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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Gasto menor com educação desacelera IPC-S na 2ª quadrissemana do mês



O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou para 1,08% na terceira quadrissemana de fevereiro, de 1,27% na segunda quadrissemana do mês, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Altas menos intensas em itens como conta de luz, tarifa de ônibus e cursos, além da queda de preços das passagens aéreas, ajudaram a produzir uma taxa mais baixa.

Sete das oito classes de despesa que compõem o índice registraram variações menores de preços. A maior contribuição partiu do grupo educação, leitura e recreação, que saiu de alta de 1,46% para avanço de 0,58%, graças aos cursos formais, que saíram de 3,93% para 1,81%.

Habitação desacelerou de 1,38% para 1,11%, por causa, principalmente, da tarifa de eletricidade residencial (4,85% para 2,88%). Alimentação também teve taxa mais baixa (1,10% para 0,95%) com a descompressão das hortaliças e legumes (6,93% para 5,09%). Transportes teve ligeira desaceleração (2,56% para 2,46%) graças à tarifa de ônibus urbano (5,90% para 3,55%). Despesas diversas (1,58% para 1,43%) responderam a uma variação menor em cigarros (2,81% para 2,33%). Comunicação (0,36% para 0,32%) e vestuário (0,00% para -0,02%) também desaceleraram com pacotes de telefonia fixa e internet (0,28% para -0,05%) e calçados (0,42% para 0,23%), respectivamente.

Apenas o grupo saúde e cuidados pessoais registrou variação mais alta (0,33% para 0,37%) influenciado por artigos de higiene e cuidado pessoal, cuja taxa passou de -0,87% para -0,67%.

Pesos individuais

Individualmente, os itens que mais ajudaram a diminuir a inflação medida pelo IPC-S na terceira quadrissemana de fevereiro foram passagens aéreas (- 22,51%) e leite longa vida (-3,55%). Os itens que mais pressionaram o indicador foram gasolina (5,09%) e refeições em bares e restaurantes (1,32%). Tarifas de ônibus e energia elétrica, apesar da desaceleração, ainda foram algumas das principais influências de alta.

O IPC-S mede a inflação semana a semana em sete capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e Brasília.

Fonte: Valor ONLINE


Esforço do governo é insuficiente para atrair investimento



Os esforços do governo para resgatar a credibilidade dos agentes econômicos não serão suficientes para trazer de volta os investimentos necessários ao País. Foi o que disseram analistas do mercado financeiro paulista ao diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Luiz Awazu Pereira, durante a terceira e última reunião que a autoridade monetária fez na semana passada com profissionais na capital paulista.
Segundo contou ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, um dos participantes do encontro, este é um dos vários recados que o diretor deverá levar para Brasília e que, provavelmente, se fará presente no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de março. Os encontros têm como objetivo permitir ao BC colher as impressões dos analistas do mercado financeiro sobre a atividade, a inflação e a economia internacional, justamente para auxiliar o redator do RTI. De acordo com o que os participantes teriam dito ao diretor do BC, se havia inicialmente alguma expectativa de a economia, em 2016, mostrar algum sinal de revigoramento, agora ela cai por terra.
A despeito de a maioria ainda não apostar em uma nova queda do PIB no ano que vem, muitos relataram a Awazu o temor de que o recuo da economia esperado para 2015 respingue sobre 2016. "Não há nenhum esforço do governo para recuperar a credibilidade, não há nenhum sinal de que a confiança será retomada. A confiança dos empresários deve continuar baixa e deprimindo os investimentos", descreveu um dos participantes da reunião.
O economista contou ainda que, embora muitos analistas contemplem em seus cenários uma possibilidade grande de o País enfrentar um racionamento de energia, eles ainda não sabem quantificar o impacto de tal medida sobre a economia. "Os efeitos de um racionamento e da Operação Lava Jato são muito difíceis de mensurar. Por isso, ninguém está querendo cravar um número", relatou.
Os analistas demonstraram sintonia ainda em relação ao comportamento da inflação, que tende a ficar elevada neste ano e também no ano que vem. Segundo outro participante, as projeções entre os economistas na reunião para o IPCA de 2015 estão na faixa de 7% e 7,5%, "com viés de alta". Para 2016, as estimativas para a inflação estão entre 5,5% e 6%. "Ninguém acredita que o BC vá conseguir fazer a inflação convergir para o centro da meta, de 4,5%. A desaceleração dos preços livres pode não ajudar tanto assim, como o esperado. Além disso, a inércia inflacionária de 2015 para 2016 deve ficar bem elevada. E ainda tem os ajustes esperados para o câmbio", disse.
Ainda em relação ao câmbio, outro analista comentou que os participantes disseram à autoridade monetária que o dólar deve subir mais ante o real, na tentativa de ajudar a reduzir o déficit nas transações correntes. "O comportamento da conta corrente tem mostrado um pouco isso", afirmou.

