrecadação cresça menos do que o PIB (Produto Interno Bruto), fazendo com que a carga tributária se reduza paulatinamente para 30% do PIB sem que isso signifique corte de gastos atuais do governo.

SIMPLIFICAÇÃO ESQUECIDA

A simplificação dos impostos ficou de fora da reforma tributária em discussão no Congresso, patrocinada pelo governo federal.

Para os integrantes do MBE, a reforma fatiada em curso, com reduções de impostos para setores escolhidos, cria mais distorções e não gera eficiência econômica e, por isso, não estimula o crescimento.

"O estancamento da economia tem se mostrado evidente", afirmou Castro. "A reforma tributária fatiada deformou o conjunto da obra".

Com as assinaturas, o grupo pretende pressionar deputados e senadores a aprovar a simplificação da estrutura tributária.

Um comercial criado pela agência África começa a circular amanhã na TV divulgando a campanha.

No filme de 27 segundos, um homem leva cerca de 20 cachorros encoleirados e acaba parado em um poste, um paralelo da situação do país e os inúmeros impostos cobrados.

Fonte: Folha.com


CNI diz que Brasil e Mercosul se isolam do comércio mundial




A Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou nesta terça-feira que o Brasil e seus parceiros do Mercosul ficarão "isolados" se não procurarem alternativas para assinar novos acordos comerciais, como fazem outras nações da América Latina.

O Brasil "corre o risco de perder mais espaço em seus mercados exportadores se não entrar totalmente no jogo mundial de buscar novas sociedades no comércio internacional", afirma um documento divulgado pela CNI.

O documento cita os acordos comerciais assinados recentemente no mundo e outros que estão em discussão e conclui que o Brasil e seus sócios do Mercosul, Argentina, Uruguai, Venezuela e Paraguai (atualmente suspenso) estão "à margem" dessas grandes discussões.

O CNI se refere particularmente à Aliança do Pacífico, que reúne o México, Colômbia, Peru e Chile, "países que juntos reúnem 35% do Produto Interno Bruto (PIB) latino-americano e 3% do comércio mundial".

O texto também cita de forma individualizada o Chile, que "tem preferências tarifárias com 62 países", Colômbia, "que as tem em 60 mercados", e o Peru, "com acesso preferencial a 52 mercados".

Além disso, a CNI diz que todos os países citados têm acordos de livre-comércio com os Estados Unidos e a União Europeia (UE) que não incluem o Brasil, que tem somente "22 acordos preferenciais, e em sua maioria de pouca relevância".

O documento destaca os avanços dos Estados Unidos em direção a um acordo com a UE e também seus esforços em favor da Aliança Transpacífica (TTP), que englobaria além do país a Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Cingapura, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru e Vietnã, "que correspondem a quase 25% do comércio mundial".

Segundo os industriais, esse tipo de acordos faz parte de "uma estratégia mundial para a retomada do crescimento econômico", mas o Brasil e seus sócios do Mercosul permanecem paralisados, sem buscar novas alternativas para expandir seu comércio.

A CNI também afirma que "chama muito a atenção" a "ausência de negociações no eixo sul-sul", um dos grandes objetivos da política externa brasileira.

"A indústria brasileira observa com preocupação essa série de acordos comerciais que estão sobre a mesa, e o fato de que o governo brasileiro assista a essas discussões distanciado da realidade", diz o CNI.

Fonte: UOL Notícias


Quase 40% da classe C pretendem mudar ou comprar uma casa dentro de um ano




Aproximadamente 37% dos brasileiros pertencentes à classe C pretendem mudar ou comprar uma casa no período de um ano. Ao menos, é o que revela estudo da Mintel, divulgado nesta terça-feira (4), que aponta também que este percentual cresce para 42% quando se trata de pessoas entre 35 e 44 anos.

Ainda segundo o estudo, 43% das pessoas desta classe social planejam gastar dinheiro com suas casas no prazo de um ano. Isso porque, explica a Mintel, a casa é o centro de lazer para a família de classe média, especialmente para quem tem filhos.

"A classe C brasileira, que prioriza morar bem, quer uma casa maior, mais bem estruturada e decorada, com mobília na cozinha, quarto e sala com espaço para lazer", ressalta a analista sênior de Estilos de Vida da Mintel, Sheila Salina.

Outros gastos
Ainda conforme o levantamento, os consumidores da classe C também possuem outros desejos. Cerca de 26% deles, por exemplo, em um curto período de tempo, gostariam de fazer um investimento financeiro. Outros 21% estão interessados em investir suas finanças em um curso educacional, enquanto 19% querem comprar ou trocar equipamentos elétricos.


Os jovens, com idade entre 16 e 24 anos, por outro lado, têm a educação como prioridade, com 36% deles afirmando que querem investir em um curso de formação em curto prazo. Ainda assim, os smartphones continuam chamando a atenção desse público, visto que 25% deles dizem que a intenção é comprar ou substituir o smartphone nos próximos meses.

