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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Taxa de juros para pessoas físicas sobe e atinge maior valor desde novembro de 2012




No mês passado, a taxa de juros média geral para pessoa física apresentou avanço de 0,03 ponto percentual, passando de 5,48% ao mês, em julho, para 5,51% ao mês, em agosto. Segundo dados divulgados pela Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), nesta quinta-feira (12), este é o maior resultado desde novembro do ano passado.

Consideradas as seis linhas de crédito utilizadas pelo consumidor e analisadas pela Anefac, apenas o cartão de crédito-rotativo se manteve estável, em 9,37% ao mês. As outras cinco foram elevadas ficando da seguinte forma:

Juros do comércio: de 4,10% a.m. para 4,11% a.m.

Cheque especial: de 7,77% a.m. para 7,81% a.m.

CDC – bancos – financiamento de automóveis: de 1,58% a.m. para 1,61% a.m.

Empréstimo pessoal - bancos: de 3,08% a.m. para 3,10% a.m.

Empréstimo pessoal – financeiras: de 6,99% a.m. para 7,03% a.m.

Juros e Selic
Ainda conforme a Anefac, considerando todas as reduções e elevações da taxa Selic, a taxa básica de juros, promovidas pelo Banco Central desde julho de 2011, houve uma redução da Selic de 3,50 pontos percentuais, ao sair de 12,50% ao ano em julho de 2011 para 9% ao ano em agosto de 2013. No mesmo período, a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 30,87 pontos percentuais, de 121,21% ao ano em julho de 2011 para 90,34% ao ano no mês passado.

Na opinião do coordenador de estudos econômicos da Anefac, Miguel Ribeiro de Oliveira, é provável que as taxas de juros das operações de crédito voltem a ser elevadas nos próximos meses, tendo em vista os atuais indicadores de inflação mostrando pressões inflacionárias, bem como o fato do índice oficial de inflação estar bem acima do centro da meta do BC, o que deve levar a uma nova elevação da Selic.

Fonte: InfoMoney


Rede social lança campanha para funcionários levarem pais ao trabalho




A rede social LinkedIn, voltada ao mercado de trabalho, está fazendo uma campanha para que profissionais levem seus pais ao escritório no dia 7 de novembro.

A ideia é que os pais possam entender melhor o que os filhos fazem. A rede social apresentou também uma pesquisa em que mostra que um em cada três parentes admite não ter saber ao certo como funciona o trabalho dos filhos.

O LinkedIn publicou também uma lista das 15 profissões menos compreendidas pelos pais. São elas:

§  Atuário - 72%

§  Designer de interface de usuário - 68%

§  Subeditor - 65%

§  Produtor de rádio - 64%

§  Gerente de time de esportes - 64%

§  Cientista de dados - 60%

§  Designer de moda - 60%

§  Gerente de mídias sociais - 59%

§  Técnico de laboratório - 56%

§  Assistente pessoal - 52%

§  Banqueiro de investimentos - 52%

§  Gerente de relações públicas - 52%

§  Sociólogo - 51%

§  Piloto - 50%

§  Bombeiro - 49%

A campanha acontecerá em 14 países: Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Cingapura, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Hong Kong, Índia, Inglaterra, Itália e Suécia.

A rede social fez uma página para a campanha.

Fonte: Folha.com


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Inadimplência do consumidor cai ao menor nível para agosto desde 2004




A inadimplência do consumidor caiu 5,5% em agosto, ante julho, de acordo com a Serasa Experian. É o terceiro recuo mensal consecutivo e a menor variação para meses de agosto desde 2004, informou a empresa de análise de crédito.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o indicador de inadimplência calculado pela Serasa recuou 10%. No acumulado dos primeiros oito meses do ano, houve alta de 2,2%, uma desaceleração frente ao acumulado até julho, de 4,0%.

A queda da inadimplência do consumidor em agosto, a exemplo dos meses de junho e julho, decorre da atitude cautelosa de evitar a aquisição de novos bens e serviços, diz a Serasa.

As dívidas não bancárias (junto a cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços, como telefonia) e a inadimplência com os bancos foram as responsáveis pela queda do indicador em agosto, com variações negativas de 4,4% e 5,4%, respectivamente. Os cheques sem fundos apresentaram queda de 13,4% e os títulos protestados avançaram 2,1% no mês passado.

