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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Por aumentar produtividade, atividade física impacta no salário dos profissionais



Aparentemente os profissionais sedentários têm um bom motivo para começar a se exercitar. Um estudo recentemente publicado mostrou que um indivíduo que pratica atividades físicas de uma a três vezes por mês ganha salário 5,2% maior do que os sedentários.
Aqueles que praticam exercícios regularmente possuem salários até 9% mais altos. O estudo, publicado na revista científica Journal of Labor Research, e desenvolvido pelo economista Vasilios D. Kosteas, da Universidade de Cleveland, nos Estados Unidos, revelou que, enquanto os exercícios moderados produzem efeitos positivos em termos salariais, os exercícios realizados com mais frequência trazem ganhos ainda melhores.
Maior produtividade
De acordo com o estudo, a atividade física pode levar ao aumento de salário justamente por aumentar a produtividade dos profissionais. Os exercícios físicos regulares ajudam a melhorar as funções mentais, o bem-estar psicológico e os níveis de energia, elementos que melhoram a produtividades e, novamente, podem levar a aumento de salário.
Outra discussão que o estudo pretende estudar mais tarde é sobre como as pessoas devem alocar seus horários de trabalho e de exercícios. Ou seja, é mais adequado pensar primeiro na carga de trabalho e, depois, nos exercícios, com o tempo que sobra, ou seria melhor alocar simultaneamente o tempo destinado para as diversas atividades, como o trabalho, os exercícios e o próprio lazer.


Fonte: InfoMoney

Contribuinte que entregar produtos para reciclagem pode ter redução no IR




Um projeto de lei prevê dedução do IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) para contribuintes que tiverem despesas com coleta e entrega de produtos geradores de resíduos sólidos que demandem logística reversa em postos de coleta específica.

De acordo com a proposta do deputado Jhonatan de Jesus (PRB-RR), o Poder Executivo terá o prazo de 90 dias, a partir da data em que a lei entrar em vigor, para regulamentar o benefício fiscal, e deve respeitar o limite máximo de 10% do imposto devido.

Segundo o autor do projeto 2551/11, o objetivo é disseminar e consolidar na sociedade as medidas previstas na Política Nacional de Resíduos Sólidos e criar uma cultura de coleta e reciclagem, especialmente dos produtos que trazem grandes danos ao meio ambiente. “O crescimento exponencial da poluição causada por resíduos sólidos é motivo de preocupação para todos os brasileiros. Trata-se de um problema decorrente do crescimento econômico, do processo de urbanização, da mudança de hábitos da população, que consome cada vez mais produtos industrializados”, afirma.

Jesus também ressalta a adoção de novas tecnologias, como o uso intensivo de computadores e telefones celulares, como fator importante que polui o meio ambiente. “Incentivar as pessoas físicas a cooperar para a solução do problema revela-se uma medida razoável e sensata, além de coerente e compatível com a grandiosidade do desafio enfrentado por toda sociedade”, completa.

Reciclagem
De acordo com a Agência Câmara, a Lei 12.305/10, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, obriga os fabricantes e comerciantes de agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas e eletroeletrônicos a implementar sistemas de logística reversa. As empresas citadas na lei devem viabilizar a coleta dos resíduos, a serem entregues pelo consumidor, e encaminhar esses resíduos para reaproveitamento ou para a destinação final ambientalmente adequada.

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: InfoMoney

Brasil assume a 3ª posição no ranking mundial de otimismo, diz pesquisa





Os empresários brasileiros estão otimistas com o cenário econômico nacional. Ao menos é isso o que aponta o relatório divulgado nesta segunda-feira (16) pela Grant Thornton International, que consultou a opinião de executivos de todo o País.

De acordo com o IBR 2012 (International Business Report) o nível de otimismo atingiu 74%, aumentando 24 pontos percentuais em relação ao último trimestre pesquisado, fato que ajudou o País a conquistar a terceira posição no ranking global da categoria. “O salto foi de oito posições em relação ao terceiro trimestre de 2011”, detalha o estudo.

Otimismo em 2012
Aliás, foi justamente por destoar da média global, que ficou estimada em zero, que o País se destacou ainda mais na avaliação dos executivos para 2012.

“O clima de incerteza mundial, originado principalmente pela volatilidade econômica na Europa e nos Estados Unidos, tem atraído a atenção dos investidores de fora para o Brasil”, explica o responsável pelo IBR na América Latina, Javier Martinez.

Para ele, as perspectivas de crescimento econômico no País, mesmo que mais moderadas, irão se manter. “O governo tem sinalizado que, por meio de uma política monetária mais maleável e seguindo com a mesma política fiscal, tentará retomar o crescimento, mesmo com um cenário internacional de crise”, diz.

América Latina
Na América Latina, o otimismo aumentou também em relação ao último trimestre (+7 p.p.) para 61%, assim como entre os países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), que apresentaram uma elevação de 9 p.p., na comparação com o terceiro trimestre, para 24%.

Se comparado com o mesmo período do ano passado, o otimismo do empresariado registrou elevação de 14 e 20 pontos percentuais, respectivamente, informa o levantamento.

Já em relação à Zona do Euro, o otimismo caiu 18 pontos percentuais, para -16%. No entanto, a maior queda, de 52 p.p., foi registrada na Ásia, onde nenhum empresário se mostrou otimista para o próximo ano.

Outros países
Em relação aos demais países, além do Brasil, o otimismo cresceu na Armênia (16 pontos percentuais), Grécia (10 p.p.), China (8 p.p.), Irlanda (6 p.p.), Nova Zelândia (4 p.p.) e Estados Unidos (3 p.p.).

