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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Dia dos Pais: veja presentes mais desejados, mas se atente com preços abusivos



Neste ano, os pais devem receber presentes que custam, em média, R$ 200, segundo um levantamento realizado pela FCDLE -SP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo).
Uma pesquisa feita pelo comparador de preços Zoom mostra que os produtos mais buscados, nos últimos 30 dias, para o Dia dos Pais, que acontece no próximo domingo (10), são smartphones, televisores, tênis, notebooks e tablets.
Para o diretor executivo da empresa, Thiago Flores, o tíquete médio para a ocasião é semelhante ao que o mercado observou no Dia das Mães. "Cabe aos filhos avaliar o orçamento e quem puder gastar um pouco mais pode investir nas categorias líderes de popularidade. Nesse processo de decisão de compra, a internet é uma ferramenta indispensável para simplificar essa pesquisa", afirma.
Veja abaixo os produtos mais buscados e as opções de até R$ 200 para dar de presente:
Posição
Produto
Menor preço
Maior preço
Variação
Fonte: Zoom
1º lugar
Smartphone Motorola Moto GColors Edition XT1033
R$ 679
R$ 799
18%
2º lugar
Smart TV LED 32" Samsung Série 4
R$ 968,05
R$ 1.169,10
21%
3º lugar
Tênis Mizuno Masculino WaveImpetus Corrida
R$ 159,90
R$ 199,99
25%
4º lugar
Notebook Dell Inspiron 14R
R$ 2.393,14
R$ 2.478,64
3%
5º lugar
Tablet Samsung Galaxy Tab 3 Lite 
R$ 359,10
R$ 499
39%
Produtos mais buscados

Posição
Produto
Menor preço
Maior preço
Variação
Fonte: Zoom
1º lugar
Barbeador Elétrico à bateria recarregável Philips Série 6000 
R$ 132,05
R$ 169,90
29%
2º lugar
Kit Furadeira Impacto Black &Decker
R$ 159,90
R$ 312,55
95%
3º lugar
Camisa Jogo Barcelona I 2013/14 sem Número Nike
R$ 129,90
R$ 299,90
231%
4º lugar
Animale EDT 30ml – Masculino
R$ 79
R$ 89
13%
5º lugar
Camisa Polo Ralph Lauren BrandAzul
R$ 134,90
R $ 164,90
22%
Opções de presentes que custam até R$ 200

