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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Veja as 8 profissões que podem te fazer feliz (e rico)



A maioria das pessoas acredita que uma "carreira feliz" e um "salário gordo" são consequência uma da outra, porém, o site CareerBliss .com realizou uma pesquisa que mostra que nem sempre as duas coisas andam de mãos dadas. 
Em um levantamento com 50 mil comentários de profissionais norte-americanos, entre 2013 e 2014, foram avaliados 10 fatores que afetam a felicidade no trabalho em uma escala de cinco pontos:  o relacionamento com o chefe e colegas de trabalho; ambiente de trabalho; recursos de trabalho; compensação; oportunidades de crescimento; cultura da empresa; reputação da empresa; tarefas diárias; e controle da carreira.
Segundo o site Business Insider, a empresa utilizou essas informações para fazer uma classificação de quais carreiras mais bem pagas tem os profissionais mais felizes. A vaga que lidera é a de diretor de tecnologia: as pessoas nesta posição deram à profissão uma nota de felicidade de 3,4 de 5 e ganham, em média, US$ 117 mil por ano, mais do que o dobro do salário médio dos Estados Unidos, de US$ 46 mil.
Confira abaixo o ranking completo:
Posição
Carreira
Nota de felicidade
Média salarial
Fonte: CareerBliss
1º lugar
Diretor de tecnologia
3,42
US$ 117.311
2º lugar
Engenheiro sênior de hardware
3,54
US$ 104.325
3º lugar
Oficial de empréstimo hipotecário
3,80
US$ 74.166
4º lugar
Recrutador corporativo
3,87
US$ 62.729
5º lugar
Engenheiro chefe de garantia de qualidade
3,48
US$ 97.125
6º lugar
Chef executivo
3,61
US$ 74.125
7º lugar
Administrador de database Oracle
3,47
US$ 83.353
8º lugar
Gerente de construção
3,41
US$ 79.275

Fonte: InfoMoney

Em dez anos, oferta de crédito cresceu seis vezes e inadimplência caiu



A oferta de crédito por instituições financeiras cresceu seis vezes nos últimos dez anos, enquanto a inadimplência (número de dívidas em atraso por mais de 90 dias) caiu. 
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (7) pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).
A pesquisa da Anefac levou em consideração aos dados de junho de 2004 até junho de 2014. Durante este intervalo, o volume de crédito ofertado subiu de R$ 442,4 bilhões para R$ 2,83 trilhões, uma alta de mais de 500%.
Apesar da alta expressiva na oferta de crédito, a inadimplência caiu de 7,2% do total dos empréstimos em 2004 para 4,8% do total dos empréstimos em 2014, um recuo de 2,4 pontos percentuais,
Para Miguel Ribeiro de Oliveira, no entanto, um cenário econômico como o atual, com "inflação alta, elevação das taxas de juros e baixo crescimento econômico, fatores que afetam a renda do consumidor", pode acabar elevando os índices de inadimplência.

Taxa de juros e ganhos dos bancos também caíram

As taxas de juros das operações de crédito com recursos livres (nos quais a própria instituição define a taxa cobrada) caíram de 44% ao ano em junho de 2004 para 32% ao ano em junho de 2014.
Em dez anos, o spread bancário (diferença entre o custo de captação dos bancos e as taxas de juros cobradas dos clientes) teve redução de 6,1 pontos percentuais, caindo de 27% ao ano para 20,9% ao ano no período.
O prazo médio dos financiamentos subiu de 7,6 meses em 2004 para 36 meses em 2014.

Oferta de crédito ainda pode crescer

Em junho de 2004, o volume de crédito ofertado equivalia a 26,1% do PIB (Produto Interno Bruto), número que saltou para 55,3% do PIB em 2014.
A entidade avalia, no entanto, que ainda há espaço para aumento da oferta de crédito, já que, em algumas economias mais maduras, o crédito chega a ultrapassar o montante total do PIB.
"Isso demonstra que temos ainda um ambiente favorável à expansão do crédito", afirmou o diretor executivo de Pesquisas e Estudos Econômicos da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira.
Fonte: UOL Economia

