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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Pagar dívidas com o 13º não resolve o problema, diz educador financeiro



O décimo terceiro salário costuma ser a “salvação” de muitos brasileiros. Isso porque o dinheiro extra recebido no final do ano é utilizado por uma grande parte da população para a quitação de dívidas e parcelas de financiamento que ficaram em atraso durante todo o ano.


Entretanto, o educador financeiro e fundador do Instituto Dsop, Reinaldo Domingos, afirma que pagar as dívidas com o dinheiro do décimo terceiro salário não resolve o problema. “Se você simplesmente pagar as dívidas com este dinheiro, com certeza estará endividado novamente em pouco tempo”, aponta o educador.

Por isso, ele aconselha que, antes de tomar esta decisão, o devedor faça um planejamento completo das finanças para evitar que o problema se repita e se torne um ciclo vicioso. “O décimo terceiro até pode ser utilizado para quitar dívidas, mas desde que se tenha absoluta certeza de que o problema foi resolvido”, afirma.

Planejamento financeiro

O educador aponta quatro pontos que considera fundamentais para um planejamento das finanças de toda família. Em primeiro lugar, ele aconselha que se faça uma reunião familiar e seja feito um diagnóstico das finanças, traçando objetivos de curto, médio e longo prazo.

“Considero curto prazo até um ano, médio prazo até 10 anos e longo prazo acima de 10 anos”, ressalta.

Depois, é preciso estipular os sonhos de cada membro da família e então adequar o orçamento, para que seja possível a realização desses sonhos. “É preciso apurar todo o dinheiro que entra e sai. Analisar o que pode ser cortado, desde supérfluos até a economizar em contas básicas”, afirma. “Cerca de 30% dos gastos de uma família poderiam ser evitados. Então, é hora de tentar enxergar onde se está gastando sem necessidade e economizar”, completa o educador.

Por fim, depois de ter os objetivos traçados, é hora de pensar em uma poupança para conseguir realizar os sonhos. “Para sonhos de curto prazo, a caderneta de poupança é a melhor alternativa. Para os de médio prazo, aconselho o Tesouro Direto e, para longo prazo, tanto o Tesouro Direto quanto uma previdência privada”, diz Domingos.

Segundo ele, o investimento em ações também pode ser utilizado, mas apenas para os objetivos de longo prazo e não deve ultrapassar 20% do total investido. “Além disso, é preciso procurar ajuda especializada para este tipo de aplicação”, aconselha.

Décimo terceiro? Até quando?

O especialista em finanças pessoais da MoneyFit, André Massaro, lembra que muitas pessoas que ocupam cargos mais elevados não podem contar com o décimo terceiro, nem para quitar dívidas e nem para fazer compras.

“Ainda é uma prática relativamente comum (hoje um pouco menos, por conta do aquecimento econômico) algumas empresas contratarem executivos e técnicos qualificados (ou seja, exatamente aqueles profissionais que ganham salários maiores) como 'PJ' (pessoa jurídica), para aliviar o custo dos encargos trabalhistas. Para esses, décimo terceiro salário é algo que ficou perdido no passado”, diz o especialista.

Além deles, os empreendedores precisam adequar as finanças sem depender do dinheiro extra no final do ano. “Quando viramos empreendedores, a coisa fica até pior, pois, além de não recebermos o décimo terceiro, temos que pagá-lo para nossos funcionários”, aponta.

Por isso, ele faz uma espécie de desafio. “Que tal viver, desde já, como se o décimo terceiro não existisse mais?”.

A ideia é justamente viver de forma mais disciplinada e equilibrada, já que você não vai poder contar com o décimo terceiro no final de ano para cobrir as dívidas adquiridas no meio do caminho.

“Quando chegar ao final do ano e você receber o décimo terceiro (…) terá aquele dinheiro para algo que lhe dê prazer, como consumir sem culpa (e sem dívidas), ou então investi-lo para ter uma aposentadoria mais confortável e, quem sabe, precoce”, conclui.

Fonte: InfoMoney

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Consumidores terão cada vez mais controle sobre dispositivos tecnológicos



Perspectivas da Gartner para o mercado de TI (Tecnologia da Informação) nos próximos anos mostram que os consumidores e usuários terão cada vez mais controle e conhecimento sobre os dispositivos que utilizam. Isso porporcionará, principalmente aos gerentes de negócios, mais controle sobre os gastos com a área de TI da empresas.


