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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

7 motivos pelos quais os investidores não conseguem superar o mercado



Todos os anos, a empresa de pesquisa norte-americana de pesquisa Dalbar publica seu relatório quantitativo de comportamento do investidor. Ele analisa as entradas e saídas de fundos mútuos para determinar os ganhos dos investidores e compará-los com seus benchmarks. Em 20 anos, o estudo mostrou que o S&P 500 marcou uma alta anual média de 9,2% enquanto o investidor de fundos de ações ganhou, em média, apenas 5% por ano.
O colunista do site MarketWatch George Sisti lista sete razões que explicam essa diferença de desempenho.
1 – Falta de qualificação
A Dalbar afirma que as tentativas de corrigir um mau comportamento de investimentos através da educação financeira falharam: "a crença de que os investidores vão tomar decisões prudentes se tiverem mais conhecimento está totalmente sem crédito".
Em outras palavras, os investidores são financeiramente iletrados e desavisados das consequências no longo-prazo que suas decisões tomadas na emoção trazem, afirma George Sisti.
2 – Negociar muito
Estudos de comportamento do investidor mostram que quanto mais se olha para o portfólio, mais negócios são feitos. E estes levantamentos também indicam que os investidores que fazem mais trades são os que têm os resultados mais fracos.
As corretoras gastam com propaganda para fazer com que o investidor movimente a carteira e gere lucro para a instituição. "Esqueça os estudos, você pode bater o mercado". Essa fantasia é a maior mentira do mercado, afirma o colunista.
3 – Não ter um plano
Investidores que têm um plano e objetivos bem definidos são menos influenciados por outras pessoas na hora de investir. Um bom planejamento requer entendimento do mercado de capitais, taxas, entre outros.
Muitas pessoas não têm tempo ou vontade de estudar e não sabem como criar um plano financeiro. Neste caso, não há problema em pedir ajuda, afirma o colunista. Mas antes de aceitar conselhos de um assessor financeiro profissional, é importante pedir um plano por escrito que inclua suas receitas, seus gastos, metas, tolerância a risco e horizonte de tempo.
4 – Acreditar em desempenho anterior
Investidores ouvem em todos os "disclaimers" que a performance passada não é garantia para retornos futuros. Infelizmente, a maior parte deles esquece esse aviso sob a ingênua suposição de que é possível achar os ganhadores de amanhã ao analisar a performance passada.
5 – Ter muita confiança
Muitos investidores expressam fortes opiniões sobre como o mercado de ações, uma ação específica ou a economia vai se sair no futuro próximo. O colunista cita um estudo que revelou que 70% dos investidores se julgavam com conhecimentos acima da média e superestimavam retornos passados de seus portfólios. O estudo concluiu que a maior parte dos investidores individuais são incompetentes e muito confiantes – uma combinação perigosa, para dizer o mínimo.
6 – Dissecar o portfólio
O portfólio é uma soma de várias partes. O conselho do colunista é não tentar microgerenciar a carteira ao analisar obsessivamente o desempenho recente de cada papel. Uma seleção de investimentos bem diversificada sempre terá papéis que recentemente se saíram pior do que as expectativas.
7 – Pensar só no curto prazo                 
Sisti cita mais uma conclusão do relatório da Dalbar: "Em nenhum momento o investidor comum permaneceu tempo o suficiente com uma aplicação para colher todos os benefícios". 
Este comportamento cria uma grande diferença entre os resultados dos pequenos investidores e o desempenho dos índices. "O que eles mais precisam é de conselhos prudentes sobre como ter retornos consistentes e duradouros e não um conselho especulativo sobre como superar o mercado", conclui Sisti.
Fonte: InfoMoney

terça-feira, 22 de julho de 2014

Sorria, você já foi marcado!