O valor médio da inadimplência não bancária e dos títulos protestados teve queda de 5,9% e 4,1%, respectivamente, de janeiro a agosto de 2013, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Já as dívidas com os bancos e os cheques sem fundos registraram alta de 3,7% e 9,9%, respectivamente.

Fonte: Valor ONLINE


1 em cada 3 alimentos é desperdiçado no mundo; prejuízo chega a US$ 750 bi




A FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) afirmou nesta quarta-feira (11), em estudo publicado em Roma (Itália), que o desperdício com alimentos no mundo pode causar cerca de US$ 750 bilhões anuais de prejuízo.

Pelo relatório, 54% do desperdício de comida no mundo ocorre na fase inicial da produção –na manipulação, após a colheita e na armazenagem. Os restantes 46% de perdas ocorrem nas etapas de processamento, distribuição e consumo. Os produtos que se perdem ao longo do processo variam em cada região.

O diretor-geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, afirmou que, além do impacto econômico, o desperdício de alimentos afeta diretamente populações em todo o mundo.

"Não podemos permitir que um terço de todos os alimentos que produzimos seja perdido ou desperdiçado devido a práticas inadequadas, enquanto 870 milhões de pessoas passam fome todos os dias", disse.

Medidas preventivas devem ser adotadas


Graziano afirma ainda que medidas preventivas devem ser adotadas por todos – agricultores, pescadores, processadores de alimentos, supermercados, os governos locais e nacionais, assim como os consumidores.

"Temos que fazer mudanças em todos os elos da cadeia alimentar humana para impedir que ocorra o desperdício de alimentos. Em seguida, temos de promover reutilização e reciclagem", disse.

Graziano afirmou que há situações que provocam o desperdício de alimentos devido a "práticas inadequadas" na produção. Ele declarou que a FAO criou um manual que mostra medidas adotadas por governos nacionais e locais, agricultores, empresas e consumidores para resolver o problema.

O diretor-executivo do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), Achim Steiner, disse que o ideal é buscar o caminho da sustentabilidade, ao qual devem aderir todos os que participam da cadeia alimentar –do produtor ao consumidor.

Problemas em todo o mundo


Na Ásia, o problema são as perdas envolvendo os cereais, em particular, o arroz. O prejuízo com carne é menor, segundo os dados. Porém, os resíduos de frutas contribuem significativamente para o desperdício de água no continente asiático, assim como na Europa e na América Latina.

Nos países em desenvolvimento, os maiores prejuízos ocorrem na fase após a colheita. A FAO recomenda que seja feito um esforço coletivo para orientar as colheitas e equilibrar a produção com a demanda. Também faz sugestões sobre a reutilização e recuperação de alimentos. Uma síntese do estudo, publicado hoje, está na página da organização, em inglês.

Na África central, as plantações de mandioca são responsáveis por desmatamento na região, apesar de, por ser raiz, não afetar a biodiversidade e ser plantada em monoculturas.

Recentemente, a FAO publicou um estudo em que a mandioca é considerada o alimento do futuro. Segundo a organização, é um tubérculo com "grande potencial" e pode se transformar no principal cultivo do século 21 se for realizado um modelo de agricultura sustentável que satisfaça o aumento da demanda.

Fonte: Da Agência Brasil

 


Gol anuncia que tarifas promocionais não vão mais acumular milhas




A Gol anunciou um novo modelo para contagem de milhas, em que as tarifas promocionais não passarão a acumular pontos, informou a companhia aérea na noite de terça-feira (11), afirmando que a mudança recompensará o cliente que é mais fiel à empresa.

Nos voos domésticos, o cálculo levará em conta o valor da passagem, em vez da distância do voo como é atualmente. Já nos voos internacionais, a referência continuará sendo a distância. As novas regras passarão a valer para as compras feitas a partir de 10 de outubro, segundo afirmou a companhia em comunicado.

"Com a mudança, os clientes serão estimulados a acumular mais milhas voadas e resgatar bilhetes prêmio com maior frequência", disse a empresa.