Seis perfis de shopper masculino têm comportamentos distintos no PDV



A presença dos homens nos corredores dos supermercados tem aumentado cada vez mais, independente de faixa etária ou classe social. O varejo, entretanto, ainda apresenta poucas novidades em suas estratégias para atrair e fidelizar esse público, que não é facilmente conquistado. Para lidar com o target masculino é preciso entender seu comportamento e seus interesses, para não desperdiçar oportunidades. As promoções e os produtos específicos para eles são apenas alguns exemplos do que esse shopper busca no ponto de venda.
As empresas tem, pelo menos, seis perfis comportamentais masculinos com que podem trabalhar, segundo pesquisa realizada pela Toolbox: Experts, Executador de Tarefas, Selfie, Dono de Casa, Caçador de Especialidade e Iniciador. Se antes a mentalidade era de que o homem apenas acompanhava a esposa empurrando o carrinho, hoje ele toma as próprias decisões e conhece as seções, mesmo quando a frequência de ida ao supermercado não passa de uma vez ao mês. De acordo com o levantamento, 53% desses consumidores são tidos como Experts, ou seja, estão habituados a fazer compras sozinhos e são capazes de distinguir uma promoção e analisar custo-benefício.
Em seguida, aparece a característica do Executador de Tarefas, com 15%. Esse grupo não possui segurança ao escolher produtos e prefere a companhia das esposas. “Os brasileiros não tem problema em ir ao ponto de venda, diferente dos americanos que apresentam 33% de rejeição. Houve uma mudança social, à medida que cerca de um terço dos homens daqui passou a optar por carreiras que garantem mais tempo com a família. Além disso, as mulheres também começaram a trabalhar fora e tudo precisou ser compartilhado. Falta aos pontos de venda entenderem isso”, conta Rafael D’Andrea, CEO da Toolbox, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Características em comum
Independente do perfil apontado pela pesquisa, todos os shoppers masculinos são mais objetivos do que as mulheres. A maioria ainda utiliza uma lista de compras como guia e procura diretamente o que precisa adquirir. Ainda assim, eles gostam de ter assistência no PDV, mesmo que não tenham dúvida, para que conheçam melhor o item. Um local que ofereça um demonstrador de produtos tende a ser mais aceito por esses clientes.
Por serem objetivos, eles têm facilidade em identificar as seções e costumam ler as sinalizações. O visual é bastante explorado por essa categoria, o que leva um ponto de venda que tenha informações detalhadas da utilidade de um alimento a atrair esse público. “A dificuldade está nos produtos que eles não sabem para que servem, especialmente os itens de limpeza e hortifrúti. Muitos ainda não sabem identificar um legume ou verdura, nem sabem como utilizar aquilo na refeição. A carne para o churrasco ele conhece, mas um tipo diferente para fazer cozido ainda é um mistério para esse consumidor”, conta o CEO.
Mesmo os Experts gostam de uma consultoria nos pontos de venda. Esse perfil, engloba o público masculino com mais de 40 anos, de classe A/B e é alguém mais instruído. Ele tem conhecimento e entende os valores em uma promoção. Pela praticidade, não é do tipo que barganha, mas entende vantagens e procura o que tem bom custo-benefício. “A racionalidade é o que o orienta nos corredores, porque esse perfil procura otimizar a renda da casa, mas preza pela qualidade. Ele não lida com as marcas e não tem vínculos, porque gosta de testar e está aberto a experiências”, conta Rafael D’Andrea.
Investir nos nichos
Ao contrário dos Experts, o Executador de Tarefas e o Selfie não possuem tanto conhecimento, mas também vão sozinhos ao mercado. Eles correspondem aos 46% das classes C e D que adotaram esse novo hábito em suas vidas. Ambos atentam-se mais ao preço, não possuem marcas favoritas e são atraídos por lançamentos. O Selfie, no entanto, é o que busca produtos específicos para homens. “Para eles, o investimento tem que partir das marcas. Esse consumidor é mais jovem, está aberto à experimentação e é influenciado pelo uso de personalidades nas ações do produto. Ele é aquele que usa algo porque está na moda e na mídia”, avalia Rafael.
Os produtos “for men” tem conquistado cada vez mais espaço nas gôndolas, principalmente nas de higiene, beleza e perfumaria. Outras categorias também são atraídas por esses rótulos. A designação de “feito para homens” transmite confiança para a escolha de um item em meio a diversos outros, que cada vez mais ganham extensões. Como a segurança é um sentimento que gera bem-estar ao cliente, especialmente entre o público masculino, as indústrias que focam na excelência da mercadoria são as que conseguem mantê-lo fiel a ela.
Já o perfil Executador é o target mais difícil de ser atingido pelas ações de Marketing das empresas, por ser caracterizado como um homem mais velho e ausente dos afazeres da casa. Como ele vai ao ponto de venda apenas uma vez ao mês, o ideal é focar em estratégias voltadas para o abastecimento do lar, que é a razão da ida dele ao mercado. Os atacadistas tendem a se destacar nesse contexto, mas os demais podem pensar em atividades voltadas para entrega e parcelamento em cartões da própria loja.
Mudanças no comportamento
Esse perfil que participa apenas esporadicamente tende a ter presença cada vez menor na sociedade nos próximos anos, uma vez que crescem a curiosidade e o interesse nas compras de casa ou particular entre os jovens. Quem irá despontar são os Experts e os Donos de Casa. Este último engloba homens solteiros ou divorciados, que fazem home office e vão até quatro vezes por semana ao varejo.
As empresas podem explorar esse nicho de diversas maneiras. Ele responde de forma rápida a promoções relâmpagos e ofertas especiais, já que possui uma renda menor e arrisca menos. As marcas secundárias, por isso, não tem uma grande receptividade por parte deles. “Aqui no Brasil, as ações para os Donos de Casa não acontecem, não são focadas neles. Esse perfil gasta mais quando está entre amigos, outra característica pouco explorada. Apenas no exterior foi vista uma campanha que estimula a ida de grupos ao ponto de venda”, conta Rafael.
A tendência natural é que todos os segmentos mudem de patamar no futuro próximo. Os homens em geral podem se tornar Experts, já que há naturalmente uma mudança que permite a ele tomar mais decisões em casa e ter o poder de pagamento. Quando esse consumidor começa a ser responsável por uma casa, passa a se interessar mais por produtos ou serviços. A própria experiência o fará evoluir entre os perfis.
Desafios
Todos os padrões comportamentais estudados buscam novidades que ofereçam soluções. A infidelidade a uma marca é o maior desafio imposto por ele ao varejo. Isso ocorre de forma ainda mais predominante com aqueles identificados como Caçadores de Especialidades, perfil habituado a ir às compras, mas que é extremamente planejado. Com isso eles focam no óbvio e são mais céticos. “É necessário oferecer uma justificativa racional para convencê-los de forma pratica. O benefício vem de outras variáveis além do preço. Às vezes, a solução está na embalagem econômica, que para ele é percebido como valor”, avalia o CEO.
Já os Iniciantes podem ser conquistados nos locais onde eles mais gostam de estar, por meio da chamada “estratégia em ponto de entrada”. “A P&G faz muitas ações para esse público, atraindo a atenção nos canais de mídias sociais. Ele familiariza o shopper com uma marca recém-incorporada a cesta de compras e o introduz a um outro produto. A empresa tem que sempre pensar no próximo passo do Iniciante”, diz Rafael D’Andrea.
Os homens requerem hoje intensa dedicação nos pontos de venda, especialmente os homossexuais, que gastam três vezes mais nos supermercados. Se as marcas conseguirem mostrar a performance de um item, elas terão a capacidade de conquistar o público masculino de forma efetiva. Ele reconhece quando uma mensagem é dita com clareza, seja no ponto de venda ou por meio da embalagem. Além disso, o que aumenta o fluxo de consumidores para as lojas são os chamarizes de preços e campanhas que o relembrem do que ele precisa comprar.
Fonte: Mundo do Marketing

