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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Taxa de desemprego sobe em janeiro para 4,8%, aponta IBGE



A taxa de desemprego subiu em janeiro para 4,8% da população economicamente ativa (PEA) em seis das principais regiões metropolitanas brasileiras. Em dezembro de 2013, o nível de desocupação era de 4,3%. Contudo, a taxa registrada no mês passado é a menor para meses de janeiro desde 2003. No início de 2013, estava em 5,4%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O indicador ficou abaixo da média de 5,2% apurada pelo Valor Data junto a 20 consultorias e instituições financeiras.

Conforme o levantamento, a população desocupada aumentou 9,6% em janeiro, perante um mês antes, para 1,2 milhão de pessoas, mas teve queda de 12,6% em relação a primeiro mês de 2013. A população ocupada, de 23,1 milhões de pessoas, caiu 0,9% ante dezembro de 2013 e ficou estável na comparação com janeiro do ano passado.

A pesquisa trouxe ainda que o rendimento médio real habitual dos ocupados ficou em R$ 1.983,80 em janeiro, o que representou avanço de 0,2% sobre dezembro e alta 3,6% frente a janeiro de 2013. 

O levantamento abrange as regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Fonte: Valor ONLINE

Problemas financeiros afetam mais a saúde dos brasileiros do que dos europeus



Os brasileiros apresentam mais sintomas de doenças decorrentes de problemas financeiros do que os europeus, apontou um estudo realizado por entidades de defesa do consumidor em cinco países e divulgado pela Proteste - Associação dos Consumidores.
De acordo com o estudo, feito em setembro do ano passado, a saúde dos brasileiros é mais afetada do que a dos belgas, italianos, portugueses e espanhóis - que convivem com a crise europeia. As dificuldades financeiras afetam o sono dos brasileiros (24%), provocam ansiedade (32%), irritabilidade (24%) e dor de cabeça (17%).
Além disso, em situação financeira desfavorável, os brasileiros recorrem mais a ansiolíticos e antidepressivos (30%) do que nos países europeus pesquisados, só ficando atrás de Portugal, onde o índice é de 33%. A incidência do uso desses medicamentos ficou em 29% na Espanha, 18% na Itália e 17% na Bélgica.
O estudo ainda mostra que 69,7% dos brasileiros confiam nas entidades de defesa do consumidor em situações de crise financeira e endividamento. O Brasil lidera nesse quesito, seguido por Portugal, com 67,8%.
Fonte: InfoMoney

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Classe média brasileira seria a 18ª nação do mundo em consumo se fosse um país



Nos últimos anos, o Brasil vivenciou um intenso crescimento da classe média, tanto que em 2013, 54% da população pertencia a classe C. Um levantamento realizado pela Serasa Experian e o Instituto Data Popular mostra que se a classe média brasileira fosse um país, ela seria a 18ª nação do mundo em consumo, podendo até participar do G-20.
No ano passando, a população do "país" classe média gastou mais de R$ 1,17 trilhão, com destaque para Alimentação (R$ 223,3 bilhões), a quantia equivale ao consumo das famílias da Bolívia, Paraguai, Uruguai e El Salvador juntas; Saúde (R$ 71,8 bilhões), mesmo valor gasto por Honduras e Jamaica; e Vestuário (R$ 61,6 bilhões), equivalente ao consumo de Luxemburgo.
Já para este ano, a previsão é de que os consumidores dessa classe comprem 8,5 milhões de viagens nacionais, 7,8 milhões de móveis para casa, 6,7 milhões de aparelhos de TV (impulsionado pela Copa do Mundo de 2014), 4,8 milhões de geladeiras e 4,5 milhões de tablets.
No grupo do G-20, a classe média ficaria a frente da Holanda e da Suíça. Já o Brasil está em 8º lugar, sendo que o consumo da classe C está inserido nos índices brasileiros. 
Fonte: InfoMoney


