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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

IR 2013: ainda não teve a restituição liberada? Saiba o que fazer




A Receita Federal liberou, nesta segunda-feira (9), a consulta ao quarto lote de restituições do Imposto de Renda 2013. Para saber se teve a restituição liberada, o contribuinte pode acessar o site da Receita Federal ou ligar para o Receitafone, no número 146. O dinheiro será depositado no banco no dia 16. 

Mais três lotes serão liberados até o fim do ano (veja calendário).

Se você não recebeu a restituição até agora, isso não significa, necessariamente, que caiu na malha fina, mas existe essa possibilidade. No total, 1,32 milhão de contrubuintes caíram na malha fina neste ano, sendo 424 só no Estado de São Paulo. 

Veja, a seguir, como checar sua situação e regularizá-la. 

Consulta via internet


Os contribuintes podem checar, pela internet, o andamento de sua declaração. A consulta deve ser feita no portal e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte).

É possível verificar, por exemplo, se a declaração tem pendências e caiu na malha fina. Nesse caso, é possível resolver os problemas, enviando uma declaração retificadora. Quanto mais cedo a correção for feita, mais rapidamente a restituição deve ser liberada. 

Além disso, o contribuinte que tem imposto a pagar pode conferir, no site, se as quotas do IR estão sendo quitadas corretamente. Pode também pedir, alterar ou cancelar o pagamento das quotas por débito automático; ou identificar e parcelar eventuais débitos em atraso, dentre outros serviços.

Andamento da declaração


O site da Receita classifica a situação da declaração de diversas formas ("em processamento", "processada", "em análise" etc.). Veja abaixo o significado desses e de outros termos usados pela Receita:

Em processamento: esse status indica que a declaração foi recebida, encontra-se na base de dados da Receita Federal, mas o processamento não foi concluído. Caso o contribuinte esteja aguardando por uma restituição, terá que esperar até o próximo lote. Se houver alguma pendência, será informada;

Processada: indica que a declaração foi recebida e o processamento encerrado com sucesso;

Em análise: indica que a declaração entregue foi processada e segue em análise por duas razões: a Receita Federal está aguardando o contribuinte apresentar documentos solicitados via intimação ou o processo de análise de documentos entregues pelo contribuinte ainda não foi concluído;

Retificada: indica que a declaração original foi substituída integralmente por uma declaração retificadora apresentada pelo contribuinte;

Cancelada: indica que a declaração foi cancelada por interesse da administração tributária ou pelo próprio contribuinte. Dessa forma, ela deixa de ter seus efeitos legais;

Tratamento manual: o formulário está em análise pela Receita e o contribuinte deve aguardar contato.

Como acessar os serviços da Receita pela internet


Para acompanhar o andamento da declaração e usar os serviços mencionados, basta acessar o Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC) e informar seu CPF, código de acesso e senha.

O código de acesso é gerado no próprio site. É preciso ter em mãos o número do CPF e os recibos de entrega da declaração dos dois últimos anos. Com essas informações, é possível acessar o sistema e consultar o extrato detalhado.

Veja a seguir os principais serviços que podem ser consultados no site:

  • Dia e hora de entrega da declaração;
  • Modelo escolhido (completo ou simplificado);
  • Valor do imposto a restituir;
  • Valor das quotas a pagar e o status dos pagamentos;
  • Inclusão, alteração ou cancelamento de débito automático das quotas;
  • Identificação ou parcelamento de eventuais débitos em atraso;
  • Identificação de possíveis pendências que deixaram a declaração em malha fina e saber como resolvê-las, normalmente por meio de retificação da declaração ou de comparecimento à Receita Federal para apresentação de documentação comprobatória.

 

Fonte: UOL Economia


Juros cobrados pelos bancos têm pequena alta em setembro, indica Procon




Os principais bancos do país iniciaram setembro cobrando mais caro para conceder crédito por meio de empréstimo pessoal e cheque especial. De acordo com a pesquisa da Fundação Procon-SP, nos dois casos, o reajuste acompanhou o movimento de alta da taxa básica de juros, a Selic.

Na média, o valor contratado em operações de empréstimo pessoal para um período de 12 meses teve como base de correção 5,27% ao mês, taxa maior do que a verificada em agosto (5,24%).

Entre sete instituições financeiras pesquisadas, a Caixa Econômica Federal foi a que fixou a menor taxa, de 3,51%, seguida pelo Banco do Brasil (4,46% ante 4,36%), o equivalente a uma alta de 2,29% sobre agosto último.

Ocorreram ainda pequenas elevações nos seguintes bancos: Santander (5,99% ante 5,91%) ou 1,35% acima do cobrado em agosto; no Bradesco (6,27% ante 6,23%) com alta de 0,64%. Já no Safra, foi mantido em 4,90%; no HSBC (5,77%) e, no Itaú, (6,02%).