Fonte: InfoMoney


Brasileiros ainda erram no uso do cartão de crédito



Ao mesmo tempo em que é ampliado o acesso da população ao sistema financeiro, no chamado fenômeno de "bancarização", a maioria dos brasileiros ainda comete erros graves no uso dos cartões de crédito. Segundo pesquisa do Guia Bolso - site de organização de finanças pessoais -, as parcelas da fatura representam 36% dos gastos no cartão na população de mais baixa renda, porcentual considerado alto por especialistas. Já em relação à renda mensal, as parcelas equivalem a 10% da renda.
"É um porcentual que surpreende. Se imaginarmos que a pessoa já tem outras dívidas, como o financiamento da casa ou do automóvel, e que é indicado poupar de 10% a 15% da renda todos os meses, vemos que sobra pouco no orçamento", avalia o sócio do Guia Bolso, Thiago Alvarez. Na classe baixa (renda mensal de R$ 1 mil a R$ 5 mil), as parcelas comprometem 10% do salário, enquanto que na classe média (de R$ 5 mil a R$ 10 mil), o porcentual é de 8% e entre aqueles que ganham acima de R$ 10 mil, elas representam 4%.
O limite indicado por especialistas é menor. "Para não haver risco de se endividar, o limite razoável é comprometer até 5% da renda em parcelas", diz Alvarez. "O gasto total do cartão de crédito deveria ser de até 10%, não somente as parcelas", afirma o coordenador do laboratório de finanças do Insper, Michael Viriato.
Ao parcelar as compras, muitos se esquecem que estão na verdade transformando a dívida de 30 dias em algo mais longo, que pode durar meses. Se somado a outros compromissos de longo prazo, como o financiamento imobiliário, o parcelamento pode fazer com que o consumidor comprometa grande parte da renda em gastos fixos. Algo temerário, segundo os especialistas, já que pode levar à inadimplência. Além disso, com muitas parcelas, a fatura do cartão se torna uma loteria, já que nunca se sabe o tamanho da conta do mês seguinte.
Atualmente, seis em cada dez brasileiros têm conta em banco, o maior porcentual da série histórica da Fecomércio-RJ. No total, são 79,1 milhões de pessoas na rede bancária que podem ter acesso a cartões. "O problema é que o crédito é muito facilitado. É fácil conseguir um cartão hoje em dia, mas não há um controle do Banco Central que estabeleça um teto de gastos", afirma a coordenadora do Programa de Apoio ao Superendividado da Fundação Procon-SP, Vera Lúcia Remedi Pereira, ao lembrar que no financiamento imobiliário, por exemplo, o tomador de crédito não pode engessar mais de 30% da renda na parcela mensal.
E a falta de controle ocorre justamente no instrumento de crédito mais caro do mercado. Em junho, a taxa média cobrada no cartão era de 10,70% ao mês, o que equivale a 238,67% ao ano, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). "Com um juro tão alto, em pouquíssimo tempo a dívida dobra", diz a coordenadora do Procon-SP. Não à toa, o cartão é o grande vilão das dívidas: em São Paulo, 49,6% das famílias estão com contas atrasadas, sendo que o plástico é responsável por 69,8% dos endividamentos, segundo a Fecomércio-SP.
O que parcelar
Especialistas não condenam o uso do cartão, afinal, ele ainda é um bom instrumento para concentrar e controlar as despesas e conseguir pontos para trocar por produtos e serviços. "Costumo comparar o cartão de crédito a uma arma carregada que o consumidor anda no bolso. Não pode sair atirando para todo lado", diz Viriato, do Insper.
"Compras cujos valores são altos, como passagens aéreas e eletrodomésticos, podem ser parceladas. O que deveria ser evitado é parcelar compras menores", sugere Alvarez. A pesquisa do Guia Bolso aponta que 51% dos gastos parcelados correspondem a compras diversas, como roupas. E mesmo gastos correntes, como mercado e restaurantes, são parcelados por parte dos consumidores. No total, foram ouvidas 5.649 pessoas na pesquisa, sendo a região de maior concentração o Sudeste. Nos gastos com viagens, apesar de serem maiores, Viriato afirma que a porcentagem não deveria ser superior a 10% do salário e que o ideal seria juntar dinheiro para viajar já com as contas quitadas.
A primeira sugestão para que os gastos não fujam ao controle é não carregar o cartão todos os dias na carteira. "Ou seja, a 'arma' deve ser guardada em casa para evitar compras compulsivas. Se encontrar algo na rua que lhe interesse, a pessoa deve voltar para casa, pensar melhor e, se for o caso, ir à loja", diz Viriato. A segunda sugestão é ter no máximo dois cartões, caso o consumidor queira dividir as datas de pagamento.
Sobre as parcelas, especialistas afirmam que é importante haver algum tipo de controle. O cliente pode fazer uma planilha de acompanhamento ou mesmo usar ferramentas online disponíveis atualmente. O Guia Bolso, por exemplo, atualiza automaticamente uma planilha de gastos no momento em que o usuário faz uma nova compra. "Se perceber que está fazendo muitas compras parceladas, a pessoa deverá se esforçar para mudar esse hábito", afirma o professor do Insper.
Além dessas sugestões, sempre é indicado pagar a fatura total e não o mínimo, pois, nesses casos, o juro começa a trabalhar ainda mais contra o consumidor. "Se o salário já não é suficiente para pagar todas as dívidas e ele começa a rolar o pagamento é porque há algo errado", diz Vera Lúcia.
Em casos em que a pessoa já entrou no crédito rotativo, o caminho é a negociação da dívida com a operadora do cartão de crédito, o que pode ser feito sozinho ou com ajuda. O Programa de Apoio ao Superendividado do Procon-SP, além de dar palestras gratuitas e informações sobre o tema, faz a ponte entre o devedor e o credor, sendo ele o banco, a operadora do cartão ou outra empresa.

Fonte: O Estado de São Paulo

Pedidos de falência caem 7,3% de janeiro a julho, nota Boa Vista SCPC



Os pedidos de falências registraram queda de 7,3% de janeiro a julho deste ano, na comparação com o mesmo período de 2013, de acordo com dados nacionais divulgados pela Boa Vista SCPC.

Em julho, na comparação mensal, os pedidos aumentaram 28,8%; em relação ao mesmo mês do ano anterior, foram 14,1% menor.

As falências decretadas cederam 0,2% nos sete primeiros meses de 2014, perante um ano antes. Em julho, houve elevação de 13,8% em relação a junho, mas foi apurada queda de 27,5% ante julho de 2013.

A pesquisa mostrou ainda que, no acumulado do ano, contra o mesmo período de 2013, os pedidos de recuperação judicial cresceram 7,9% e as recuperações judiciais deferidas diminuíram 8,7%.

