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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Veja 5 práticas simples para estimular sua criatividade




O pensamento criativo pode trazer inúmeros benefícios, tanto para a sua carreira quanto para a sua vida pessoal. Entretanto, embora ele seja tão desejado, não é fácil de ser alcançado. Uma rotina estressante e apressada pode impedir você de acessar a sua criatividade, mas algumas práticas simples podem ajudar você a impulsioná-la onde quer que você esteja. Confira 5 dicas rápidas para ser mais criativo.

1. Seja positivo: segundo o estudo “The Progress Princple: Using Small Wins to Ignite Joy, Engagemente and Criativity at Work”, existe uma conexão definitiva entre as emoções positivas e a criatividade. Os participantes do estudo apresentaram 50% de aumento nas ideias criativas nos dias em que reportaram humor positivo. Ou seja, quanto mais positividade uma pessoa apresenta no seu humor, mais criativo será o seu pensamento ao longo do dia.

2. Não faça brainstorms: embora trabalhar em grupo possa render boas ideias, a pesquisa “Quiet: The Power of Introverts in a World That Can’t Stop Talking” mostrou que as pessoas produzem mais quando estão por conta própria do que quando precisam trabalhar em grupo. Além disso, o estudo mostrou que elas produzem ideias com qualidade mais alta trabalhando individualmente.

3. Tome um banho ao acordar: a pesquisa “Imagine: How Creativity Works” aponta que quando a mente está relaxada é mais fácil dirigir o centro das atenções para dentro, para o fluxo de associações remotas que emanam do hemisfério direito do cérebro. O banho, por seu poder de relaxar os músculos, acelera esse processo. Por isso é tão comum ter insights criativos durante os banhos quentes.

4. Faça algo habitual: de acordo com pesquisa da Universidade de Toronto, no Canadá, fazer algo com o que você já está acostumado, como caminhar, tirar um cochilo ou mesmo lavar a louça, permite que você acesse, de maneira inconsciente, as informações periféricas que o seu cérebro não consegue acessar durante um estado intenso de foco.

5. Não tente se organizar: a pesquisa “Imagine: How Criativity Works” mostrou também que um dos melhores momentos para insights criativos é o primeiro da manhã, logo que você acaba de acordar. Isso acontece porque o cérebro sonolento é desorganizado, aberto a todos os tipos de ideias não convencionais.

Fonte: InfoMoney

 


Mercado de trabalho para executivos cresceu 10% em janeiro




O mercado de trabalho para executivos na cidade de São Paulo começou 2013 aquecido. A pesquisa Impex realizada pela Laerte Cordeira Associados revelou que em janeiro o número de vagas ofertadas a esses profissionais cresceu 10,81%. No primeiro mês do ano foram 410 oportunidades, contra 370 em dezembro.

Em janeiro, o maior número de empregos para executivos foi oferecido aos profissionais da Área de Produção/Técnica, com 34% da oferta total. A seguir as Áreas de Marketing/Vendas (32%), Finanças/Controle (27%), Gerência Geral (5%) e Serviços (Tecnologia da Informação,Recursos Humanos e Jurídico) ( 2%).

O Setor de Serviços foi o maior recrutador de executivos em janeiro, com 49% da oferta total. A Indústria foi a segunda (42%), com o Comércio (7%) e os Bancos (2%) vindo a seguir.

Expectativa para 2013
Para a consultoria, com estes dados ainda não é possível saber como o mercado de trabalho para executivos irá se comportar durante o ano. “Sabemos bem que dezembro é um mês sempre muito fraco e que janeiro e fevereiro também não são meses de grande procura de profissionais de nível”.

Para fevereiro, mesmo com Carnaval e férias, a expectativa é que os números sejam significativamente melhores do que os de janeiro. Os profissionais de Marketing e Vendas deverão ser os campeões da procura de executivos neste começo de ano, com números ainda baixos para os profissionais da Área de Comércio Exterior.

