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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Demanda das empresas por crédito recua 4,2% em agosto, indica Serasa




A demanda das empresas por crédito recuou 4,2% em agosto na comparação com julho, segundo levantamento divulgado hoje (16) pela empresa de consultoria Serasa Experian. Em julho, foi registrado crescimento de 9,7% na busca por crédito em relação ao mês anterior. Na comparação com agosto do ano passado, a demanda foi 6,2% menor.

De acordo com a Serasa, a variação acumulada passou de -3,7%, entre os meses de janeiro e julho, para -4,0%, de janeiro a agosto, em relação aos mesmos períodos do ano passado. Segundo os economistas da Serasa, a queda da confiança dos empresários, a alta do dólar e os juros em elevação impactaram negativamente na busca de crédito pelas empresas no mês passado.

A queda registrada em agosto foi concentrada nas micro e pequenas empresas, que registraram queda de 4,7% em relação a julho. Na direção contrária, houve avanço de 2,5% na demanda por crédito nas médias empresas e de 4,5% por grandes empresas.

No acumulado do ano, as grandes empresas registraram a maior demanda por crédito: alta de 18,3% de janeiro a agosto em relação ao mesmo período do ano passado. As médias empresas aparecem a seguir com 4,7% no acumulado do ano. Em contrapartida, no período de janeiro a agosto houve queda de 4,7% na busca das micro e pequenas empresas por crédito.

 

Fonte: Canal Executivo


Contribuintes inscritos no Simples podem receber hoje alerta da Receita




Os contribuintes incluídos no Simples Nacional poderão receber a partir de hoje (16) um alerta ao acessar o portal do sistema na internet. A nova estratégia da Receita, destinada a informar sobre irregularidades nas informações, faz parte do Programa Alerta Simples Nacional e permite a autorregularização, com a correção de erros e inconsistências.

Na primeira fase, serão emitidos 29 mil alertas sobre as irregularidades. Os avisos serão vistos até o fim de outubro e, a partir de dezembro, a Receita começa a fiscalização dos que não fizeram as correções.

“É uma nova forma de relação da Receita com os contribuintes do Simples, que não têm uma consultoria como os grandes contribuintes. Sendo assim, nesta segunda-feira será lançado o programa com a finalidade de tornar transparente a divergência de informações”, disse Iágaro Jung Martins, coordenador-geral de Fiscalização do órgão.

Para detectar as irregularidades, a Receita cruzou dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) e da movimentação do cartão de crédito por meio da Declaração de Operação com Cartão de Crédito (Decred). A diferença detectada chega a R$ 5,98 bilhões e o crédito tributário a favor dos cofres públicos pode ficar em 10% desse valor.

“A ideia é permitir que esse contribuinte possa se autorregularizar e, com isso, deixar de ser fiscalizado pela Receita Federal e pelas receitas dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Assim, evita a multa de ofício”, informou Martins. A multa para quem for pego varia de 75% a 225% do valor devido.

Atualmente, existem mais de 3,4 milhões de contribuintes que optam pelo Simples, regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às microempresas e empresas de pequeno porte. O sistema abrange a participação de todos os entes federados (União, estados, Distrito Federal e municípios) e é administrado por um comitê gestor.

“Nenhum contribuinte precisa ir até um posto da Receita Federal para a autorregularização, que deve ser feita pela internet. O comportamento dos contribuintes irregulares será monitorado pelos nossos sistemas de banco de dados”, destacou o coordenador.

Fonte: Agência Brasil


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Facebook testa vídeos automáticos em anúncios móveis




O Facebook está testando vídeos que iniciam automaticamente em versões para dispositivos móveis de seu serviço, preparando o palco para transformar a rede social de 1,15 bilhão de membros em um espaço atraente para lucrativos anúncios em vídeo.

Os vídeos ficarão silenciosos quando aparecerem na lista de notícias do usuário do Facebook, mas se expandem e ganham áudio quando clicados, disse a empresa em seu blog oficial na quinta-feira (12).

Apenas vídeos publicados no Facebook por usuários individuais, celebridades e músicos terão o recurso de funcionar automaticamente durante o teste, disse o Facebook. Mas a empresa observou que vai "explorar como trazer isso para os anunciantes no futuro".

O teste envolve um pequeno grupo de usuários norte-americanos. De acordo com vários relatos da mídia nos últimos meses, o Facebook está planejando cobrar US$ 1 milhão a US$ 2,4 milhõespara exibir anúncios de vídeo automáticos de 15 segundos em sua rede social.

A ação da rede social bateu recorde a US$ 45,62 na quinta-feira, com investidores animados com a expectativa sobre novas fontes de receita que incluem o popular serviço de fotos compartilhadas Instagram.

A porta-voz do Facebook, Momo Zhou, afirmou que em testes internos executados até agora os vídeos de anúncios que iniciam automaticamente não pareceram reduzir significativamente a bateria dos aparelhos móveis usados para visualizar a rede social. Os vídeos pausam quando o usuário rola a tela por eles ou opta por desligar o recurso "auto play".

Fonte: G1


Recuperação de crédito apresenta alta de 3,3% em agosto




Mais pessoas saíram da inadimplência em agosto deste ano, conforme relevam os dados da pesquisa Recuperação de Crédito, da Boa Vista Serviços, administradora do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). A recuperação de crédito, obtida a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplência, avançou 3,3% no oitavo mês em relação a julho, descontados os efeitos sazonais.

No acumulado de janeiro a agosto, o pagamento das dívidas registrou elevação de 3,9% em relação ao mesmo período de 2012. Na comparação anual, a variação foi ainda maior, 5,9%.