Atividade econômica cresce 2,3% no país em 2013, aponta Serasa



A atividade da economia brasileira cresceu 2,3% em 2013, maior que o desempenho do ano passado quando, segundo os dados oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o crescimento econômico brasileiro atingiu 1%, segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal), divulgado nesta quarta-feira (19).
Já entre dezembro e novembro de 2013, a atividade econômica caiu 0,1%, descontada as influências sazonais, segundo o indicador.
O destaque do ano de 2013 foi o crescimento de 7,3% registrado pelo setor agropecuário tendo em vista a safra recorde de 188,2 milhões de toneladas de grãos (alta de 16,2% em relação à safra de 2012).
Mas o desempenho do setor agropecuário não foi acompanhado pela atividade industrial, que cresceu apenas 1,3% em 2013, e nem pelo setor de serviços, cuja expansão em 2013 foi de 2,1% em relação ao ano anterior.
Pelo indicador, houve avanço de 6,3% em investimentos em relação a 2012, ano em que estes haviam caído 4% em relação a 2011. Já consumo das famílias avançou 2,3% e o consumo do governo 1,8% em 2013 em relação aos valores de 2012.
O crescimento maior das importações perante as exportações (8,7% contra apenas 2%) também pesou negativamente sobre o desempenho da economia brasileira em 2013, de acordo com o indicador.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o ano de 2013 foi marcado por uma relativa recuperação do cenário internacional, com o fim da recessão na zona do euro e o início do processo de retirada dos estímulos monetários nos EUA, o que teria levado ao crescimento da atividade econômica em 2013.
No entanto, a aceleração da inflação, ampliação do déficit externo e elevação das taxas de juros, além da queda do superávit primário, e a redução dos níveis de confiança de empresários e consumidores, acabaram por impedir um crescimento maior.
Fonte: UOL Economia

Competição em Brasília vai tirar ideias de negócio do papel



A partir desta sexta-feira (21), a sede do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), em Brasília, será palco do Startup Weekend, evento voltado para as empresas de tecnologia em estágio inicial, as "start-ups".
Durante 54 horas, 110 empreendedores estarão reunidos na capital federal para compartilhar ideias, formarem equipes com a possibilidade de criarem uma empresa. As inscrições, no entanto, estão encerradas.
Na primeira noite do evento, os participantes trocarão ideias e montarão seus times. Os projetos mais bem votados serão trabalhados pelas equipes, com o acompanhamento de mentores selecionados pela organização e pelo Sebrae.
No sábado e no domingo, o foco dos times será encontrar um modelo de negócios e a criação de um produto viável. Ao final do encontro, os times apresentarão o que construíram e as melhores ideias serão premiadas.
Em outras edições já foram criadas de mais de 600 empresas no mundo. De acordo com gestor do Projeto de Startups do Sebrae, Márcio Brito, eventos como esse servem como um forte estímulo para os participantes tirarem as suas ideias do papel e montarem um negócio na prática.
"O Sebrae vem priorizando o segmento das 'start-ups' dentro da economia criativa porque sabemos que, quando unimos inovação e tecnologia, possibilitamos a criação de empresas com alto potencial para conquistar o mercado", afirma.
Essa é a terceira vez que Brasília sedia uma edição do evento, que ocorre em mais de 500 cidades do mundo.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Classe média deve consumir R$ 1,27 trilhão neste ano, diz Serasa



A classe média deve consumir R$ 1,27 trilhão neste ano, o que representaria um crescimento de 8,5% em relação a 2013. Os dados são de um estudo elaborado pela Serasa Experian e pela consultoria Data Popular sobre o perfil da classe C no país, divulgado nesta terça-feira em São Paulo.

O levantamento demorou um ano para ser concluído. Segundo a pesquisa, a classe C pretende consumir neste ano 8,5 milhões de viagens nacionais, 7,8 milhões de notebooks, 4,5 milhões de tablets, 3,9 milhões de smartphones e 3,2 milhões de viagens internacionais. 

Em relação os bens domiciliares, a previsão é que sejam comprados 7,8 milhões de móveis, 6,7 milhões de aparelhos de TV, 4,8 milhões de geladeiras, 3,9 milhões de máquinas de lavar, 3 milhões de carros e 2,5 milhões de casas ou apartamentos. 

"Os perfis revelados pela solução 'Faces da Classe Média' permitem que as instituições tenham uma visão segmentada desses consumidores e possam entender de que forma devem endereçar suas ações, produtos e serviços, criando soluções para os quatro diferentes nichos, que antes eram observados como um único alvo", afirma Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian.

"Isso possibilita empreender novas frentes de consumo e abordar com precisão esses mercados, gerando melhores condições de crédito para o consumidor e movimentando a economia do Brasil".

Contingente

A classe média brasileira é formada por 108 milhões de pessoas, que gastaram R$ 1,17 trilhão no ano passado, de acordo com a pesquisa. Esse volume representa 58% do crédito no Brasil.

Ainda de acordo com o estudo, a classe média está mais concentrada no Sudeste (43%), seguida do Nordeste (26%), Sul (15%), Centro-Oeste (8%) e Norte (8%).

Segundo Renato Meirelles, presidente do Data Popular, a classe C deixou de ser um segmento de mercado e, para a maioria das categorias, se tornou o principal público consumidor.

A população alvo da pesquisa foi avaliada sob 400 variáveis, levando em conta informações geográficas, demográficas, creditícias e comportamentais. A classe média representa 54% da população do país e a previsão é que chegue a 58% em 2023, ou seja, 125 milhões de pessoas. Em 2003, o segmento representava 38% ou 176 milhões de pessoas.

Fonte: Valor ONLINE