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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Senso de humor é principal fator para 'desempate' entre candidatos a emprego




Ter senso de humor pode ser o diferencial de um candidato na hora de disputar uma vaga de emprego. Um estudo do site CareerBuilder mostrou que além de habilidades clássicas como habilidade e experiência, outros fatores também são levados em conta por empregadores.

O estudo foi realizado com 2.076 gerentes de contratação e profissionais de recursos humanos americanos em todos os setores. Eles responderam quais fatores seriam decisivos se estivessem em dúvida entre dois candidatos igualmente qualificados.

A maioria dos entrevistados (27%) optaria pelo candidato com o melhor senso de humor. O envolvimento com a comunidade seria levado em consideração por 26% e 22% escolheriam o mais bem vestido.

Ter algo em comum com o entrevistador também pode ser uma vantagem: 21% dos entrevistados escolheriam um candidato por isso.

Completam a lista os fatores de aptidão física, conhecimento sobre assuntos atuais e cultura pop, envolvimento com mídias sociais e esportes.

O QUE NÃO FAZER SE QUISER SER PROMOVIDO

O estudo também mostrou que alguns comportamentos são considerados "bandeiras vermelhas" pelos empregadores, e podem tirar qualquer candidato da disputa por uma promoção.

Profissionais que dizem "esse não é o meu trabalho", seriam excluídos por 71% dos entrevistados. Quem chega frequentemente atrasado seria eliminado por 69%.

Desonestidade também é algo mal visto pelos empregadores. 68% deles excluiriam alguém que já tenha mentido no trabalho, e 64% alguém que toma crédito pelo trabalho alheio.

Quem sai do trabalho mais cedo é mal visto por 55% dos empregadores. O mesmo percentual repudia quem toma liberdade com despesas pagas pela empresa.

Quem fofoca e não se vende profissionalmente não é visto com bons olhos por 46% e 35%, respectivamente.

Brigas no trabalho são repudiadas por 30% dos entrevistados. Quem não diz nada em reuniões se daria mal com 22%, e quem já chorou no trabalho, com 9%.

Por último, 8% dos empregadores não veem com bons olhos quem já namorou um colega de trabalho.

A pesquisa também indicou que as promoções não são necessariamente acompanhadas por uma maior remuneração. Quase dois terços dos empregadores (63%) disse que a promoção de suas empresas nem sempre implica um aumento salarial.

Fonte: Folha.com


Um terço dos patrões pretendem demitir empregados domésticos, aponta pesquisa




Sem a redução dos custos de contratação, quase um terço dos empregadores do país pretendem demitir trabalhadores domésticos após a regulamentação da lei, segundo levantamento feito pela ONG Doméstica Legal.

A pesquisa foi feita com 1.003 empregadores do mercado formal, entrevistados por meio do site da entidade (www.domesticalegal.org.br) entre os dias 10 de julho e 9 de agosto.

O percentual (31%) projetado para os domésticos contratados com carteira assinada no país equivaleria à demissão de 405 mil trabalhadores, informa o presidente da organização, Mário Avelino. "O que fica muito claro é que os empregadores estão aguardando a regulamentação da PEC 72 para de fato tomarem a decisão de continuar empregando ou demitir suas empregadas domésticas."

De acordo com o levantamento, 85% concordam com a PEC, mas, ainda assim, 31% planejam demitir. "Uma coisa é concordar. A outra, empregar", afirma.

A proposta de emenda constitucional --conhecida como PEC das Domésticas-- ampliou desde 2 de abril, data em que foi promulgada, os direitos dos empregados do setor. No entanto, vários deles --como FGTS, adicional noturno, seguro-desemprego, salário-família, seguro acidente de trabalho etc.-- precisam ainda ser regulamentados.

Até agora, só mudaram as regras referentes à jornada de trabalho, que passou a ser de 44 horas semanais --o limite é de oito horas diárias e o que exceder esse teto deve ser pago como hora extra.

CÂMARA

O projeto de lei 302, que deve regulamentar os novos direitos propostos pela emenda constitucional, aguarda votação na Câmara dos Deputados.

Recentemente, a deputada Benedita da Silva pediu para que, antes de ser votado no plenário, o PL seja avaliado nas comissões de Trabalho, de Seguridade Social, de Finanças e Tributação e pela de Constituição e Justiça. "Encaminhamos 17 propostas de emendas ao projeto para serem avaliadas. Uma das mais importantes é a redução de custos para o empregador doméstico com a finalidade de estimular a formalidade", diz Avelino.

A redução do INSS do empregador, reivindicada pela ONG, é de 4% em vez de 12%. "Só assim, quem está na informalidade --estima-se que são cerca de 70%-- virá para o mercado formal. E não vai haver dispensa desses trabalhadores", afirma o presidente do instituto.

