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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Organizações acusam Facebook de desrespeitar acordo de privacidade




O Facebook enfrenta a perspectiva de uma nova batalha contra os defensores da privacidade, com relação à mais recente revisão de suas normas, e os usuários com menos de 18 anos são a principal causa de discórdia.

As seis principais organizações norte-americanas de defesa da privacidade enviaram uma carta conjunta a políticos e às autoridades regulatórias dos Estados Unidos ontem argumentando que as mudanças recentemente propostas pelo site de redes sociais para sua política de uso de dados violam os termos de um acordo sobre privacidade que a companhia assinou em 2011 com a Comissão Federal de Comércio (FTC), ao permitir o uso rotineiro de nomes e imagens de usuários para fins publicitários sem o consentimento destes.

O Facebook enviou um e-mail aos seus usuários na quinta-feira passada para notificá-los das mudanças propostas. Segundo a empresa, o objetivo era "tornar nossas práticas mais claras". Uma seção foi acrescentada para compatibilizar as regras com um acordo de US$ 20 milhões que a companhia fechou na semana passada quanto a alegações de que usou nomes e imagens de usuários nos seus anúncios de "história patrocinada" sem pagar os usuários ou permitir que estes optassem por não participar. As normas agora estipulam que os usuários conferem permissão para isso quando usam o site, e que concordam em não receber remuneração.

"Esse é um esforço do Facebook para ganhar poderio de dados, com o objetivo de permitir que recolha mais informações sobre o que seus usuários fazem em seus aparelhos móveis e permitir aos serviços terceirizados de publicidade, cada vez maiores, que direcionem publicidade aos usuários do Facebook", disse Jeff Chester, diretor executivo do Center for Digital Democracy, um dos signatários da carta. "Estão iludindo propositadamente os usuários quanto ao que a mudança significa".

Na carta endereçada aos comissários da FTC, com cópia para congressistas encarregados dos comitês de proteção ao consumidor e comércio, os defensores da privacidade afirmam que a formulação das proteções era significativamente mais fraca que em versões anteriores, as quais permitiam aos usuários do Facebook ajustar seus controles de privacidade para "limitar" até que ponto seu nome e imagem poderiam ser associados a conteúdo comercial.

Eles também dizem que o impacto da mudança de norma para os menores de idade é "especialmente pernicioso". Uma alteração adotada sob a nova norma afirma que usuários com menos de 18 anos que assinem para o Facebook estão para todos os efeitos afirmando que seus pais ou tutores legais concordaram em permitir o uso do nome, foto e outros tipos de conteúdo postados pelo menor para fins comerciais.

"Essa 'suposição de consentimento' eviscera quaisquer limites significativos à exploração comercial de imagens e nomes de jovens usuários do Facebook", escreveram os defensores da privacidade. "Isso contraria o reconhecimento da FTCV de que adolescentes são um grupo sensível que merece proteção adicional de privacidade".

A carta também alega que as mudanças contrariam os termos do acordo que o Facebook e a FTC assinaram em 2011 --proibindo mudanças de normas que resultem em compartilhamento de informações de usuários sem o consentimento expresso destes. As mudanças de regulamento, argumentam, representam expansão dos dados compartilhados, mas permitem só que os usuários optem de modo limitado por exclusão dessas normas, em lugar de permitir adesão a elas apenas aos que assim desejarem.

Fonte: Folha.com


Nova lei permitirá ampliação da defesa da concorrência, diz presidente do Cade




As mudanças que ocorreram com a nova lei antitruste (nº 12.529) vão permitir que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) amplie as investigações contra condutas anticompetitivas (como cartéis) em setores com mais impacto para a vida da população e distribuídos em diversas regiões do país.

A informação é do presidente do órgão, Vinicius Marques de Carvalho, ao analisar os efeitos da nova lei, que completou um ano em maio deste ano e será discutida hoje à noite em um encontro no Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa), em São Paulo.

Ele foi nomeado na quarta-feira (4) para assumir a vice-presidência da ICN (International Competition Network), o maior fórum de autoridades da concorrência do mundo, que reúne 128 agências antitruste de 111 países.

Carvalho, primeiro brasileiro a receber essa nomeação, ocupará a função de vice-presidente da entidade. O outro vice-presidente é o francês Bruno Lasserre.

A entidade coordena ações para combater cartéis internacionais e de controle de fusões transnacionais, além de discutir novas regras e práticas de defesa da concorrência.

MULTAS

Após a nova lei entrar em vigor, em 29 de maio de 2012, o "novo Cade" aplicou R$ 170 milhões em multas a empresas condenadas em 11 casos envolvendo condutas anticompetitivas.