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Dia dos pais: você conhece o perfil do "bom filho" brasileiro?



O comércio eletrônico no período que antecede o dia dos pais promete ser aquecido. De acordo com uma pesquisa do IBOPE e- commerce , 61% dos internautas pretendem comprar algum item para presentear seus pais.
Desse total, 51% afirmaram que o farão em loja virtual e, entre as razões, 34% declararam que utilizarão a plataforma online por comodidade. Além disso, 24% afirmaram que o valor encontrado na loja virtual é menor, quando comparado com lojas físicas, enquanto 22% disseram que há mais opções de produtos.
Quanto à categoria de produtos preferidos, os internautas optarão por itens de vestuário e calçados (49%), seguidos de eletrônicos/eletroportáteis (31%), informática (15%), artigos como livros, CDs e DVDs (14%) e de beleza e saúde (13%).
Perfil do consumidor
Dos internautas que pretendem comprar produtos em uma loja virtual, 41% têm idade de 25 a 34 anos e 56% estão na classe AB.
Em relação ao valor médio investido na compra do presente, 38% dos internautas querem gastar de R$ 50 a R$ 150 no presente de dia dos pais e 28% afirmaram que pretendem gastar até R$ 300. Já como forma de pagamento, o cartão de crédito é o preferido de quem compra na web, sendo que 78% afirmaram que sempre utilizam o meio eletrônico de pagamento para fazer suas compras na internet. 
Fonte: InfoMoney