"De julho de 2011 até agora, 3,5 milhões de microempreendedores se formalizaram no país por meio da desoneração da carga tributária. A redução do INSS de 11% para 5% foi oferecida com o MEI (Micro Empreendedor Individual). Com as domésticas, o efeito deve ser o mesmo. Só depende do governo facilitar essa desoneração", afirma Avelino.

Fonte: Folha.com


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Alta dos juros exige atenção a estoque e preços dos produtos




Com o aumento da taxa básica de juros, empresários devem ter cautela ao tomar empréstimo para formação de estoque: tentar alongar prazos de pagamento com fornecedores e buscar opções em vários bancos.

Em quatro meses, a Selic (taxa básica de juros) subiu 1,75 ponto percentual, chegando a 9% ao ano na última semana.

Como a Selic é usada como referência para demais operações de crédito no país, as empresas deverão sentir um aumento de custo na hora de buscar empréstimos para capital de giro e investimentos.

O crédito para as pequenas empresas também pode ficar mais escasso. Luiz Rabi, economista do Serasa, diz que as pequenas já têm menos opções de financiamento no mercado financeiro, como captação por venda de ações.

Além disso, diz Rabi, como o mercado de capitais está em um momento desfavorável (inclusive com cancelamentos de aberturas de capitais programadas para este ano), é possível que a maior parte do crédito bancário seja destinada a grandes empresas, que acabam sendo preferidas pelos bancos por oferecerem risco menor.

Por isso, o momento é de cautela na realização de investimentos e compras de estoques, inclusive para as vendas de Natal, afirma Celso Grisi, professor de macroeconomia da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras).

O risco é se endividar agora e a demanda não ser suficiente para fechar a conta.

"O empresário deve fazer uma análise do fluxo de caixa antes de ir ao banco. Assim, ele verifica que valor de parcela cabe para a empresa dele", afirma o consultor do Sebrae-SP João Carlos Natal.

O consultor recomenda que os empresários pesquisem em mais de uma instituição para conseguir negociar melhores prazos e taxas.

Revisar os custos da empresa e apresentar bons planos na hora de procurar um financiamento também são pontos a favor da obtenção de melhores condições, diz o consultor Maurício Galhardo, da Praxis Business.

DEMANDA

Outro fator que deve ser levando em conta é uma possível redução do consumo.

Com o orçamento já comprometido com o pagamento de dívidas (21,5% da renda das famílias brasileiras, segundo dados do Banco Central) e crédito mais caro, a população tende a consumir menos, diz Paulo Feldmann, presidente do conselho da pequena empresa da Fecomercio-SP.

Além disso, aplicações como a poupança e alguns títulos do Tesouro aumentaram sua rentabilidade com a taxa de juros. Assim, consumidores são estimulados a poupar em vez de consumir.

As empresas devem estar atentas principalmente ao estabelecer preços: de um lado, seus custos tendem a aumentar e pressionar os preços para cima, enquanto, de outro, a economia mais fraca faz com que elas sejam incentivadas a reduzir esses valores.

Fonte: Folha.com

 

 


INSS começa a pagar nesta segunda-feira os benefícios acima de um mínimo




O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) começa a pagar nesta segunda-feira (2) os benefícios para quem ganha acima de um salário mínimo.

Nesta data, recebem os segurados com cartões de pagamento com final números 1 e 6.

Calendário
Já os pagamentos aos aposentados e pensionistas que recebem até um salário mínimo estão ocorrendo desde o último dia 26.

Veja o cronograma detalhado abaixo para os pagamentos dos benefícios: 

Acima de 1 salário mínimo
Final do Benefício
Data do Pagamento
1 e 6
02/08
2 e 7
03/08
3 e 8
04/08
4 e 9
05/08
5 e 0
06/08

 

Até 1 salário mínimo
Final do Benefício
Data do Pagamento
Fonte: Previdência Social
1
26/08
2
27/08
3
28/08
4
29/08
5
30/08
6
02/09
7
03/09
8
04/09
9
05/09
0
06/09

 

Cuidados especiais
Na época do pagamento dos benefícios, aposentados e pensionistas devem tomar cuidados especiais. Para aqueles que pensam que os golpes só acontecem quando estão na fila dos bancos, é preciso mais atenção.

Isso porque os golpistas já utilizam telefonemas e até visitas às casas dos beneficiários para conseguir o dinheiro. Para que as pessoas não caiam em armadilhas, o INSS dá algumas orientações.

Cartão
O cartão da aposentadoria é a garantia de que o aposentado ou pensionista receberá o benefício. Por isso, o cuidado com o plástico deve ser extremo e a senha deve ser a mais segura e menos óbvia possível, para que você não a esqueça e ninguém consiga decifrá-la.