Além disso, a adesão aos dispositivos móveis vai aumentar ainda mais entre os usuários da internet. Até 2016, cerca de 50% de todos os usuários de e-mails corporativos vão realizar as trocas de mensagens em aparelhos como tablets ou outros dispositivos móveis, sobrepondo-se aos desktops.

Dispositivos móveis

Desta forma, as oportunidades de mercado para as plataformas baseadas nos dispositivos móveis vão aumentar. Cada vez mais os usuários vão querer que os fornecedores disponibilizem serviços em plataforma móveis, sobretudo as que permitem a comunicação ou colaboração entre funcionários, como as mensagens instantâneas, conferência pela web, redes sociais e espaços de trabalhos compartilhados.

Segundo as perspectivas da Gartner, os consumidores terão mais ofertas de aplicativos para seus dispositivos móveis. Isso vai acontecer porque se estima que os projetos de desenvolvimento de aplicativos para dispositivos móveis, como smartphones e tablets, vão superar os projetos destinados aos aplicativos para PCs.

O levantamento sugere que a proporção seja de 4 projetos de aplicativos desenvolvidos para dispositivos móveis para cada projeto desenvolvimento para PC. O forte consumo dos dispositivos móveis estimula o aumento de projetos com finalidade de melhorar essa plataforma. Além disso, a adoção dos dispositivos móveis possivelmente vai triplicar entre o último trimestre de 2010 e o primeiro trimestre de 2014, conforme prevê a Gartner.

A tecnologia baseada em nuvem (cloud computing) também aumentará muito nos próximos anos. Até o final de 2016, 50% das empresas globais vão armazenar suas informações nesse tipo de recurso. Isso vai acontecer, sobretudo, pelas questões financeiras, já que as empresas estão passando por fortes pressões orçamentárias, reflexo da crise econômica global, e os custos do cloud computing são reduzidos. A perspectiva, portanto, é que os usuários se adaptem a tal tecnologia.

Fonte: InfoMoney

Ganhar presente da empresa no Natal é bem visto pelos profissionais



Com a proximidade do final do ano, é comum que as empresas deem presentes a seus colaboradores. Mas, para que o presente seja considerado uma atitude gentil, existem algumas “regrinhas” que devem ser seguidas.


Para saber o que se pode e o que não se pode fazer ao presentear a equipe, o Portal InfoMoney conversou com o presidente da De Bernt Entschev Human Capital, Bernardo Entschev.

O especialista explica que, além de ser uma atitude simpática, entregar um presente ao colaborador é uma maneira de participar do Natal das pessoas indiretamente. “O chefe não estará na ceia com a família e nem deve, por ser muito particular, mas é uma maneira da empresa participar deste momento de festa”.

Presente deve ser do chefe ou do RH?

A ideia de presentear os colaboradores pode partir tanto do Recursos Humanos da empresa como dos gestores de cada departamento. Isso não significa que, se a empresa presentear todos os funcionários, os chefes diretos não possam presentear seus subordinados diretos.

Entschev explica que o presente dado pelo chefe é uma maneira de retribuir os profissionais pelo trabalho e desempenho realizado durante todo o ano. Se você ocupa um papel de liderança e quer presentear seus funcionários, lembre-se de que o presente deve ser igual para todos.

Já o profissional não deve presentear o líder. “Ele pode ser mal interpretados pelos outros. Podem surgir comentários maldosos pelos corredores”. O presente para o chefe só deve ser dado ser for em nome da equipe.

Sobre os presentes

Em relação aos presentes, as empresas e os chefes costumam presentear os colaboradores com cestas de Natal, panetones e objetos como pen-drives, canetas, agendas, blocos de papel, mochilas e até mesmo um kit churrasco.

Sobre as cestas, não é de bom tom que os funcionários recebam de tipos diferentes. Além disso, elas não podem ser muito simples ou muito sofisticadas, pois o objetivo é agradar a todos. Já outros tipos de presentes devem ser úteis. É comum também que as empresas imprimam sua logomarca nos presentes, como as mochilas e pen-drive.