Fonte: InfoMoney


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Crédito ao consumidor reagirá no primeiro semestre de 2013, diz Serasa




O Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Crédito ao Consumidor aumentou 1,4% em dezembro, de acordo com números divulgados pela Serasa Experian nesta segunda-feira (4), atingindo 100,3 pontos.

O crescimento consecutivo mensal do indicador e a convergência para próximo do nível 100 sinaliza que, após ter apresentado desaceleração durante o ano passado, as concessões de crédito ao consumidor se recuperarão durante o primeiro semestre de 2013.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, entre os motivos que contribuirão para uma dinâmica mais favorável para as concessões de crédito nos próximos seis meses estão a redução dos níveis de inadimplência do consumidor, a baixa taxa de desemprego, os ganhos salariais acima da inflação na maioria das categorias profissionais e à tendência de estabilidade da taxa básica de juros (taxa Selic).

Empresas 
O Indicador Serasa Experian de Perspectiva do Crédito às Empresas, por sua vez, teve variação negativa de 0,3% em dezembro do ano passado, alcançando um nível igual ao relatado para o consumidor – de 100,1 pontos.

Apesar da queda mensal, a Serasa diz que o indicador continua oscilando em torno do do nível 100, o que indica continuidade de crescimento moderado das concessões de crédito às empresas.

Fonte: InfoMoney

 


Pequenas e médias empresas podem ganhar incentivo fiscal para entrarem na bolsa




Como estratégia de atrair PMEs (Pequenas e Médias Empresas) a abrir capital na bolsa, o governo estuda medidas de incentivo fiscal para tornar a operação menos custosa. Uma dessas estratégias seria o abatimento dos gastos desse processo no imposto de renda, com o abatimento sendo feito em quatro ou cinco parcelas, segundo reportagem da Folha de S. Paulo desta segunda-feira (4).

O alto custo para realizar o IPO (Initial Public Ofering) é um dos principais empecilhos para pequenas e médias empresas pulverizarem seu capital junto a outros investidores na BM&FBovespa - o custo médio gira em torno de R$ 600 mil a R$ 1 milhão. Além disso, há algumas regras de governança corporativa que acabam desagradando essas empresas, tornando para elas mais vantajoso manter o capital fechado.

Segundo a matéria, as negociações avançam bem nos ministérios do Desenvolvimento e da Fazenda e até o final do ano a medida já estará em vigor, explica o diretor presidente do Movimento Brasil Competitivo, Erik Camarano. A Folha ainda cita dados da BM&FBovespa anunciando que em 2004 apenas duas empresas abriram capital para captar menos de R$ 100 milhões.

A popularização da BM&FBovespa para atrair PMEs tem sido uma preocupação de algumas empresas voltadas ao mercado. Em entrevista exclusiva ao Portal Infomoney, Rodolfo Zabisky, CEO da @titude - maior empresa independente de serviços de relações com investidores do mundo - e coordenador do movimento que pede por medidas à serem tomadas pela BM&F Bovespa, CVM e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), afirma que facilitar o ingresso dessas empresas já seria por si só um grande atrativo para o investidor - empresas de menor tamanho possuem um potencial maior de crescer do que uma empresa de grande porte.

Zabisky estima que a adoção de diversas medidas - entre elas os incentivos fiscais e a criação de um PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) para PMEs - faria com que 750 novas empresas listassem suas ações na Bovespa nos próximos cinco anos, levantando cerca de R$ 90 bilhões em investimentos privados. "É um processo de formiguinha, isso dinamizaria a economia, e, mais importante, de forma sustentável", diz o executivo.

Fonte: InfoMoney


Brasil bateu recorde de contratação em 2012




Mais de 42% das empresas no Brasil contrataram nos últimos 12 meses, o maior nível registrado desde 2009. Segundo a pesquisa IBR 2013 (International Business Report), da Grant Thornton, o resultado brasileiro fico bem acima da média global, que obteve 24%.