De maio de 2012 a maio deste ano, o conselho julgou 23 processos envolvendo suspeita de condutas anticompetitivas. Desse total, 12 resultaram em absolvições (foram arquivados) e 11 em condenações.

As condenações foram feitas em diversos setores da economia, como combustíveis, rolamentos industriais, produção de cal e agências de viagens.

De 2009 a 2012, antes de a lei entrar em vigor, o órgão havia avaliado 55 processos administrativos envolvendo suspeitas de condutas anticompetitivas. Desses foram 9 condenações no período de quatro anos.

"A nova lei e as mudanças de gestão, com a reorganização interna do Cade, trouxeram mais eficiência na análise de casos mais simples, com a implementação da análise prévia dos atos de concentração", afirma Carvalho.

"Em consequência, o Cade pode se dedicar cada vez mais ao aperfeiçoamento do combate a condutas anticompetitivas, como cartéis", diz.

Fonte: Folha.com

 


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Baixa renda lidera demanda por cartões de crédito no país, diz Seras




O aumento do número de pessoas empregadas com carteira assinada impulsionou o mercado de cartões de crédito nos últimos anos, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira (4) pela Serasa Experian.

Os maiores entusiastas dos cartões de crédito são adultos com média de trinta anos e renda mensal média de R$ 1428,78. O grupo, que representava 12% do total de consumidores brasileiros de cartões de créditos no ano passado, agora equivale a 16% deste mesmo total.

Baixa renda lidera


Segundo a Serasa, a maior demanda de novos cartões de crédito está na baixa renda (cerca de 26% do total), com idades entre 20 e 30 anos e empregos que exijam pouca qualificação ou mesmo informais.

A pesquisa considera de baixa renda os consumidores que recebem até um salário mínimo (R$ 678).

Os números revelaram ainda um crescimento de adesões e participações da classe E, cuja representatividade passou de 6,2%, em 2009, para 16,8% em 2013, num processo crescente a cada ano.

Juros altos podem favorecer aumento de dívidas


Ainda segundo o estudo, cerca de oito em cada dez pessoas buscam por crédito ou serviços em mais de uma instituição.

"Estes cidadãos estariam começando a aprender a lidar com crédito justamente numa modalidade em que os juros são altos. Assim, o risco de terem uma primeira experiência frustrante de crédito não é desprezível", afirma o presidente da Serasa Experian, Ricardo Loureiro.

O levantamento usou informações de 1 milhão de CPFs e fez comparativos entre os primeiros trimestres de 2009 a 2013.

Fonte: Folha.com

 

 


Confiança do comércio tem maior queda em um ano, aponta CNC




A confiança dos empresários do comércio caiu 4,2% em agosto, na comparação com o mesmo mês de 2012, registrando a maior retração nesta base de comparação em um ano, informou nesta quarta-feira a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em relação a julho, houve avanço de 0,8% na série sem ajuste sazonal. A CNC não divulga o indicador com ajuste sazonal.

Para os empresários consultados, tanto as condições atuais quanto as expectativas para os negócios estavam piores no mês passado que em agosto de 2012. O Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC) recuou 11,6% no período, enquanto o Índice das Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC) baixou 2,5%. O Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) também recuou, mas em menor intensidade. A retração em agosto foi de 0,2% frente ao mesmo mês de 2012.

Na comparação mensal (agosto ante julho), sem ajuste sazonal, o índice de condições atuais caiu 1,2%, ao passo que o índice de expectativas subiu 1,5% e o índice de investimento subiu 1,4%.

No que diz respeito à economia brasileira, a confiança dos empresários recuou 21,5% entre agosto deste ano e o mesmo mês de 2012. Também pioraram as expectativas para o cenário econômico, que apresentaram retração de 5,4% neste período.

Apesar disso, a CNC afirma que há no comércio a perspectiva de que o volume de vendas no segundo semestre supere em 4,5% o valor registrado na primeira metade do ano. "Contudo, o comportamento da taxa de câmbio no curto prazo será fundamental para sustentar esta projeção", destaca a entidade em relatório.

Fonte: UOL Notícias


Ipea alerta para sinais preocupantes no mercado de trabalho




O mercado de trabalho brasileiro mostrou sinais preocupantes ao final do primeiro semestre, na avaliação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que divulgou nesta quarta-feira seu Boletim de Mercado de Trabalho. O instituto alertou que, ao término dos primeiros seis meses desse ano, o cenário de emprego mostrou desaquecimento no mercado de trabalho metropolitano no país, tendência de crescimento na taxa de desemprego e estagnação no nível de ocupação. Além disso, o instituto observou que os rendimentos médios reais pararam de crescer - chegando a apresentar retrações no segundo trimestre.