Caso ocorra a perda ou o roubo do cartão, avise imediatamente o INSS, o banco responsável e a polícia. Lembre-se também de solicitar seu cancelamento imediato.

Terceiros
Como existem segurados que não têm condições de ir à agência bancária para sacar o dinheiro, o mais indicado é escolher apenas uma pessoa de extrema confiança.

Para não correr o risco de cair em golpes, nunca aceite ajuda ou oferta de vantagem de terceiros, mesmo que estas pareçam atrativas. Caso tenha dúvidas, vá até uma agência do INSS.

Abordagem
Muito cuidado! Algumas pessoas se passam por servidores do INSS e oferecem ajuda para requerer um benefício ou conseguir reajuste. Por isso, é preciso estar atento ao ser abordado por qualquer pessoa, até mesmo para uma conversa.

Como alguns golpes acontecem nas filas dos bancos e agências do INSS, o beneficiário deve evitar conversar com estranhos e ir sozinho sacar o dinheiro. Caso seja abordado por alguém em sua casa ou nas agências, denuncie.

Fonte: InfoMoney


Mercado prevê crescimento maior do PIB e inflação mais alta neste ano




Analistas do mercado financeiro revisaram para cima suas projeções para o crescimento da economia, inflação e dólar em 2013, mostrou o relatório Focus, divulgado nesta manhã pelo Banco Central (BC).

No documento, os agentes consultados pela autoridade monetária esperam que a economia avance 2,32% em 2013, em vez de 2,20%. Para 2014, a estimativa é de um crescimento de 2,30%.

A projeção para o aumento do IPCA em 2013 saiu de 5,80% para 5,83%. A estimativa do índice de preços para 2014 permaneceu em 5,84% de incremento.

As cerca de cem instituições financeiras ouvidas semanalmente pelo BC elevaram a projeção para a taxa de câmbio no fim deste ano --esperam dólar a R$ 2,36, em lugar de R$ 2,32. Em 2014, a moeda americana deve terminar a R$ 2,40, ante R$ 2,38 previstos antes.

Na última sexta-feira, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresceu 1,5% no segundo trimestre deste ano, sobre os primeiros três meses de 2013, feitos os ajustes sazonais.

O resultado ficou acima da estimativa média de 1% apurada pelo Valor Data junto a 15 consultorias e instituições financeiras.

Na semana passada, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, passou a trabalhar com uma previsão de crescimento do PIB em 2013 de 2,5%, ante estimativa anterior de 3%. Mesmo com um avanço de 1,5% da economia no segundo trimestre, considerado bom pelo ministro, ele preferiu aguardar o resultado do terceiro trimestre para fazer qualquer alteração nessa expectativa.

Fonte: Folha.com


domingo, 1 de setembro de 2013

Projeto Rota 28 pretende incentivar negócios entre Araguari e Uberlândia




Integrar Araguari e Uberlândia a partir da geração de negócios e oportunidades envolvendo a BR-050, que liga os dois municípios do Triângulo Mineiro. Este é o objetivo do projeto "Rota 28", lançado em Araguari na manhã desta quarta-feira (28), na Estação Stevenson. O nome foi escolhido com base na distância entre as duas cidades e o intuito da iniciativa é, também, garantir mais integração política e econômica das cidades por meio do trecho.

O projeto é uma parceria entre as Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs) e as prefeituras. O lançamento ocorre na semana em que os municípios completam 125 anos. “Precisamos adotar situações dessa natureza para que esse exemplo possa ser copiado, permitindo a expansão das empresas de forma consistente”, justificou o presidente da CDL Uberlândia, Celso Vilela.

Entre os destaques da "Rota 28" está a revitalização da Maria Fumaça, que vai ligar cinco cidades da região: Araguari, Uberlândia, Uberaba, no Triângulo Mineiro e Araxá e Ibiá, na região do Alto Paranaíba. Um instituto será criado para coordenar o empreendimento e a previsão é de que 80% do projeto esteja pronto em até sete anos. “Já temos algumas empresas que estão com projetos para serem investidos aqui na área, como turismo rural, ecoturismo e turismo náutico às margens da represa do Rio Araguari", ressaltou o secretário de Desenvolvimento Econômico de Araguari, Clésio de Meira. 

Ainda segundo o secretário, os roteiros criados serão todos oficializados pela Secretaria de Estado de Turismo e pelo Ministério de Turismo dentro do Programa Nacional de Regionalização do Turismo.   

De acordo com o prefeito de Uberlândia, Gilmar Machado, o pedágio que será instalado na BR-050 entre as duas cidades não vai comprometer a rota turística. “Quando envolve uma rota dessa você tem um circuito e, então, tem condições para que as pessoas que participam das duas cidades tenham tratamento diferenciado no pedágio. Portanto, não vai prejudicar o trabalho que vamos fazer”, afirmou.

Fonte: G1