Amigo-secreto

Neste período do ano, os presentes também aparecem no famoso amigo-secreto. O especialista explica que não participar da brincadeira é considerado um ato antipático. O amigo-oculto, como também é conhecido, pode ser realizado com toda a empresa ou somente entre as pessoas do mesmo departamento.

A brincadeira visa a confraternizar com os colegas, por isso, não deve aborrecer ou preocupar ninguém. Para evitar situações desagradáveis, é importante estabelecer o valor máximo e o mínimo do presente. “Todos devem concordar com este valor”, explica Entschev.

Além disso, quem está brincando deve escolher três opções de presentes que sejam facilmente encontradas. “Hoje, existem sites que são muito democráticos, é possível trocar bilhetes e conversar com outro, sem que ele saiba que é você”.

No caso de ter sorteado o chefe, as regras são as mesmas: a pessoa deve comprar o que foi pedido pelo chefe. Se ele não escolheu nada, a dica é perguntar, no máximo para duas pessoas, sobre o que ele gosta. “O chefe deve ter o bom senso de não escolher coisas caras”.

Por fim, a dica é sempre comprar presente em estabelecimentos que aceitam trocas. Assim ninguém fica com um presente do qual não gostou ou que não esperava.

Fonte: InfoMoney

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Consumidor deve avaliar se a internet é a melhor opção para as compras de Natal



Com a primeira parcela do décimo terceiro salário em mãos, muitos consumidores devem usá-la para fazer as compras de Natal. Uma das alternativas para realizar as compras é a internet, pois nela é possível pesquisar preços e comprar os produtos sem sair de casa, e também com a comodidade da entrega em domicílio.


Porém, os consumidores que ainda não compraram os presentes, devem avaliar se a internet é a melhor opção. “O consumidor deve avaliar se neste momento é melhor comprar na internet ou se na loja física é mais viável, principalmente por conta do prazo de entrega”, alerta a coordenadora Institucional da Proteste - Associação de Consumidores, Maria Inês Dolci.

Segundo a Proteste, os produtos adquiridos na internet podem ter diferentes prazos de entrega. Por isso, a Associação aconselha que o consumidor deve procurar lojas que ofereçam vários tipos de envio, incluindo entrega expressa.

Em um levantamento feito pela Proteste, foram encontrados sites com prazo de entrega de até 17 dias úteis. “Existem empresas que dão prazo de entrega de 30 a 40 dias, dependendo do produto. Se for esse o caso, o consumidor vai ficar sem presente”, explica a coordenadora.

Cancelamento

Caso a encomenda não chegue no tempo previsto, o consumidor tem o direito de cancelar a compra. “Antes de comprar, o consumidor deve se informar sobre as formas de cancelamento e se receberá o dinheiro de volta, de acordo com a forma de pagamento utilizada”, afirma a coordenadora.

Em teste realizado pela Proteste, a Associação comprou alguns produtos e cancelou os pedidos. No levantamento, nenhum produto teve o dinheiro estornado, mas as lojas ofereceram crédito para novas compras. De acordo com a entidade, essa prática é proibida pelo CDC (Código de Defesa do Consumidor), pois o valor deve ser integralmente restituído.

A Proteste ainda afirma que o consumidor, além de receber de volta o valor integral da compra, também deve ser restituído do valor pago pelo frete, em até duas faturas após conclusão da devolução.

Outros detalhes

De acordo com a Proteste, o consumidor deve ficar atento ao valor do frete, item que deve ajudar na escolha do site de compras. Em pesquisa feita pela Associação, para comprar um ferro de passar roupas, o valor do variava mais de 4 vezes para entrega em um mesmo endereço. Por isso, a pesquisa pelo frete deve ser minuciosa.

O consumidor também deve ficar atento ao valor cobrado pelas embalagens para presente. A pesquisa da Proteste revela valores que variam de R$ 2,90 a R$ 5,90, além dos sites que cobram de acordo com a dimensão do produto.

Fonte: InfoMoney

Mulheres da classe C investem em educação, beleza e lazer



Qualificação profissional, educação para os filhos, beleza e lazer. Esses são os itens que ganharam espaço no orçamento familiar das mulheres de classe C. Com o crescimento do poder de compra verificado nos últimos anos e o aumento da participação no mercado formal de trabalho, elas mudaram, e muito, seus padrões de consumo, avalia Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular, instituto de pesquisa especializado nas classes C e D.