É fato que não temos mais privacidade com toda tecnologia. Mesmo contra sua vontade, seus amigos podem tirar uma foto sua ou até mesmo indicar sua presença em qualquer lugar fazendo o famoso "check in".
Tudo pode parecer muito normal hoje em dia, mas quando voltamos essa falta de privacidade para o trabalho temos que ficar atentos para um perigo eminente.
Em nome da segurança, muitas empresas (legalmente) já estão monitorando os conteúdos das mensagens de envio e recebimento dos seus usuários. Por causa disso, sempre oriento que conteúdos particulares sejam destinados para e-mails pessoais.
Mas essa linha divisória entre sua vida profissional e pessoal já não existe mais.
Recentemente, vimos casos de demissão de profissionais que não tiveram fora do trabalho uma conduta condizente com a que sua empresa pregava. Ou seja, o que você anda fazendo fora do horário de expediente pode te prejudicar na empresa.
O que me preocupa no excesso dessa exposição são os pré-julgamentos infundados. Somos pessoas com vários interesses diferentes que vão além do trabalho.
Nem sempre todos conseguem trabalhar em algo que se identificam 100%. Por isso, dedicar-se a um hobbie diferente é a válvula de escape para lidar com a pressão do trabalho no dia a dia.
Vou contar um caso que presenciei de perto. Um funcionário exemplar da linha de produção de uma multinacional da indústria automobilística também tinha gosto pela dança. Perfeitamente normal. Por trabalhar num ambiente fabril, preferiu não comentar sobre seu hobbie para colegas da empresa.
Acontece que o grupo de dança fez uma apresentação de sua coreografia num evento privado e uma foto foi tirada (por alguém desconhecido) desse funcionário dançando e foi espalhada de forma vexatória pelos murais da empresa.
Ele sofreu com as gozações dos colegas e acabou pedindo demissão da empresa que trabalhava há mais de 12 anos! Mais uma vítima da exposição virtual.
Já não é mais segredo que selecionadores analisam seu perfil nas redes sociais antes de convocar para a entrevista. Em minha opinião, não há nada de errado em dar uma olhada no perfil dos candidatos para conhecê-los um pouco melhor.
No entanto, tenho percebido que as redes sociais estão sendo utilizadas de forma questionável por alguns selecionadores de recursos humanos. Uma coisa é olhar perfil de alguém com intuito de conhecer melhor seus hábitos, outra coisa é julgar um profissional por seus hobbies e interesses.
E a má noticia não para por aí. Já tem empresa criando vagas para profissionais bisbilhotarem os conteúdos e pensamentos que seus colaboradores postam nas redes sociais.
Essa vigilância permanente nos levará a uma sociedade de profissionais falsos? Sou incapaz de responder essa pergunta, mas enquanto isso, se liga no que anda postando!
Fonte: UOL Notícia


Confira 33 profissões com mais (e menos) demanda no mercado



O ritmo da economia influencia diretamente no mercado de trabalho e, apesar de o cenário brasileiro não estar sendo o melhor dos últimos anos, a demanda de mão de obra de trabalho está alta.
Segundo um levantamento realizado pela empresa de recrutamento Page Personnel, de 33 profissões, somente 13 apresentaram queda na procura de profissionais. "As empresas estão procurando profissionais mais experientes e que possam suportar momentos mais turbulentos. Essa mudança no cenário causou uma procura mais intensa por pessoas com esse perfil", explica o gerente executivo da empresa, Ricardo Haag.
 Confira abaixo as profissões com mais e menos demandadas em nove áreas:
Área
Cargos em alta (5% a 15%)
Cargos em baixa (-5% a -15%)
Fonte: Page Personnel
Finanças
Analista de Tributos Diretos
Analista de Custos
Analista de Planejamento Financeiro
Analista Contábil
Analista de RI
Vendas
Executivos de Vendas em TI e Telecom
Vendedores/  Hunter
Engenheiro de Vendas
Marketing
Analista de Branding
Analista de Marketing
Analista de BI
Analista de Mídia Social
Analista de E- commerce
TI
Analista de Suporte
Coordenador de Infraestrutura
Analista de Infraestrutura
Desenvolvedor.net
Analista de Sistemas
RH
Analista de Remuneração Sênior
Analista de Departamento Pessoal Sênior
Business   Partner
Analista de RH Sênior
Analista de DP Júnior
Analista de T&D
Secretariado
Secretária de Diretoria
Office  Manager
Secretária de CEO
Engenharia
Engenheiro de Saúde, Segurança e Meio Ambiente
Engenheiro de Projetos
Propriedade e Construção
Engenheiro de Obras
Arquiteto de Compatibilização
Logística
Comprador
Analista de Planejamento e Demanda

Fonte: InfoMoney

IPCA-15 desacelera em julho, com alimentos e transporte, mas estoura meta em 12 meses