Fonte: Estadão

Economistas voltam a piorar projeções para PIB e inflação em 2015 pela 8ª semana



Economistas de instituições financeiras voltaram a piorar suas projeções para o crescimento econômico e a inflação neste ano, mantendo o cenário para a política monetária ao final de 2015.
A pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira mostrou que a estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 piorou pela oitava semana seguida, a uma contração de 0,50 por cento, contra queda de 0,42 por cento no levantamento anterior.
A indústria é um grande peso sobre a atividade, mas a projeção de recuo na produção passou a 0,35 por cento, ante contração de 0,43 por cento antes.
Sobre 2016, a projeção para o PIB continua sendo de expansão de 1,50 por cento.
Em meio a riscos de racionamento de energia elétrica e de água, o Brasil não vem conseguindo imprimir uma recuperação sustentada da atividade diante do cenário confiança abalada e inflação alta.
Em relação à alta do IPCA neste ano, a pesquisa apontou a oitava piora seguida da projeção para 2015. Os economistas consultados agora projetam avanço de 7,33 por cento, contra 7,27 por cento anteriormente.
Os preços administrados devem ser os grandes vilões da inflação neste ano, com projeção no Focus de alta de 10,4 por cento, 0,4 ponto percentual a mais do que na semana anterior.
Para o final de 2016 a expectativa de avanço do IPCA permanece de 5,6 por cento, com alta de 5,5 por cento dos preços administrados, projeção também inalterada.
Com a inflação em níveis elevados, os especialistas mantiveram o cenário de que a Selic encerrará 2015 a 12,75 por cento. Eles projetam alta de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, atualmente em 12,25 por cento, na reunião de março do Comitê de Política Monetária (Copom).
Para 2016, a mediana das projeções continua apontando que a Selic encerrará a 11,50 por cento.
Já o Top-5 de médio prazo, com os economistas que mais acertam as projeções, mantém a expectativa de Selic a 13 por cento ao final deste ano, mas reduziu a perspectiva para 2016 a 11,38, contra 11,50 na pesquisa anterior.
Fonte: REUTERS

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Paixão e propósito andam juntos para uma empresa prosperar



