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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Inadimplência das empresas cresce 2,9% em julho, diz Serasa Experian




A inadimplência das pessoas jurídicas cresceu 2,9% em julho, ante junho, de acordo com levantamento da Serasa Experian.

Na comparação com o mesmo período em 2012, houve aumento de 4,6%. No acumulado do ano, a elevação é de 1,8%.

A situação das empresas contrasta com a dos consumidores, que caiu 3,5% no mesmo mês de julho, de acordo com a Serasa. O aumento da inadimplência das empresas reflete a baixa atividade econômica, a valorização do dólar, que aumenta o endividamento das empresas comprometidas nessa divisa, e o aumento dos juros, avalia a Serasa.

Nos primeiros sete meses do ano, as dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) tiveram valor médio de R$ 812,24, aumento de 4,7% ante igual período de 2012.

As dívidas com bancos, por sua vez, tiveram nos sete primeiros meses de 2012 valor médio de R$ 5.074,30, queda de 4,0%. Quanto aos títulos protestados, o valor médio verificado de janeiro a julho foi de R$ 2.042,98, com elevação de 5,3% sobre igual acumulado de 2012.

Por fim, os cheques sem fundos tiveram, nos sete primeiros meses de 2012, valor médio de R$ 2.492,12, representando um aumento de 13,2% quando comparado com o primeiro semestre do ano anterior.

Fonte: Folha.com


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Confiança do consumidor se recupera e cresce 4,4% em agosto




Depois de apresentar duas quedas consecutivas, a confiança do consumidor apresentou alta de 4,4% em agosto, na comparação com julho, atingindo 113,1 pontos no oitavo mês do ano.

De acordo com os dados do ICC (Índice de Confiança do Consumidor), medido pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e divulgado nesta sexta-feira (23), a percepção do consumidor em relação ao momento presente foi o que mais impactou o índice no mês.

Componentes
O indicador que mede a satisfação dos consumidores com a economia atual avançou 17,4%. Entre julho e agosto, a proporção de pessoas avaliando a situação atual da economia como boa subiu de 14,9% para 17,4%, enquanto a dos que a julgam ruim caiu de 47,1% para 37,8%. Neste sentido, o ISA (Índice de Situação Atual) teve avanço de 7,3%, saindo de 109,2 para 117,2 no período.


Já as expectativas em relação à situação econômica geral nos seis meses seguintes avançaram 7,5% no oitavo mês do ano, com a proporção de consumidores que projetam melhora passando de 27,9% para 29,8%; e a dos que preveem piora diminuindo de 24,5% para 18,6%. Neste caso, o IE (Índice de Expectativa) variou 3,5%, de 106,7 para 110,4 pontos.

Sobre a pesquisa
A Sondagem de Expectativas do Consumidor é realizada com base em uma amostra em mais de 2 mil domicílios, em sete das principais capitais brasileiras. A coleta de dados para este mês foi feita entre os dias 01 e 20 de agosto.


Fonte: InfoMoney

 

 


Brasil tem déficit em conta corrente de US$ 9,018 bilhões em julho




O déficit brasileiro em transações correntes com o exterior ficou em US$ 9,018 bilhões em julho, acima dos US$ 4,9 bilhões projetados pelo Banco Central (BC) para o mês. O déficit foi puxado sobretudo pelo resultado negativo na balança comercial.

Houve avanço em relação ao mês anterior (US$ 3,953 bilhões) e ante julho de 2012 (US$ 3,746 bilhões).

Os números foram anunciados nesta sexta-feira pelo Departamento Econômico do Banco Central (Depec/BC) e correspondem à diferença entre despesas e receitas internacionais do país com comércio, serviços, transferências de renda e transferências unilaterais.

No acumulado dos sete primeiros meses do ano o déficit é de US$ 52,472 bilhões. Medido em 12 meses, o rombo nas transações correntes externas subiu fortemente de junho para julho deste ano, de US$ 72,441 bilhões para US$ 77,713 bilhões, saindo de 3,17% para 3,39% do Produto Interno Bruto estimado pelo BC para os respectivos períodos.

O Investimento Estrangeiro Direto (IED), embora expressivo, não foi suficiente para financiar integralmente as despesas líquidas do país com transações correntes, nem em 12 meses até julho, nem nos sete primeiros meses de 2013. Nesses períodos, o fluxo desse tipo de capital, considerado o de melhor qualidade, somou US$ 62,343 bilhões e US$ 35,239 bilhões, respectivamente.

Fonte: Valor ONLINE


Brasileiros gastam US$ 2,214 bilhões nas viagens ao exterior em julho




Os turistas brasileiros aumentaram os gastos no exterior na passagem de junho para julho. Os desembolsos dos brasileiros lá fora somaram US$ 2,214 bilhões no mês, ante US$ 1,928 bilhão em junho. Em julho, o dólar subiu 2,24%. O resultado do mês ficou próximo do recorde histórico de US$ 2,293 bilhões registrado em janeiro de 2013. Em julho do ano passado o gasto foi de US$ 2,010 bilhões.

No acumulado de 2013 até julho, os brasileiros gastaram no exterior US$ 14,542 bilhões, o maior valor já registrado. No mesmo período do ano passado, esses gastos alcançaram US$ 12,712 bilhões.

Já os turistas estrangeiros deixaram no Brasil em junho US$ 539 milhões, soma inferior ao que gastaram no mesmo período do ano passado (US$ 546 milhões).