Para as passagens domésticas, cada R$ 1 gasto pelo passageiro será convertido em 3 milhas na tarifa flexível ou 2 milhas na tarifa programada. As tarifas promocionais não vão mais acumular milhas. Segundo a Gol, elas "já oferecem benefícios nos preços".

Nos voos internacionais a mudança ficou por conta do número mínimo de milhas recebidas. Serão 5.000 milhas em voos para os Estados Unidos, 3.000 milhas para a América Central e 1.000 milhas para destinos na América do Sul.

"Para voos codeshare (em que há compartilhamento com outras companhias), não existe mínimo, porém as conexões também serão consideradas para o acúmulo de milhas", informou a Gol.

Na tarifa promocional e programada, os clientes de voos internacionais receberão o piso. Na tarifa "flexível", ganharão 25% a mais sobre o patamar mínimo. O acréscimo será de 50% na tarifa "comfort", mais cara.

A Gol afirmou que clientes Smiles Diamante da companhia passarão a acumular no mínimo 1.000 milhas em qualquer voo da empresa, exceto para as tarifas promocionais nos voos dentro do Brasil.

A concessão de bônus por categoria de fidelização continua sendo contemplada na política de milhagem: os clientes Smiles Diamante recebem 100% a mais sobre as milhas acumuladas, os clientes Ouro ganham 50%a mais e os clientes Prata, 25%.

O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, afirmou no final de agosto que a empresa poderia intensificar corte de oferta de assentos por causa da alta do dólar contra o real frente a um nível fraco de atividade econômica do país.

A Gol tem reduzido oferta em voos domésticos desde 2011 diante de alta nos preços do combustível de aviação, agravada pela valorização do dólar. A meta da empresa é reduzir capacidade em 9% este ano.

Fonte: Folha.com

 

 


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Preços para o consumidor de baixa renda aceleram em agosto





Em agosto, a inflação medida pelo IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1) aumentou de -0,29% em julho para 0,06% no oitavo mês deste ano. O resultado, de acordo com dados divulgados pela FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta segunda-feira (9), deve-se aos grupos Transportes, Alimentação, Vestuário, Educação, Leitura e Recreação e Comunicação.

O percentual apurado no IPC-C1 no mês passado está, contudo, abaixo da inflação geral medida pelo IPC-BR, que ficou em 0,20% em agosto. Nos últimos doze meses, o índice acumula variação de 5,36%, enquanto que o IPC-BR registra taxa de 5,54%. Já no acumulado do ano, as variações são de 2,79% e 3,32%, respectivamente.

O IPC-C1 é calculado com base nas despesas de consumo das famílias com renda entre um e 2,5 salários mínimos mensais.

Grupos
Segundo a FGV, entre setembro de 2012 e agosto de 2013, a taxa do grupo Alimentos ficou em 10,49%. O resultado é menor do que o apurado nos últimos 12 meses até julho, quando a variação foi de 12%. Na apuração mensal, por outro lado, a taxa do grupo passou de -0,54%, registrada no sétimo mês de 2013, para -0,22%, no mês passado, contribuindo para a alta apurada no resultado do IPC-C1 no período.

Outros grupos que impactaram o resultado do índice foram: Transportes (-1,54% para -0,17%) refletindo a variação da tarifa de ônibus urbano (-2,38% para -0,22%), Vestuário (-1,04% para 0,42%), com impacto das roupas (-1,29% para 0,36%), Educação, Leitura e Recreação (0,48% para 0,67%), influenciado pelas passagens aéreas (-11,88% para 10,40%) e Comunicação (0,05% para 0,11%), que sentiu a aceleração nos preços dos pacotes de telefonia fixa e internet (-1,02% para 0,11%).

No caso dos Alimentos, a principal influência para o resultado do mês partiu de hortaliças e legumes, de -12,35% para -10,10%.

Outros grupos
Com movimento contrário no mês ficaram os grupos Habitação (0,29% para 0,23%), Despesas Diversas (0,44% para 0,14%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,26% para 0,19%).

Nestes casos, as influências partiram, nesta ordem, dos itens: equipamentos eletrônicos (de 0,40% para -0,91%), alimentos para animais domésticos (1,69% para 0,29%) e medicamentos em geral (0,09% para -0,11%).

Fonte: InfoMoney