Abrir uma empresa é um dos maiores desafios da vida, e apenas pessoas realmente determinadas são capazes de encontrar o caminho para o sucesso. Como a paixão é um dos motivadores eficazes, também é um dos indicadores mais fortes sobre se uma ideia levará ao lançamento de uma empresa próspera.
Quando você tiver uma ideia "ah-há!", preste atenção: talvez essa ideia ajude você a identificar uma lacuna no mercado, ou até mesmo a sacudir um setor. Mas o lançamento de uma nova empresa apenas para ganhar dinheiro provavelmente resultará em fracasso; se você não se importar profundamente com sua ideia, como conseguirá motivar outros a trabalharem com você ou a comprarem seu produto ou serviço?
Grandes ideias frequentemente são transferíveis. Se você tem uma ideia que pode funcionar em uma área pela qual você não tem paixão, em vez disso pense em formas como poderia aplicá-la em um setor que lhe atrai. Olhe para sua ideia por uma perspectiva diferente e você poderá se surpreender com os resultados.
Aqui está um exemplo do que quero dizer. Pessoalmente, eu nunca tive boa cabeça para finanças. Nos primórdios da Virgin, nós tivemos alguns relacionamentos realmente turbulentos com bancos. Alguns dos momentos mais difíceis da minha vida foram passados sentado descalço em conselhos diretores tediosos (isso foi durante meus tempos de hippie) discutindo o futuro da Virgin com gerentes de banco.
Compreensivelmente, as pessoas se surpreenderam quando decidi entrar no mundo das finanças com o lançamento da Virgin Money em 1995, mas nossa equipe viu uma ótima oportunidade de reformar o atendimento ao cliente no setor bancário. Apesar de não ser apaixonado por atividades bancárias, atendimento ao cliente é algo que me interessa. Na verdade, é o que move a Virgin.
Nossa equipe queria fazer uma verdadeira diferença em um campo maduro para rompimento, então ingressamos. Desde então nós temos trabalhado incansavelmente para transformar a empresa em um dos principais bancos do Reino Unido, esforçando-se para ser benéfico para todos.
Nossa meta nunca foi simplesmente lucrar: nós queríamos instilar nossa paixão pelo atendimento ao cliente em um setor que era conhecido por carecer disso. Nossa intenção também era reinventar o serviço bancário com nossa abordagem direta e o toque inimitável da Virgin.
Uma de nossas inovações foi o Virgin Money Lounge, baseado em nosso conceito de salas VIP de aeroporto, que foi o primeiro do gênero no setor bancário.
Após a crise financeira de 2008-2009, as pessoas começaram a pensar que os bancos tinham a responsabilidade de ajudar seus clientes a prosperarem, e em educá-los melhor sobre assuntos financeiros. Essa nova consciência mudou o setor: os bancos agora precisam apresentar resultados financeiros e sociais positivos, e respeitar um conjunto firme de valores.
Esse é o motivo fundamental para termos entrado no setor bancário. Nós apenas não tínhamos paixão por finanças; tínhamos paixão por torná-la acessível e compreensível. Nossos esforços deram fruto no final do ano passado, quando a Virgin Money passou a ser uma empresa de capital aberto.
A paixão também é importante porque você precisa inspirar seu pessoal quando você lança uma empresa, e precisa ajudá-los a acreditar em sua visão do futuro. Em outras palavras, você precisa ser um líder passional com um propósito. Líderes assim são fundamentais para o sucesso da Virgin.
Veja Jayne-Anne Gadhia, a presidente-executiva da Virgin Money. Ela está na Virgin Money desde o início, seguindo resolutamente seu lema: nunca desista. E ela não desistiu. Apesar de termos enfrentado vários reveses ao longo do caminho, a paixão dela pela empresa manteve sua mente clara e seu espírito animado.
Apesar de eu não acreditar que paixão possa ser ensinada, eu acho que ela é contagiosa –a de Jayne-Anne certamente é. Quando você acredita em algo, a força de suas convicções provocará o interesse de outras pessoas e as motivará a ajudá-lo a atingir suas metas. Isso é essencial para o sucesso.
Mike, meu conselho para você seria voltar àquele momento "ah-há!" e tentar entender o que motivou você a pensar naquela direção –a paixão por trás da sua ideia pode levar você ao setor ou atividade que realmente lhe interessa. E lembre-se, paixão é mais que uma atitude. É uma exigência para qualquer empreendedor ou líder empresarial.
Fonte: UOL Notícias