A prévia da inflação oficial no país desacelerou em julho para alta de 0,17 por cento, beneficiada pelos preços de transportes e alimentos, mas em 12 meses estourou o teto da meta do governo, reforçando as perspectivas de que haverá novo aperto monetário no próximo ano. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acumulou em julho alta de 6,51 por cento em 12 meses, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira, um pouco abaixo do esperado pelos especialistas.
Em junho, o indicador havia mostrado alta de 0,47 por cento, acumulando em 12 meses avanço de 6,41 por cento. A meta do governo é de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de 2 pontos percentuais para mais ou menos.
A última vez em que a inflação superou o teto da meta ao final do ano e que o Banco Central teve de publicar uma carta aberta foi em 2003, no primeiro ano do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando a alta do IPCA foi de 9,3 por cento. Em 6,51 por cento, no entanto, o BC ainda não teria de dar explicações porque adota a metodologia da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para eventualmente arredondar a segunda casa do IPCA após a vírgula.
Pesquisa da Reuters mostrou que, pela mediada dos economistas consultados, o IPCA-15 subiria 0,20 por cento na base mensal e 6,55 por cento em 12 meses.
"Por efeito sazonais, a inflação deveria estar ainda mais baixa. Vemos que o índice de difusão continua em patamar alto, apesar de ter recuado, e a trajetória para os preços é preocupante até o final do ano", avaliou a economista da CM Capital Markets Camila Abdelmalack, para quem o índice de difusão caiu de 66,5 por cento em junho para 62 por cento agora.
Para ela, a Selic termina este ano em 11 por cento, mas o ciclo de aperto monetário deve ser retomado no início de 2015, com o juro básico encerrando o próximo ano a 12 por cento.
ALIMENTOS E TRANSPORTES Os principais responsáveis pelo resultado de julho do IPCA-15 foram os grupos Transportes e Alimentação e bebidas. O primeiro, segundo o IBGE, recuou 0,85 por cento em julho, após alta de 0,50 por cento no mês anterior, com impacto negativo de 0,16 ponto percentual no índice do mês.
Já Alimentação registrou variação negativa de 0,03 por cento, sobre alta de 0,21 por cento em junho, com impacto negativo de 0,01 ponto percentual.
Na ponta oposta, o grupo Despesas pessoais mostrou inflação mensal de 1,74 por cento em julho, acima do 1,09 por cento visto no mês passado, tornando-se o principal impacto no indicador, de 0,19 ponto percentual. Para tentar segurar a inflação, o Banco Central elevou a Selic para o atual patamar de 11 por cento durante um ciclo de aperto monetário que durou um ano. A maioria dos agentes econômicos não espera que o BC mude a Selic neste ano, mas acredita que irá elevá-la novamente em 2015, como mostra a pesquisa Focus com economistas.
No mercado futuro de juros, as apostas de novas elevações da Selic também continuavam.
"No acumulado em 12 meses a inflação pode chegar perto de 7 por cento até novembro, mas enxergamos estabilidade da Selic este ano porque a atividade está fraca", disse o economista da Rosenberg & Associados Leonardo França Costa.
Inflação alta e crescimento baixo vêm abalando a confiança em geral no ano em que a presidente Dilma Rousseff busca a reeleição. A perspectiva para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no Focus foi reduzida nesta semana para abaixo de 1 por cento
Fonte: REUTERS

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Veja dicas para networking e faça teste para saber se tem bons contatos



Bons contatos ajudam a ampliar seu alcance e descobrir oportunidades profissionais e de negócios. No entanto, fazer o tal "networking" não é apenas conhecer gente e encher a lista de colegas, é preciso saber em que e quando cada um dos contatos pode ajudar --e, claro, fazer com que os potenciais parceiros saibam quem é você.
O UOL conversou com três especialistas e pediu dicas de como fazer contatos eficientemente. Confira mais abaixo as orientações e faça o teste para saber se sua rede é boa.

1. Defina quem é seu alvo

A regra basicamente é saber com quem falar. "É preciso definir qual é seu público-alvo. Uma dica é descrever quem é seu parceiro ideal e a partir daí atingir profissionais parecidos", diz Luiz Piovesana,  cofundador da rede social para empresários Empreendemia. 