Em relação ao crédito do cheque especial, o índice para o período de 30 dias subiu para 8,03%, ante 7,98% em agosto. A menor taxa foi encontrada também na Caixa (4,41%, ante 4,27%) e a maior, no Santander (10,09% ante 9,99%), com aumento de 1%.

No Banco do Brasil, o correntista passou a pagar 6,02% pela utilização desse dinheiro, ante uma taxa anterior de 5,91%, o que significa uma elevação de 1,86%. No Bradesco, o custo do crédito do cheque especial subiu de 8,86% para 8,90% ao mês, com alta de 0,45% sobre agosto. Nos demais bancos não houve alteração.

A Fundação Procon lembra que, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), entre os dias 27 e 28 de agosto, as autoridades monetárias elevaram a taxa básica de juros, a Selic, de 8,50% para 9% ao ano, na quarta alta consecutiva. O Procon-SP acrescenta ainda que a ata do Copom sinalizou tendência de alta dos juros. A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 8 e 9 de outubro.

Fonte: UOL Economia


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Veja 10 dicas para sua empresa ser popular no Facebook




O Facebook possui hoje 73 milhões de usuários no Brasil, segundo dados da própria empresa. As empresas podem aproveitar esse público imenso presente na rede social para divulgar sua marca e vender produtos ou serviços.

Veja 10 dicas da consultora Francielli Lima, coordenadora de web da agência de comunicação e mídias sociais RaeMP, sobre como cuidar da página da sua empresa na rede para ganhar mais fãs e ser mais popular entre os usuários.

1 - Defina objetivos

Não adianta entrar na rede sem saber o que se pretende. Defina objetivos relevantes para o público-alvo e importantes para a empresa. Trabalhe sua marca, crie campanhas, dê descontos e anuncie. Estabeleça estratégias para conseguir retorno para o negócio, sempre com o apoio de um profissional capacitado para o trabalho.

2 - Estabeleça o que falar

O conteúdo é a alma do negócio. Por isso, defina uma linha editorial que contemple conteúdos relevantes e pertinentes ao meio, com linguagem e tons adequados, e que correspondam às expectativas da empresa e dos públicos.

3 - Publique regularmente

Publicar um post hoje e outro daqui a um mês não gera engajamento do público com a marca. Estabeleça uma periodicidade de publicações e não perca esta rotina. Uma média de duas publicações por dia é o suficiente. Planeje o que vai publicar e use o recurso do próprio Facebook para o agendamento do post.

4 - Explore todos os recursos

Use e abuse das possibilidades que o Facebook oferece para a publicação de imagens, vídeos, textos curtos, áudio, criação de eventos, enquetes, aplicativos e anúncios. Todos os recursos, se bem usados, aumentam o número de curtidas, comentários e compartilhamentos da página.

5 - Tenha bom senso

Para preservar a imagem da empresa, avalie com critério o conteúdo que vai postar. Nunca exponha dados sigilosos, não use imagens fora de contexto nem faça piadas infames 

6 - Faça uma abordagem informal

Lembre-se que do outro lado da tela existem pessoas. Por isso, faça com que seus fãs sejam parte da sua página. Humanize sua marca com uma abordagem próxima do público, leve e informal. "Não entre de terno e gravata em um ambiente onde todos estão de bermuda e camiseta", diz a especialista.

7 - Não minta e não omita

Nas redes sociais, o público pede transparência. Se for questionado, responda. Se não tiver a resposta na hora, informe e vá em busca da solução. Mas não prometa o que não pode cumprir. Caso cometa algum deslize, o melhor a fazer é admitir a falha e se retratar o mais rápido possível.

8 - Seja original e respeite as leis

Seja criativo na escolha de suas postagens e sempre dê a referência de onde obteve determinada imagem, texto ou vídeo.

9 - Fique atento às regras

Fique sempre de olho nas regras do Facebook para não criar ações que não são permitidas. Crie também as regras internas para sua empresa, a partir dos termos de uso da rede social, e um manual de conduta para os funcionários saberem o que podem e o que não podem fazer.

10 - Avalie os resultados

Depois de criar a página, chegou a hora de mensurar os resultados para saber se seus esforços estão indo na direção correta. Use o painel administrativo do Facebook e analise dados como números de novos curtidas, comentários, compartilhamentos e o que mais achar relevante para seus objetivos. Analise os quesitos quantitativos e qualitativos da página.

Fonte: UOL Notícias

 


Gastos com alimentação aumentam e inflação acelera para 0,24% em agosto




A variação nos preços do grupo Alimentação e Bebidas contribuiu de forma importante para que a inflação, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), registrasse aumento mais intenso no mês de agosto.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no oitavo mês de 2013, a inflação acelerou para 0,24%, frente ao 0,03% registrado em julho, uma diferença de 0,21 ponto percentual.

Em 12 meses, a inflação medida pelo IPCA acumula alta de 6,09%, enquanto no acumulado do ano a variação é de 3,43%.