Aí vem a Páscoa, a melhor época para os negócios de chocolate



Enquanto grande parte da população brasileira desfrutava o período de férias e de Carnaval, muitos empreendedores e negócios estavam agitados para a Páscoa que representa para eles o seu Natal: estavam ocupados, pelo menos desde outubro do ano passado, com o desenvolvimento dos produtos, produção, vendas e distribuição.
De acordo com a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates) somos o terceiro maior produtor de chocolates do mundo, atingindo mais de 732 toneladas em 2012 e o Brasil desponta como um dos maiores consumidores de ovos de Páscoa do mundo, somente atrás dos EUA. Nosso consumo anual do chocolate sob todas as formas gira num patamar acima de 2,5 kg por brasileiro (as indicações variam até 3,5 kg).
Este quadro mudou muito após campanhas  de marketing para impulsionar o seu consumo, visto que até o início dos anos 70 este alimento era percebido negativamente -- "afetando o fígado", "um produto quente", "que engorda" --, considerado supérfluo e dispensável. Os produtores de cacau, num movimento articulado internacionalmente, promoveram campanhas institucionais nacionais para reverter esta imagem.
Desde a introdução do cacau no país em 1746 no Pará e no sul da Bahia, a indústria cacaueira floresceu muito, sobretudo no início do século passado. Em 1983 a produção tinha sido alavancada e atingiu-se na época 121 mil toneladas de produção. Éramos o maior exportador mundial, o segundo maior produtor em 1989, quando a entrada da doença vassoura da bruxa dizimou a produção no sul da Bahia.
Assim, hoje somos grandes consumidores de chocolate mas nos situamos mundialmente como quinto produtor de cacau. Desde o final dos anos 80 passamos a importar muito, e estamos no patamar de mais de 65 mil toneladas (dados de 2012, segundo a Organização Mundial do Cacau). Mas atualmente há cacauicultores brasileiros apostando em mais qualidade e espécies e variedades mais resistentes.
Em termos de balança comercial a indústria de chocolate, em toneladas ano, está a desfavor do Brasil, pois caímos nas exportações de 32 para 30 mil toneladas em 2013, e importamos 20 mil no mesmo ano (dados do MDCIC – SECEX apresentados pela Abicab). Houve decréscimo de 31%, e caímos em número de países atendidos (de 111 em 2012, para 106 em 2013).
No polo interno o mercado cresceu e o consumidor se sofisticou, principalmente no maior mercado que é o Sudeste. Há maior abertura para experimentação de novos sabores e misturas, para chocolates mais amargos e gourmets, para chocolates diet, marcas estrangeiras. Entretanto, a preferência pelo chocolate ao leite continua imbatível.
As marcas de chocolate produzidas no país continuam na liderança do mercado, sendo o maior canal de compra os supermercados (76% das vendas). As caixas com variedades de sabores continuam campeãs. As mulheres lideram o consumo com 56%.
Contudo os jovens, e pessoas de classes mais afluentes consomem mais produtos premium e gourmet, mais chocolates escuros e conhecem mais os produtos estrangeiros e associam o chocolate premium à qualidade dos ingredientes e à marca.
A primeira fábrica de chocolates artesanais - Neugebauer Irmãos & Gerhardt - foi fundada em Porto Alegre. Existe desde 1891 e é hoje um grande polo produtor de chocolates artesanais na Serra Gaúcha. Desde esta época o mercado mostra enorme concentração de produção industrial.
Na Páscoa de 2014 três empresas detiveram 76% do mercado: Mondelez com 32,7% (graças à força da Lacta fundada em 1912), Garoto com 22,5% e Nestlé com 21,1% (apesar de dona da Garoto os resultados são desmembrados pois devem ser consideradas empresas distintas). 
No que se refere a chocolates considerados premium desponta a brasileira CacauShow, que desponta como uma das marcas mais reconhecidas pelos consumidores, e apesar de ter apenas 25 anos, é dona da maior cadeia de lojas de chocolate do mundo (mais de 1600 lojas). Cadeia que cresce graças ao modelo de franquias.
Outras marcas de chocolates, incluindo os fabricados artesanalmente também oferecem franquias. A Abicab, numa pesquisa recente em 764 municípios acima de 20 mil habitantes, localizou 3.254 lojas de chocolate premium. Destas 76% são franquias e as restantes 24% são independentes ou licenciadas.
Estão concentradas no Sudeste do país. Só em São Paulo eram 1259; 372 no Rio de Janeiro, Minas Gerais com 276, Rio Grande do Sul com 257 e 220 no Paraná.
Apesar do cenário econômico pouco promissor, parece que o setor de chocolates ainda oferece espaços para empreendedores, sobretudo no varejo, e nas franquias. Mas, há como se lançar independentemente, procurando manufaturar novas receitas e produtos, aproveitando o crescimento do interesse pelos chocolates premium e gourmet, chocolates de origem controlada, diet e outros.
Fonte: UOL Notícias

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

No Carnaval, preço de referência da gasolina sobe pela 2ª vez em 3 semanas



Bem no meio do Carnaval, na segunda-feira (16), o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) reajustou o preço de referência dos combustíveis (gasolina, álcool e óleo diesel). O valor, que é usado para definição de impostos e menor que o cobrado nos postos, subiu em 14 Estados e no Distrito Federal.
Esta é a segunda vez em três semanas que o órgão do Ministério da Fazenda atualiza os preços de referências dos combustíveis.
O último reajuste havia sido publicado no dia 23 de janeiro, quatro dias após o governo anunciar o aumento do Pis/Cofins e a retomada da Cide, ambos encargos que recaem sobre combustíveis.
O Confaz não esclareceu por que subiu o preço de referência duas vezes num intervalo curto de tempo.
Esses preços são bem mais baixos que os cobrados do consumidor na bomba de gasolina. Servem de base para o recolhimento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) feito pelas refinarias. Por serem base do imposto, influenciam o preço final para o consumidor. O nome oficial é Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF).
Com a atualização, que foi publicada no "Diário Oficial" da União no último dia 10, o Estado de São Paulo deixou de ter a gasolina mais barata do Brasil. O preço de referência do litro passou de R$ 2,905 para R$ 3,0351. O etanol paulista passou de R$ 1,914 para R$ 2,0123, mas continua sendo o mais em conta do país.
Agora, o valor de referência mais baixo para a gasolina é o de Pernambuco, que manteve o valor de R$ 2,913. Quanto ao óleo diesel, o Estado com menor valor de referência é o do Ceará, que manteve o preço de R$ 2,50.
O Estado onde a tabela mostra os preços mais altos é o Acre. O litro da gasolina agora tem preço de referência de R$ 3,745. O etanol custa R$ 3,0105 e o diesel, R$ 3,319.
Fonte: UOL Notícias