Fonte: Valor ONLINE

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Para ficar no mundo dos negócios, é preciso se renovar todos os dias



Muito empreendedor de primeira viagem confunde a ideia que dará origem à sua empresa com o garimpo de uma pedra preciosa. O engano, na maioria das vezes, é fatal.
Quando encontramos uma joia rara, o capital ou parte dele já se concretiza ali. Somos prontamente premiados ao termos nos envolvido na busca com altas doses de sorte, combinada com habilidade e esforço.
Mas a ideia que sustentará sua empresa exige uma analogia complementar. É como se buscássemos (e encontrássemos) uma joia rara todos os dias. De valor menos significativo, mas um achado determinante para confirmar na somatória dos dias, meses e anos o sucesso da empresa.
Uma joia tão rara que escapa do senso comum por se materializar a partir de nossa capacidade de se antecipar às necessidades reais e latentes, mas intangíveis, de nossa clientela.
Empreender se torna, quanto mais avançamos nessas analogias, uma tarefa extremamente sutil, quase espiritualizada, que nos coloca como músicos de jazz diante de uma plateia sofisticada. E a cada nota (serviço ou mercadoria) harmonizada com os demais músicos (fornecedores e colaboradores), arrancamos aqui e ali aplausos (compras repetidas) que confirmarão nossos acertos diários.
Suficientes para validar cada dia que voltamos para casa felizes por poder desfrutar o sono de quem voltará amanhã para reabrir a empresa.
E o garimpo diário recomeça. Na busca permanente de diferenças incrementais, na insistência continuada de achar aquele produto, serviço ou atenção que surpreenderá e vinculará aqueles clientes à nossa empresa. E as chances de encontrar a melhor maneira de atender, de vender, de entregar um produto ou serviço têm que ser encontradas, no mesmo dia.
Mas são oportunidades que nunca se entregam de maneira óbvia, porque emergem de relações instáveis e aleatórias, que se realimentam das necessidades dos clientes e da capacidade de atendimento de empresas como a sua.
Se você ainda aceita nossas analogias que misturam o garimpo diário na busca de joias raras de atendimento com a possibilidade de agregar valores que confirmarão o sucesso de seu empreendimento se manterá sempre em alerta máximo.
Mas sem perder a sensibilidade dos empreendedores que buscam satisfazer especialmente as necessidades sutis (e quase espiritualizadas) de sua clientela. Que usam os produtos e serviços que procuram na sua empresa apenas para se confirmarem humanos. Profundamente humanos.
Fonte: UOL Notícias


Como evitar os erros mais comuns ao fazer networking



Manter o contato com outros profissionais para troca de experiência e oportunidades é um hábito bastante recomendado para crescer na carreira. Na hora de fazer networking, portanto, todo cuidado é pouco. Um levantamento da OfficeTeam, empresa de recrutamento de trabalhadores temporários, identificou os principais erros cometidos por profissionais - e as melhores formas de evitá-los.

Para 42% dos mais de 300 executivos americanos entrevistados, o principal equívoco é não pedir ajuda quando necessário. "Muitas vezes, as pessoas não pedem ajuda para aqueles na sua rede por vergonha, ou porque acham que podem ter sucesso sozinhos", diz o diretor executivo da OfficeTeam, Robert Hosking. "Mas na hora de procurar um emprego novo ou construir sua visibilidade, toda conexão é importante".

Não manter o contato frequente com a rede é o segundo erro mais comum, citado por 28% dos participantes. Como solução, o contato on-line surge na preferência de 47% dos respondentes, que consideram essa a forma mais eficiente de manter contatos ativos. Já 24% acham um almoço ou café mais interessante. Hosking reforça que os encontros físicos não devem ser completamente substituídos pelos virtuais. "Essas reuniões permitem que você associe um rosto ao nome, e assim fica mais fácil causar uma impressão memorável." Participar de eventos profissionais (13%) e de uma associação da sua área (11%) também são sugestões importantes, segundo os executivos.

Outros erros que merecem atenção incluem não agradecer pela ajuda dos outros (17%), não oferecer auxílio quando outros precisam (7%) e "queimar o filme" com empregadores anteriores (6%). Para contornar os riscos, a OfficeTeam recomenda ainda manter o networking constante, e não apenas em momentos de necessidade, e ter agilidade para responder e retomar contatos após encontros.

Fonte: Valor ONLINE

IPC-S desacelera para 0,10% no fim de julho



O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) subiu 0,10% na última pesquisa de julho, após ter avançado 0,16% na terceira quadrissemana daquele mês. Com o resultado, o IPC-S acumula alta de 4,30% no ano e de 6,85% em 12 meses.

Dos oito grupos que compõem o indicador, o destaque ficou com Alimentação, que saiu de um recuo de 0,10% na terceira leitura de julho para encerrar o período com queda de 0,25%. Influenciou no aprofundamento do ritmo de baixa o item carnes bovinas, que saiu de elevação de 0,32% para declínio de 0,13%.

Também tiveram taxas negativas no fechamento do mês Vestuário (-0,03% para -0,09%), Educação, leitura e recreação (-0,08% para -0,07%) e Comunicação (0,02% para -0,30%).

Ficaram no terreno positivo, embora com desaceleração, Saúde e cuidados pessoais (0,40% para 0,30%), Transportes (0,10% para 0,06%) e Despesas diversas (0,30% para 0,22%). Com ritmo de alta maior entre um levantamento e outro apareceu Habitação (0,48% para 0,56%). 
Fonte: Valor ONLINE