Na opinião da administradora, a recuperação de crédito deverá se manter elevada ao longo de 2013, porém com menor ritmo que o observado em 2012. A desaceleração no mercado de trabalho e a recente redução das melhores condições de crédito na economia brasileira podem atrapalhar o desempenho do ano, que deve fechar com um aumento de 3% na recuperação de crédito, ante 2012.

Regiões
Segundo a pesquisa, a região Sudeste apresentou a maior elevação mensal, registrando acréscimo de 4,9%. Já o Nordeste obteve a menor variação: 0,7%, no acumulado do ano.


Quando confrontados os últimos 12 meses findos em agosto com os 12 meses precedentes, os destaques foram as regiões Nordeste (9,7%) e Norte (8,1%). O Sudeste apresentou expansão de 4,6%, enquanto o Sul avançou 5,2%.

Fonte: InfoMoney


Atividade econômica retrai 0,33% no Brasil em julho, segundo índice prévio




A economia brasileira retraiu 0,33% em julho em comparação com junho, segundo o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), um indicador medido mesalmente pelo Banco Central e considerado como uma nota prévia da tendência do Produto Interno Bruto (PIB).

No entanto, o resultado divulgado nesta sexta-feira pelo órgão emissor foi melhor do que o previsto pelos economistas, que esperavam para julho uma retração de até 0,6%.

O retrocesso aconteceu depois que a economia brasileira crescesse 1,13% em junho e que caísse 1,48% em maio.

Apesar da retração na comparação com junho, a atividade econômica brasileira cresceu 3,38% em julho em comparação com o mesmo mês do ano passado, embora esta porcentagem não leva em conta ajustes estacionais.

Da mesma forma, o IBC-Br registrou um crescimento de 2,97% nos sete primeiros meses do ano frente ao mesmo período de 2012 e de 2,11% nos últimos 12 meses, até julho, em comparação com o período entre agosto de 2011 e julho de 2012.

O IBC-Br avalia a evolução da atividade econômica a partir de indicadores mensais de setores como indústria, comércio, serviços e agropecuária.

Os economistas esperavam uma retração do índice em julho após o bom desempenho da economia nacional no primeiro semestre deste ano porque o Governo já tinha divulgado que a produção da indústria tinha caído 2% frente a junho.

Segundo os dados divulgados pelo Governo no mês passado, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,5% no segundo trimestre do ano em comparação com o primeiro, sua maior expansão entre um trimestre e o anterior em três anos e muito acima de todas as expectativas.

Esse resultado levou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a afirmar que a economia brasileira já tinha saído "do fundo do poço" e a prever que o país terminará 2013 com um crescimento de 2,5% e que a expansão chegará a 4% em 2014.

Os economistas dos bancos, por sua parte, preveem para este ano um crescimento de 2,35%, segundo uma pesquisa divulgada nesta semana pelo Banco Central.

Essas taxas projetam uma trajetória de recuperação devido ao fato de que, após uma grande expansão de 7,5% em 2010, o crescimento da economia brasileira foi de 2,7% em 2011 e de só de 0,9% no ano passado.

Fonte: UOL Economia


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Vendas do comércio brasileiro em julho registram maior alta em 18 meses




O volume da vendas dos comerciantes brasileiros cresceu 1,9% em julho se comparado com o mês anterior, a maior expansão desde janeiro de 2012 (2,8%), informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o crescimento das vendas dos comerciantes no varejo do Brasil alcançou 6% em julho, quase quatro vezes os 1,7% medidos em junho e também acima dos 4,4% registrados em maio.

O bom desempenho de julho permitiu que as vendas dos comerciantes acumulassem uma expansão de 3,5% nos sete primeiros meses do ano e de 5,4% nos últimos 12 meses até julho, segundo os números do organismo estatal.

Para o IBGE, trata-se de uma recuperação frente à desaceleração registrada nos seis primeiros meses do ano.

As vendas no varejo só cresceram 3% no primeiro semestre do ano, a terceira parte dos 9,1% alcançado no mesmo período de 2012 e sua menor expansão para o período desde 2005.

Oito dos dez setores analisados registraram aumento do volume de vendas entre junho e julho, segundo o Instituto.

Os comerciantes que mais elevaram suas vendas em julho foram os da indústria têxtil, confecções e calçados, com 5,4%, seguidos pelos de outros artigos de uso pessoal e doméstico (+3,9%); equipes para escritório e informática (+3,5%); móveis e eletrodomésticos (+2,6%), e alimentos, bebidas e supermercados (+1,8%).

Os únicos setores que registraram redução das vendas entre junho e julho foram os de combustíveis e lubrificantes (-0,4%) e os de veículos, motocicletas e separados automotores (-3,5%).

Segundo os analistas do Instituto, as vendas de móveis e eletrodomésticos destacaram-se neste ano graças aos incentivos oferecidos pelo Governo para impulsionar o consumo, entre os quais está a redução dos impostos sobre estes produtos.

As vendas de alimentos, que há poucos meses eram as principais impulsoras do comércio brasileiro, vêm registrando uma desaceleração este ano como consequência, segundo o organismo, da alta dos preços.

A inflação para os alimentos nos últimos 12 meses ficou em 11,9%, quase o dobro que a taxa de inflação geral para o mesmo período (6,3%).

Segundo analistas, as vendas do comércio, que no ano passado cresceram 8,4% e impediram que a economia brasileira sofresse uma maior desaceleração, podem registrar em 2013 sua menor expansão nos últimos anos.

O mau desempenho no varejo pode limitar a esperada recuperação da economia brasileira em 2013 após sua desaceleração nos dois últimos anos.

Após ter registrado uma expansão de 7,5% em 2010, o crescimento da economia brasileira foi de 2,7% em 2011 e de só de 0,9% no ano passado. Para este ano, os economistas esperam uma expansão de 2,35%.

Fonte: UOL Notícias