Destaca-se como o mais otimista a Geórgia (78%). O mais pessimista é o Japão (-71%), seguido da Espanha (-62%), sendo que ambos apresentaram novamente queda no otimismo em relação ao último trimestre (-2 p.p. e -28 p.p., respectivamente).

Já entre os países que apresentaram maiores quedas de otimismo, Tailândia (-94 p.p.), Malásia (-60 p.p.) e Singapura (-41 p.p.) se destacam.

Fonte: InfoMoney

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Receita libera pagamento de lotes residuais do IR hoje




A Receita Federal libera nesta segunda-feira o pagamento de lotes residuais do Imposto de Renda 2011, 2010, 2009 e 2008. Ao todo, 93.757 contribuintes irão dividir cerca de R$ 195,5 milhões, que serão depositados na conta informada na declaração do IR.

Segundo a Receita, o lote de 2011 tem 73.878 contribuintes. Eles irão receber quase R$ 149,2, milhões, já corrigidos em 8,58% pela taxa Selic. O lote do exercício 2010 irá liberar a restituição para 10.768 contribuintes; o de 2009, para 5.578 contribuintes; e o lote residual de 2008, para 3.533 contribuintes.

A consulta poderá ser feita pelo site da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146.

Quem não tiver o dinheiro depositado em conta deverá procurar uma agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento --por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (deficientes auditivos)-- para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Quem não fizer o saque neste período só poderá pedir o resgaste por meio da Internet, preenchendo o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Declaração IRPF.

Fonte: Folha.com

Vendas on-line crescem 21% no Brasil em 2011




O comércio eletrônico brasileiro cresceu 21% em 2011 e chegou a R$ 21,5 bilhões.

O volume representou 2,2% das vendas on-line mundiais, de acordo com dados da consultoria Forrester Research apresentados ontem no evento evento anual da Federação Nacional do Varejo, em Nova York.

No ano passado, o comércio eletrônico global totalizou R$ 805,5 bilhões (US$ 450 bilhões), impulsionado principalmente pelos Estados Unidos e por países da Europa Ocidental.

A expectativa é que a participação brasileira passe para cerca de 3% do comércio eletrônico mundial - ou R$ 39,3 bilhões de R$ 1,25 trilhão - nos próximos três anos, segundo a consultoria.

Apesar de o número parecer pouco expressivo, principalmente ante os 22% que devem ser conquistados pela China - com R$ 285,3 bilhões -, o Brasil é considerado um dos candidatos a protagonistas das vendas on-line mundiais.

Isso porque registrará expansão do alcance do número de consumidores on-line, diversificação dos produtos comercializados e grupos internacionais que passarão a operar no mercado e devem impulsionar o setor.

Fonte: Folha.com

Perdeu o emprego? Veja como evitar dívidas até conseguir uma recolocação




Pagar as contas todo final de mês, comprar os produtos essenciais para abastecer a casa e ainda ter de lidar com as altas taxas de juros dos empréstimos ou do cheque especial não são tarefas nada fáceis. Imagine, então, ter de lidar com tudo isso tendo perdido recentemente o emprego.

Será que perder o emprego é sinônimo de desespero financeiro? Será que é impossível manter o mesmo padrão de vida no período em que se procura uma nova recolocação? O que fazer para administrar o orçamento, quando o profissional perde o rendimento mensal?

A reserva financeira
A consultora financeira e sócia da BMI Brazilian Management Institute, Marcia Dessen, explica que é importante estar sempre preparada para essa situação, mesmo que o profissional não acredite que esteja correndo algum risco de perder o emprego. Estar preparado significa ter uma reserva financeira de três a seis salários.

Logo, se você ganha R$ 3 mil, tenha guardado em uma conta “sagrada que ninguém mexe”, de R$ 9 mil a R$ 18 mil, assim poderá procurar um novo emprego tranquilamente. Mas, mesmo que tenha essa reserva, é importante poupar durante o período, pois não há garantias de que encontrará um emprego nesse prazo e ainda poderão ocorrer eventos emergenciais, que poderão exigir mais recursos, como problemas de saúde, por exemplo.

Aperte o cinto
Para quem acabou de ficar desempregado e não tinha a reserva financeira, a situação pode ficar bastante complicada, mas não deve ser considerada sinônimo de angústia. Marcia explica que nesse momento é preciso “apertar o cinto” e fazer o controle de caixa.

Na prática, deve-se sentar e colocar todos os gastos no papel. Vai ser necessário cortar o consumo e priorizar o pagamento do absolutamente necessário, ou seja, parcelas de carros e imóveis, plano de saúde, alimentação e as contas de água, luz, gás, aluguel e outras.

Além disso, procure as gorduras a ser cortadas. "É nessa hora que as pessoas percebem onde estão gastando demais e desnecessariamente”, explica Marcia. Mesmo que você acredite que já viva economizando o máximo que pode, sempre tem onde cortar mais. É um consenso entre os especialistas financeiros que a maioria das pessoas gasta mais do que o necessário em diversas esferas da vida, portanto, é só procurar que você vai achar.

Inclusive, ao encontrar onde reduzir as despesas, grande parte das pessoas encontra gastos que não só pode viver temporariamente sem como pode evitá-lo permanentemente, o que vai permitir poupar mais mensalmente. “Se você já poupava 10% do seu salário normalmente, você vai descobrir que pode poupar 15%”, observa Marcia.

Fonte: InfoMoney