“O aumento da renda formal levou as mulheres da classe C a um novo patamar, em que é possível planejar as finanças e conquistar o que antes parecia inatingível, como educação de boa qualidade tanto para elas, quanto para os filhos. E, mesmo tendo empregos formais, essas mulheres ainda complementam a renda fazendo bicos e atividades extras que permitam dar mais conforto à família”, diz Meirelles.

Renda extra

É o caso da babá Dalva Pena, 40, que vive com o filho de 21 anos e a filha, de 17. Com uma renda fixa mensal de R$ 1,7 mil, ela se considera uma profissional de ‘1001 utilidades’. “Além de trabalhar em outras casas como babá nos meus horários de folga, também recebo encomendas de doces e bolos e participo do comitê de um candidato a vereador em São Paulo”, diz.

Dalva conta que guarda praticamente todo dinheiro provenientes de suas atividades extras. Em média, ela deposita, mensalmente, R$ 400 em um fundo de renda fixa. O objetivo, diz, é assegurar o futuro da família. “Temos alguns planos, como comprar uma pequena casa para alugar ou até mesmo trocar de carro. Mas, por enquanto, não planejo usar o que tenho no fundo. A ideia é guardar”, afirma.

Apesar da preocupação em construir uma vida melhor e de reconhecerem a importância de poupar para o futuro, casos como o de Dalva ainda são poucos entre as mulheres da Classe C, que têm dificuldades em guardar dinheiro. “O conceito de poupança tem valor para essas mulheres, mas elas ainda têm muitos sonhos de consumo a serem realizados, o que dificulta bastante a criação de uma reserva”, afirma Martinelli.

Entre a vontade de consumir e a necessidade de poupar, as mulheres da classe C adotam diferentes estratégias para organizar o orçamento doméstico. A analista de projetos Paula Espíndola Teles, 29 anos, é adepta das planilhas de gastos. Com uma renda mensal de R$ 4 mil, ela sustenta a casa onde vive com sua filha de nove anos, o noivo e os sogros. Desde que o noivo e o sogro ficaram desempregados, há quase um ano, ela arca sozinha por todas as despesas da família. O rígido controle das finanças é, segundo ela, o segredo para não se endividar.

Fonte: Último Segundo

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Brasil: 50,7% dos executivos gostariam de mudar de emprego em 2012



Um levantamento realizado pela Michael Page International revelou que 50,7% dos executivos brasileiros gostariam de buscar novas oportunidades no mercado em que já atuam no próximo ano.


Outros 43,5% disseram que gostariam de arrumar outro emprego em um setor diferente onde trabalham atualmente. Apenas 37,7% informaram que pretendem acumular experiência na mesma empresa em que estão empregados.

Nacionais x multinacionais

Ao analisar as respostas de executivos de empresas nacionais e multinacionais, as respostas são diferentes. Para 50,8% dos respondentes de companhias brasileiras, acumular experiências no mesmo local de trabalho e cargo é mais importante do que buscar novas oportunidades em um mesmo setor (43,1%).

Já nas empresas estrangeiras, a situação é contrária: 57,5% gostariam de sair da empresa em 2012 e 26% permaneceriam como estão atualmente.

Segundo o estudo, isso ocorre pelo momento econômico mundial e pela estrutura matricial e tradicional das empresas estrangeiras, que acabam por reduzir a autonomia de seus executivos locais em momentos econômicos mais instáveis, o que gera uma insatisfação um pouco maior.

Estudos

A pesquisa questionou ainda sobre o aperfeiçoamento acadêmico. No geral, 32,6% pretendem investir na própria educação. Entre as empresas brasileiras, o indicador é de 36,9%, enquanto nas multinacionais é de 28,8%.

Sobre a pesquisa

O estudo, denominado Perspectivas Econômicas e de Investimentos para 2012, contou com a participação de mais de 500 executivos dos mais altos níveis hierárquicos em empresas de diversos portes e setores no País. A pesquisa foi realizada entre os dias 25 de outubro e 5 de novembro deste ano.

Fonte: InfoMoney