2. Planeje suas conexões 

"Networking não é [feito] só ao acaso. Ele deve ser planejado para que se tenha conexões propositais. É preciso definir pessoas que possam ser interessantes para que a gente converse e dê sequência no contato", aponta a consultora de marketing digital Martha Gabriel. 
Antes de ir a qualquer evento em que haverá pessoas de seu interesse, pesquise quem vai estar lá e vá preparado para iniciar uma conversa, indica.

3. 'Networking' não se faz apenas no ambiente de trabalho

Muitos profissionais pensam que fazer contatos com possíveis parceiros de negócio é uma prática restrita ao ambiente de trabalho. Contatos proveitosos podem aparecer em um bar, durante um evento esportivo ou até mesmo em uma festa de casamento.
Não estrague o lazer por isso, mas guarde o nome da pessoa e faça um contato posterior.

4. Preste atenção no outro

"Fazer networking é mostrar interesse no outro. Se você ficar falando só de si mesmo, interessado em vender seu ponto de vista e se promover, a conexão não vai acontecer", alerta Martha Gabriel.

5. Use redes sociais, mas não seja um caçador de conexões

O profissional e sua empresa devem saber se comunicar pelas redes sociais. É possível aumentar seu networking assim? Para o professor da ESPM (Escola Superior de Publicidade e Marketing) Ricardo Haas Taraby, sim, desde que o empreendedor saiba valorizar a experiência.
"[Nas redes sociais], você consegue falar com muita gente a um custo competitivo." Os contatos podem ser feitos pelo Facebook ou pelo Linkedin, mas não adianta disparar convites para todo tipo de pessoa. Selecione as pessoas com quem pretende fazer contato sabendo o que elas podem lhe oferecer e deixando claro como você pode ajudá-las.

6. Frequente eventos e esteja onde seu alvo está

De quantos eventos você participou no último mês? De quantos você acha que deve participar? "Não adianta participar de eventos se parceiros ou clientes não estão lá, estar no Facebook se quem o interessa também não está lá", diz Piovesana.
Além de estar onde seu cliente está, frequente feiras, congressos e eventos em que você possa também encontrar parceiros e fornecedores.

7. Ligue as pessoas e torne-se um conector

Apresente seus amigos uns aos outros quando perceber que existem afinidades de experiências e negócios. Essa ponte criada entre conhecidos é uma das mais antigas formas de conectar pessoas e ainda é válida. Faça isso com eficiência e os outros farão o mesmo por você.

8. Controle o e-mail marketing

Enviar e-mails de marketing de sua empresa ou de seus serviços com uma mensagem padrão para uma base de contatos não é eficiente na hora de conquistar negócios e trabalhos, afirma Piovesana.
"É um esforço alto, mas que não tem o retorno esperado. A dica é segmentar ao máximo a comunicação dentro da sua rede e não falar a mesma coisa para pessoas que querem coisas diferentes."

9. Estabeleça uma rotina -- e tenha paciência

"'Newtworking' é um trabalho de formiguinha: de um em um. Do dia para a noite, você não vai gerar 300 parceiros. Tem empresário que não tem paciência", diz Piovesana.

10. Dose o contato

A dosagem da comunicação deve ser controlada, esse é o grande segredo. "Tem pessoas que adoram receber SMS a cada meia hora, outras não. O profissional deve desrespeitar a frequência tolerada pelo seu cliente, parceiro ou fornecedor", diz Taraby.
Fonte: InfoMoney

Analistas rebaixam para 0,97% previsão de crescimento da economia em 2014



Os analistas do mercado financeiro rebaixaram pela oitava semana consecutiva sua previsão de crescimento para a economia brasileira neste ano, de 1,05% para 0,97%, informou nesta segunda-feira o Banco Central.

No entanto, mantiveram a perspectiva de crescimento para 2015 em 1,50%, segundo o Boletim Focus, publicação semanal publicada pelo Banco Central com a opinião cerca de 100 analistas financeiros sobre o rumo da economia.

As projeções dos analistas diferem do crescimento do 2,5% que o governo espera para este ano, previsão mais alta do que a do Banco Central, que calcula uma taxa de expansão de 1,6% em 2014.

Por outro lado, os analistas reduziram a projeção de inflação neste ano de 6,48% para 6,44%, mas revisaram em alta a previsão para 2015, de 6,10% para 6,12%.

Segundo os analistas, a taxa básica de juros será mantida durante este ano em 11%, mas subirá para 12% até o final de 2015.

Fonte: UOL Economia