Sobre as finanças, considerando todos os entrevistados, a pesquisa revela que 38% dos consumidores da classe C acreditam conseguir "se virar" com a atual situação financeira, mas sem muitas sobra ao final do mês. Por outro lado, 17% dos que estão entre 35e 44 anos dizem que podem vir a atrasar o pagamento de contas e empréstimos, enquanto que 27% dos que estão na faixa etária dos 16 aos 34 anos indicam sua situação financeira como estável ou boa.

"Enquanto os consumidores da classe C aproveitaram de seu poder financeiro nos últimos anos, e as empresas viram oportunidades nessa classe emergente, uma boa parte deles enfrenta, agora, dívidas e pagamentos parcelados como resultado do que compraram. Por isso, a população da classe C começa a diminuir o ritmo de compras. O foco dos próximos passos será lidar melhor com as finanças e tentar garantir o pagamento das contas. Entretanto, depois que essas dívidas forem liquidadas, o consumidor da classe C vai recomeçar a priorizar produtos que lhes dão mais prazer, pois já adquiriram o básico. Em longo prazo, eles vão procurar por mercadorias e serviços que lhes tragam mais conforto, como cosméticos, tablets e viagens em família", finaliza Sheila.

Fonte: InfoMoney

 

 


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Mais de 40% dos brasileiros deve mudar de trabalho ainda este ano




A felicidade dos brasileiros no trabalho anda comprometida e pesquisa sobre satisfação mostrou que mais de 40% dos trabalhadores pretende mudar de empresa ainda esse ano. De acordo com a consultoria Fellipelli, as principais motivações para as mudanças de empregos são a busca por melhores salários, 35%, falta de plano de carreira,31%, falta de flexibilidade de horário,21%, e problemas com a atual liderança, 13%.

O levantamento foi feito com 2605 pessoas no primeiro trimestre de 2013.

"Reter talentos está cada vez mais difícil. Os líderes precisam aprender a ter perspicácia em descobrir do seu colaborador suas verdadeiras motivações e expectativas para prevenir a rotatividade. Valorizar e reconhecer o desempenho da equipe continua sendo a melhor fórmula para evitar o interesse na busca de novos projetos", disse em nota Adriana Fellipelli, sócia-diretora da Fellipelli.

Ainda segundo a executiva, o dinheiro continua sendo a principal reclamação, mas os planos de carreira e qualidade de vida tornam-se cada vez mais presentes nas pesquisas. "Todos querem saber onde vão chegar e se planejar. O problema é que nem sempre o tempo da empresa acompanha o ritmo de expectativa do colaborador, que tem pressa em chegar ao topo", afirma.

Fonte: UOL Notícias


Receita Federal suspende serviço de atendimento telefônico ao contribuinte




O serviço de call center da Receita Federal foi suspenso devido ao fim do contrato com a empresa prestadora do serviço.

Em nota, o órgão diz que está trabalhando para realizar um novo contrato para restabelecer o serviço "o mais breve possível".

Questionada sobre o motivo do fim do contrato e a previsão de um novo, a Receita não respondeu até o momento da publicação.

Quem precisar agendar serviços ou tirar dúvidas deve utilizar o site da Receita Federal.

Todos os serviços --como emissão de CPF, informações sobre Imposto de Renda e certidões, entre outros-- podem ser vistos nesta página.

Fonte: Folha.com


Brasileiros não sabem identificar nutrientes nos rótulos dos alimentos




Uma pesquisa feita pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) com a CI (Consumers International) revelou que os consumidores brasileiros não sabem identificar os nutrientes nos rótulos dos alimentos industrializados mais populares, como os biscoitos do tipo 'cream cracker'.

Segundo a pesquisa global, feita em nove países, os brasileiros acertaram apenas 28% de um "quiz" com imagens de alimentos sem e com uma informação nutricional simples.

Porém, quando o mesmo produto continha informações claras e consistentes na parte frontal da embalagem, a partir do "semáforo nutricional" (principais informações nutricionais do alimento localizadas na parte frontal da embalagem), a porcentagem de acertos na identificação da quantidade de gordura e sal foi de 84%, um valor três vezes maior ao comparar com as respostas sem este "semáforo". 

A quantidade de acertos aumentou ainda mais, chegando a 90%, quando o "semáforo nutricional" foi utilizado para comparar um produto com o outro. "O 'quiz' não permitiu reproduzir exatamente a análise dos rótulos feita pessoalmente, porém trouxe resultados importantes em relação ao uso e o entendimento do 'semáforo nutricional' na embalagem", explica a nutricionista do Idec, Ana Paula Bortoletto.

No ranking entre os consumidores mais "desinformados" do mundo ainda estão os canadenses, holandeses, húngaros e indonésios.

Semáforo Nutricional
Os rótulos do tipo 'semáforo nutricional' foram baseados em uma proposta da Agência de Regulação de Alimentos do Reino Unido: a cor vermelha indica que os alimentos são ricos em açúcar, sal, gordura saturada e gordura; amarela indica níveis médios; e verde indica nível baixo.


Os resultados obtidos pela CI foram apresentados aos Estados integrantes da OMS (Organização Mundial de Saúde) na 66ª Assembleia Mundial de Saúde, em Genebra.

Fonte: InfoMoney