No documento, o Ipea salientou que o cenário econômico no primeiro semestre do ano apresentou contexto não muito favorável, com perda de dinamismo tanto da produção industrial, quanto das vendas de varejo. Além disso, a inflação apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulada em 12 meses, com aumento de 6,27% até julho, mostra-se muito próxima ao limite superior da meta inflacionária (de 6,5%)perseguida pelo Banco Central. Todos esses fatores, na opinião do Ipea, ajudaram a formar ambiente desaquecido no mercado de trabalho metropolitano, no período.

Um dos aspectos que chamaram atenção do Ipea em seu estudo foi o comportamento da taxa de desemprego. Embora a taxa de 6% observada em junho tenha sido uma das menores da série histórica, o Ipea alertou que esse indicador apresentou tendência de crescimento no primeiro semestre, na análise do instituto - comportamento que não havia sido observado no mesmo período, na taxa de desemprego, em anos imediatamente anteriores.

Quanto à ocupação no mercado de trabalho, o Ipea descreveu o patamar como "virtualmente estagnado" no primeiro semestre, com "crescimento anual praticamente nulo nos últimos meses". Essa perda de dinamismo na capacidade de geração de empregos fez com que os rendimentos médios reais dos trabalhadores parassem de crescer, detalhou o instituto.

Para o Ipea, a trajetória da renda levanta outras questões. Isso porque o comportamento do rendimento tem influência direta no poder aquisitivo da população - e, por consequência, na intenção de consumo. O instituto aventou a possibilidade de que esse cenário de renda sem sinais de novas elevações possa continuar. "Dessa forma, o crescimento econômico tão necessário para reaquecer o mercado de trabalho terá que ser gerado por outras fontes que não apenas o consumo das famílias", alertou o instituto.

Fonte: Valor ONLINE


terça-feira, 3 de setembro de 2013

De onde surgem as melhores ideias nas franquias?




Já se tornou comum dizer que toda empresa deve escutar seu cliente. Com reclamações ou elogios, o consumidor sempre traz informações valiosas sobre a qualidade dos produtos, serviços e do atendimento.

Além disso, dá dicas preciosas sobre quais produtos devem vender mais ou menos, ajudando o empresário a gerir estoques e ter boas ideias para lançamentos, melhorias ou inovações.

Nas redes de franquia, além do cliente, há um outro tipo de "informante" capaz de trazer sugestões, ideias e palpites tão preciosas quanto aquelas trazidas pelo próprio consumidor. Esse "informante" é o franqueado.

O franqueado pode e deve trazer informações para a empresa franqueadora e para toda rede.

Ele pode apontar quais são as campanhas de marketing que dão mais resultados e quais os produtos e serviços mais bem avaliados pelos consumidores – dados que serão de extrema relevância para o desenvolvimento da empresa. 

Pode também informar quais são as ações que a concorrência local vem fazendo e como elas têm sido recebidas pelo cliente. Além disso, é papel do franqueado reclamar e apontar os erros da franqueadora – de preferência, dando também sugestões sobre como consertar o problema.

E a empresa franqueadora pode e deve usar esses dados para aprimorar os resultados da sua rede – ou ao menos para trazer essas visões externas e assim ter mais ferramentas para planejar as estratégias de curto e médio prazo.

Eis o grande trunfo dos franqueadores que crescem de forma mais sustentável: criar canais abertos de comunicação com seus franqueados e estimular sua participação no desenvolvimento da empresa.

É um ciclo positivo, pois à medida que a rede ganha novos franqueados, ela será oxigenada com novas ideias e possibilidades, o que só contribui para o sucesso da empresa.

Ao criar um canal de comunicação para rede, porém, o mais importante é que todas essas informações sejam tratadas de forma estratégica pela empresa, e não como uma simples opinião pessoal. É preciso ter método nesta comunicação.

Dá trabalho, mas vale a pena. Há diversas provas de que colher sugestões de franqueados e implantá-las trazem excelentes resultados. Talvez o caso mais exemplar seja o Bic Mac do Mc Donald"s, criado por um franqueado americano da rede.


Por isso, ao ingressar numa empresa de franquias, uma das principais vantagens que o empreendedor encontrará é fazer parte dessa rede de informações e aprender com os erros, os acertos e todo tipo de experiência que os outros franqueados já tiveram.

E para a empresa, seja ela franquia ou não, o principal benefício de criar uma comunicação de mão dupla com sua equipe é colher dados que ajudarão a dar um passo a frente na disputa cada vez mais acirrada pela preferência do consumidor.

 

Fonte: Folha.com