Grupos
Em agosto, a principal contribuição para a aceleração do IPCA partiu do grupo Alimentação e Bebidas, que passou de -0,33% para 0,01% no período, uma diferença de 0,34 ponto percentual. Foram vários os produtos que ficaram mais caros de um mês para outro, mas o destaque foi o leite longa vida, com alta de 3,75%.


Além de Alimentação e Bebidas, outros grupos contribuíram para o aumento da inflação entre julho e agosto, são eles: Artigos de Residência (de 0,28% para 0,89%), Vestuário (de -0,39% para 0,08%), Transportes (de -0,66% para -0,06%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,34% para 0,45%) e Educação (de 0,11% para 0,67%).

No caso de Vestuário, vale destacar as roupas infantis que ficaram 0,72% mais caras, sendo os produtos que mais subiram no grupo.

No que diz respeito aos grupos Despesas Pessoais (de 1,13% para 0,39%) e Comunicação (de 0,20% para 0,02%), estes apresentaram movimento contrário no período. Já Habitação repetiu a variação da medição anterior, de 0,57%.

Regiões
Entre os índices regionais, Brasília apresentou a taxa mais alta de agosto, ficando com inflação de 0,46%. De acordo com o IPCA, na cidade, o resultado teve influência, sobretudo, das passagens aéreas, que apresentaram alta de 3,41%.


Fortaleza, por outro lado, teve o menor resultado do mês, de -0,11%, enquanto São Paulo e Rio de Janeiro registraram inflação de 0,26% e 0,19%, respectivamente.

Fonte: InfoMoney


IPCA avança 0,24% em agosto, aponta IBGE




O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,24% em agosto, após elevação de 0,03% em julho, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em agosto do ano passado, o índice teve alta de 0,41%.

Com o resultado de agosto, o IPCA acumulou alta de 3,43% em 2013. No mesmo período do ano passado, a inflação acumulada no ano era de 3,18%.

Nos 12 meses encerrados em agosto, a inflação medida pelo IPCA foi de 6,09%, menor variação acumulada em 12 meses desde dezembro de 2012. Nos 12 meses terminados em julho, a taxa correspondeu a 6,27%. É o segundo recuo consecutivo nessa comparação.

Os nove grupos que compõem o IPCA apresentaram as seguintes variações na passagem de julho para agosto: alimentação e bebidas (0,01%), habitação (0,57%), artigos de residência (0,89%), vestuário (0,08%), transportes (-0,06%), saúde e cuidados pessoais (0,45%), despesas pessoais (0,39%), educação (0,67%) e comunicação (0,02%).

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) subiu 0,16% em agosto, depois da queda de 0,13% em julho. No acumulado em 12 meses até agosto, o INPC subiu 6,07%, indicando recuo em relação aos 12 meses encerrados em julho, quando ficou em 6,38%. No ano, o INPC acumula inflação de 3,33%, abaixo da taxa de 3,46% relativa a igual período de 2012.

Fonte: Valor ONLINE


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Crédito faz brasileiros quererem gastar mais nas férias de 2014




Enquanto a maioria dos viajantes do mundo planeja gastar menos em 2014, no Brasil, o cenário é diferente. Cerca de 40% pretendem gastar mais em suas férias em 2014, enquanto 29% manterão o mesmo orçamento deste ano.

Segundo a pesquisa global TripBarometer da TripAdvisor, os brasileiros também estão mais otimistas com a economia, em relação aos demais viajantes globais. Mais de 44% estão confiantes, enquanto 30% dos viajantes do mundo têm o mesmo sentimento.

Um dos motivos para o aumento do orçamento para as desejadas férias é o crédito. Segundo o estudo, mais de 62% dos viajantes brasileiros e da América do Sul estão mais dispostos a usar o crédito. "Pontos de vista sobre as perspectivas econômicas refletem a vontade dos viajantes em usar o crédito, quanto mais otimistas sobre a economia, mais provável o uso do cartão para financiar suas viagens", apontou o estudo. Neste aspecto, o Brasil é o quarto País do mundo onde os viajantes são mais otimistas em relação à economia.

"O País ocupa um lugar de destaque em comparação com outros mercados mundiais quando se trata de otimismo em relação à economia, aumentando seus gastos com viagens, mesmo que isso signifique sacrificar gastos em outras áreas", diz a porta-voz do TripAdvisor no Brasil, Blanca Zayas.

Mais viagens e mais longas
Para os brasileiros, 2014 trará mais férias: 50% deles esperam aumentar as férias mais longas e 37% têm planos de fazer mais viagens de curta duração. Quase 100% planejam viagens para destinos dentro do Brasil para o ano que vem e 27% não estão planejando viajar para o exterior este ano.


No mundo, muitos viajantes planejam mais viagens em 2014, 20% com planos para férias curtas e 11% para férias longas.

Foram entrevistados 19.692 viajantes de 26 países, maiores de 18 anos e que fizeram uma reserva de viagem on-line e viajaram ao menos uma vez no ano passado. 

Fonte: InfoMoney