Com o desempenho, o País está na 5ª posição de contratação em 2012 entre 44 países e ficou atrás apenas da Índia, com 62% de empresas que contrataram, Turquia, 60%, Peru, 57%, e Chile, com 43% - todas economias emergentes.

Entre os últimos da lista, aparecem a Grécia e Espanha, que obtiveram resultado negativo no período analisado e continuam com um cenário pessimista com relação ao emprego. “Mesmo quatro anos após a crise ainda há uma grande parcela da população desempregada e sem uma definição clara ainda se os países da Zona do Euro sairão da atual situação ao longo do ano”, diz o Managing Partner da empresa, Paulo Sergio Dortas.

Para Dortas, é importante ainda destacar que este aumento ocorreu em um cenário de baixo crescimento do PIB e atraso nas principais obras do País. “Neste cenário é de se supor que, caso o Brasil consiga romper as barreiras que vem paralisando as iniciativas de infraestrutura, teremos em 2013 mais um ano de recordes”, disse.

Aumento salarial
O estudo ainda mostrou que 24% dos empresários brasileiros pretendem aumentar os salários dos seus funcionários acima da inflação em 2013. O percentual sobe para 88% quando se trata de elevações também em linha com a inflação.

“Para o Brasil, onde há cada vez mais uma escassez de mão de obra qualificada, uma tendência seria o de aumentos acima da inflação para as funções e cargos mais qualificados.”, avalia Dortas.

Estão entre os países que mais pretendem dar aumentos reais a seus empregados: Suécia, 42%, o Chile, 33%, a Tailândia, 27%, a Índia e o Peru, ambos com 26%. Na contramão aparecem a Irlanda e a Grécia, com 1%, e a Espanha, Itália e Dinamarca, com 3% dos empresários. “Os empresários tendem a aguardar mais definições sobre a situação econômica na Europa e Estados Unidos antes de definirem custos adicionais, além dos sinais de um melhor desempenho local em 2013”, completa Dortas.

Fonte: InfoMoney


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Mulheres já representam quase metade dos novos empreendedores




Cada vez mais mulheres comandam os novos negócios brasileiros. Segundo pesquisa GEM 2012 (Global Entrepreneurship Monitor),  mais de 49% dos profissionais que iniciam a carreira empresarial são do sexo feminino.

O estudo, divulgada pelo Sebrae e o IBQP (Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade), também mostra que a participação delas é maior entre os empreendedores que abrem um estabelecimento do que aqueles com empresas já estabelecidas.

“A inserção mais intensa da mulher no mercado de trabalho e seu consequente empoderamento, principalmente na última década, favorecem o empreendedorismo feminino”, diz o o diretor-presidente do IBPQ, Sandro Vieira.

Para Vieira, à medida que as mulheres passam a ocupar em maior densidade cargos de liderança nas organizações, também adquirem mais segurança para empreender, “principalmente no empreendedorismo por oportunidade”.

A pesquisa ainda aponta que a escolaridade está melhorando entre as empresas iniciais. Enquanto que nos negócios maduros 30% dos empresários têm o ensino médio completo, nas empresas novas o índice corresponde a 37%.

Jovens empreendedores
Os negócios iniciais estão mais concentrados nas mãos de jovens entre 25 e 34 anos, que respondem pela criação de 33,8% das empresas. A faixa etária entre 35 e 44 anos reúne 27% das novas empresas. Já entre os empreendimentos estabelecidos, aqueles com mais de 3,5 anos de atividade-, a idade predominante dos empresários é de 35 a 44 anos, com representação de com 30%.

Sobre a pesquisa
A pesquisa GEM é realizada em âmbito mundial desde 1999 e contou com a participação de 69 países – 15 a mais do que os analisados em 2011. O levantamento ouviu 10 mil pessoas entre 18 e 64 anos das cinco regiões brasileiras.

Fonte: InfoMoney