A diferença entre o dispêndio dos turistas brasileiros no exterior e o dos estrangeiros no Brasil é uma saída líquida de US$ 1,674 bilhão em julho, ante US$ 1,464 bilhão em igual período de 2012. No ano, o resultado líquido é negativo em US$ 10,523 bilhões.

Para o acumulado deste ano, a autoridade monetária espera uma saída de US$ 16,7 bilhões por esse canal (dado revisado de US$ 16,3 bilhões). Em 2012, a conta viagens ficou negativa em US$ 15,588 bilhões.

Fonte: Valor ONLINE


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Receita vai fechar cerco a sites estrangeiros




As companhias estrangeiras de internet que operam no Brasil terão de pagar mais imposto. A pedido do governo, as agências reguladoras Anatel (telecomunicações) e Ancine (cinema) terão quatro meses para desenvolver um modelo de tributação e notificar empresas como Google, Facebook, Apple e Netflix.

Segundo a Folha apurou com integrantes da área econômica, a expectativa é que a mudança na tributação comece no início de 2014.

O ministro Paulo Bernardo (Comunicações), que já havia defendido isonomia tributária desse tipo de atividade em relação às empresas de TV por assinatura, encomendou às agências um modelo de tributação. O formato será então remetido à Receita Federal, encarregada da cobrança.

Para implantar a mudança, não é necessária nova lei, basta instruir os órgãos federais e notificar as empresas.

Ele argumenta que empresas como Google, Facebook, Apple e Netflix vendem serviços e publicidade no país, mas fazem parte da cobrança no exterior, deixando de recolher tributos.

Segundo o ministro, 25% do preço de um pacote de TV por assinatura, por exemplo, corresponde a impostos.

"Olhando isoladamente, o modelo de negócios é uma belezura. Mas quem está aqui instalado pergunta: por que eu pago imposto e ele não?", questionou Bernardo.

"Suponha dois supermercados na esquina, um paga imposto e o outro não. Esse que paga vai quebrar. O desequilíbrio é brutal. As atividades são semelhantes e têm de ser tratadas igualmente."

Bernardo evitou fazer estimativas sobre o aumento da arrecadação com a medida antes de as agências definirem como será o recolhimento e quais impostos incidirão. Também não quis dar prazo para o início da cobrança.

A maior parte das empresas de internet mantém escritórios no Brasil. O ministro, porém, afirmou que as vendas com cartão de crédito internacional não são tributadas. Ele citou como exemplo a compra de um exemplar de jornal na loja eletrônica da Apple, cujo pagamento é feito diretamente em dólares.

CONTEÚDO

O ministro indicou que também será avaliada a exigência de conteúdo nacional, hoje feita às empresas de TV por assinatura. Google, Apple e Netflix, segundo ele, oferecem serviços similares.

"As empresas aqui têm de fazer rede ou satélite para transmitir e têm de cumprir a lei aqui do ponto de vista de impostos e também de conteúdo, porque agora nós exigimos conteúdo nacional. Temos de discutir isso; no mínimo, equiparar", afirmou o ministro.

OUTRO LADO

Procurado pela Folha, o Google refutou as afirmações de Paulo Bernardo. Por meio de nota, a empresa afirmou que recolhe "todos os impostos que são devidos no Brasil, assim como em todos os outros países" nos quais opera.

Segundo a empresa, foram recolhidos mais de R$ 540 milhões em tributos às "diversas esferas do governo brasileiro" em 2012.

O Google, que tem um centro de engenharia em Minas Gerais e um escritório executivo em São Paulo, afirmou ainda que emprega mais de 600 pessoas no país e já investiu "centenas de milhões de dólares" em operação brasileira.

O Facebook disse pagar todos os impostos exigidos por lei.

Apple e Netflix não quiseram se pronunciar.

Fonte: Folha.com


Taxa de desemprego desacelera e vai a 5,6% em julho, diz IBGE




A taxa de desemprego desacelerou e foi a 5,6% em julho, abaixo da registrada no mês anterior (6%). Apesar disso, foi superior à taxa de julho de 2012 (5,4%).

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (22) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Após uma sequência de altas, foi a primeira desaceleração da taxa de desemprego no ano. Com o resultado de julho, ela volta ao patamar registrado em fevereiro, também de 5,6%.

O resultado foi inferior às estimativas dos analistas, que projetavam taxa de 5,8% no mês, e contrastam com os números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho. O Caged apontou geração de apenas 41.463 vagas em julho, quase um terço das registradas no mês anterior, junho.

Enquanto o Caged mostra o balanço dos empregos formais criados e fechados de acordo com o registro em carteira, o IBGE acusa o total de desocupados com base em pesquisas realizadas nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

O descolamento entre os dados do Caged e a pesquisa IBGE fica ainda mais evidente porque justamente foi nas regiões metropolitanas onde o Ministério do Trabalho registrou fechamento de vagas. Em julho, o saldo das nove regiões medidas por essa pesquisa foi de 11.058 postos fechados de trabalho fechados.

Foi a primeira vez desde 2003 que o Caged registrou em um mês de julho fechamento de vagas formais nas nove regiões metropolitanas do país.

Na pesquisa do IBGE, a população desocupada chegou a 1,4 milhão de pessoas nas seis regiões metropolitanas analisadas, estável em relação a junho e julho de 2012.

Já a população ocupada atingiu 23,1 milhões de pessoas, também estável em relação a junho e com alta de 1,5% ante julho de 2012, o que representou elevação de 339 mil ocupados no intervalo de 12 meses.

Fonte: Folha.com