Atividade do comércio avança 3,5% em julho, aponta Serasa Experian



O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio subiu 3,5% em julho, na comparação com o mês anterior ? já descontados os fatores sazonais. Ante julho de 2013, a alta foi de 6,2%. De janeiro a julho, o movimento dos consumidores nas lojas cresceu 3,9% em relação aos sete primeiros meses do ano anterior.

A expansão da atividade varejista em julho, avalia a Serasa, compensou o recuo de 3,2% de junho, decorrente dos feriados e paralisações da fase de grupos da Copa do Mundo. A segunda fase da Copa, que terminou em meados de julho, e o menor número de feriados e paralisações no período estimularam as vendas.

A alta foi mais expressiva no segmento de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, com crescimento de 9,4% em relação a junho. Nos estabelecimentos de combustíveis e lubrificantes, o movimento cresceu 7,5% na mesma comparação.

A categoria veículos, motos e peças avançou 6,8%, seguido de perto pela expansão de 6,7% em supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas. Nas lojas de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática, o aumento do fluxo dos consumidores em julho, sempre na comparação com o mês anterior, foi de 2,4%. 

O único recuo do indicador aconteceu nas lojas de material de construção, de 2,3%.

No acumulado do ano, o crescimento das vendas do varejo foi liderado pelo setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (expansão de 4,1%) e de combustíveis e lubrificantes (alta de 3%), considerando a comparação com os sete primeiros meses de 2013. O segmento de veículos, motos e peças acumulou crescimento de 1% e o de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática, de 0,9%. As lojas de material de construção viram o movimento dos consumidores crescer 0,6% no período.

Nas lojas de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, porém, houve queda de 1,6% frente a janeiro a julho de 2013. 

Fonte: Valor ONLINE

Expansão de serviços do Brasil tem em julho menor nível desde janeiro, aponta PMI



O crescimento da produção do setor de serviços do Brasil desacelerou em julho e atingiu o menor nível desde janeiro, com impacto misto da Copa do Mundo na atividade, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgada nesta terça-feira.
O PMI de serviços do Brasil caiu a 50,2 em julho e se afastou da máxima de seis meses de 51,4 vista em junho, mas ainda assim manteve-se pelo sexto mês seguido acima da marca de 50 que indica expansão.
"(A desaceleração) reforça a percepção de que as condições econômicas continuam fracas", afirmou o economista-chefe do HSBC, André Lóes.
A leitura mais baixa desde os 49,6 vistos em janeiro somou-se à contração no PMI da indústria e o PMI Composto caiu em julho a 49,3, menor nível desde agosto de 2012, contra 49,9 no mês anterior.
No setor de serviços, o Markit, que realiza a pesquisa, destacou que houve aumento acentuado na atividade de Hotéis e Restaurantes, porém a produção caiu no setor de Aluguéis e Atividades de Negócios.
A Copa do Mundo foi citada pelos entrevistados como principal responsável pelo aumento moderado do volume de novos negócios, o que levou as empresas de serviços a aumentarem o quadro de funcionários pelo 17º mês seguido, ainda que de forma modesta.
Por outro lado, a Copa também foi citada como motivo para a redução do volume de negócios pendentes.
Já os custos de compra das empresas aumentaram em julho pela taxa mais fraca desde o início da série em março de 2007, e como consequência a taxa de inflação dos preços cobrados enfraqueceu. Porém o subsetor de Hotéis e Restaurantes registrou crescimento sólido nos preços de insumos, o que foi repassado ao consumidor.
As empresas de serviços também demostraram forte otimismo, com mais de um terço dos entrevistados esperando aumento na atividade durante o próximo ano e citando perspectivas fortes de crescimento no futuro.
Fonte: REUTERS