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A CDL tem por finalidade promover a aproximação dos associados, de modo a estimular o companheirismo e a ética profissional, amparar, defender e orientar os interesses dos associados.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Preços para baixa renda sobem em maio, aponta FGV




Os preços para a baixa renda, mensurados pelo IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1), aceleraram 0,78% em maio, ante variação de 0,59% em abril.

No ano, o indicador acumula alta de 3,07% e, nos últimos 12 meses, de 5,07%, segundo os dados divulgados nesta terça-feira (12) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Em maio, o indicador ficou acima do IPC-BR (que mede os preços gerais no país) e registrou variação de 0,52%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 5,06%, nível levemente abaixo do registrado pelo IPC-C1.

Segundo a fundação, quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram alta em suas taxas: habitação (0,41% para 0,83%), alimentação (0,44% para 0,79%), vestuário (0,37% para 1,01%) e despesas diversas (4,06% para 4,46%).

Os itens que mais subiram nestes subgrupos foram a taxa de água e esgoto residencial (0,00% para 3,13%), hortaliças e legumes (-0,15% para 6,42%), roupas (0,52% para 1,18%) e serviço religioso funerário (0,13% para 1,39%).

Em desaceleração ficaram os grupos saúde e cuidados pessoais (1,34% para 0,80%), comunicação (0,13% para -0,33%), transportes (0,07% para -0,01%) e educação, leitura e recreação (0,33% para 0,29%).

As principais influências foram registradas nos medicamentos em geral (2,01% para 1,42%), tarifa de telefone residencial (0,20% para -0,77%), gasolina (0,02% para -0,34%) e hotel (3,25% para 0,32%)

O indicador mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos. A pesquisa é feita mensalmente nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Salvador.

Fonte: Folha.com

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Dia dos Namorados: lojistas acreditam que vendas devem crescer 4,5%




Na véspera do Dia dos Namorados, os lojistas de todo País acreditam que as vendas devem crescer 4,5%, na comparação com o mesmo período do ano passado. É o que revela um levantamento divulgado pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) nesta segunda-feira (11).

A data está entre as quatro mais importantes para o setor, pois movimenta diversos segmentos da economia, com destaque para as vendas de vestuários, calçados, perfumaria e cosméticos, flores e bijuterias.

Cenário otimista
A previsão otimista, segundo o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, pode ser explicada pelo estímulo de políticas econômicas, que combinam afrouxamento monetário com desonerações de tributos ao consumo. “Ainda que a atividade econômica esteja abaixo que gostaríamos, há um otimismo grande por parte do varejo para o movimento nas lojas”, disse.

Ele acrescenta ainda que somado a isso estão a extensão do prazo para financiamento da casa própria, de 30 para 35 anos, além de mais uma redução dos juros nas linhas de crédito para esses consumidores, deverão impulsionar melhores resultados do varejo já a partir dos próximos meses.

“Essa foi uma ótima notícia, uma vez que com maior prazo e prestações mais baratas os compradores terão uma folga orçamentária que lhes permitirá gastar mais em compras em geral”, avaliou.

Fonte: InfoMoney

Número de usuários ativos na internet cresce 14% em um ano




O número de usuários ativos da internet brasileira, tanto no trabalho quanto em residências, cresceu 14% em abril deste ano, na comparação com o mesmo mês de 2011, atingindo 48,9 milhões. De acordo com dados divulgados pelo Ibope Nielsen Online nesta segunda-feira (11), em relação a março deste ano, houve queda de 1,7%.

Já o acesso à internet no trabalho e em casa atingiu o número de 66,04 milhões de pessoas. Quanto ao tempo de navegação dos usuários de internet no Brasil em abril, ele foi de 60 horas e 17 minutos, queda de 5,9% sobre março.

Considerando o total de brasileiros com acesso à internet de qualquer ambiente, incluindo escolas, lan houses e outros locais, no primeiro trimestre de 2012, foram registrados 82,4 milhões de usuários.

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Os dados também mostram que, na comparação com o mês anterior, houve em abril crescimento proporcional da audiência dos sites de hotéis (3,2%), gastronomia (5,5%), eventos (14,2%) e das multicategorias notícias de finanças (4,3%) e estilos de vida (8,2%).

No caso dos sites de hotéis, na comparação anual houve alta de 198%, puxada pelos sites que oferecem descontos em serviços de hotéis no estilo compras coletivas.

Fonte: InfoMoney

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Brasil tem mais de 2,5 milhões de empreendedores individuais formalizados




A meta do governo de formalizar 2,5 milhões de empreendedores individuais foi alcançada antes do tempo previsto, que era até final de 2012. Segundo o Sebrae, a meta foi atingida no começo desde mês.

Até 2014, o Sebrae acredita que o número de pessoas que irão aderir ao programa será de quatro milhões.

O objetivo do Empreendedor Individual é formalizar empreendedores com faturamento anual de até R$ 60 mil, sem sócios e com apenas um funcionário. A grande vantagem da adesão está no custo-benefício do programa: pagando pequenos valores fixos mensais, o empresário tem acesso à Previdência Social, que garante alguns benefícios, como a licença-maternidade, o seguro contra acidentes de trabalho, pensão por morte e o auxílio-reclusão.

Benefícios
Ao completar um ano de contribuição, os empreendedores individuais poderão ainda obter auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. Após 180 meses contribuindo, têm direito até para a aposentadoria por idade. Já as mulheres, após dez meses de contribuição, ganharão direito à licença-maternidade.

O Empreendedor Individual paga uma taxa fixa mensal de 5% sobre o valor do salário mínimo de contribuição previdenciária (R$ 27,25) mais R$ 1 de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), se for do comércio ou da indústria, ou mais R$ 5 de ISS (Imposto sobre Serviços), caso seja prestador de serviço.

Fonte: InfoMoney

Teve o nome incluído em um cadastro de inadimplência? Veja como sair da situação




Ter o nome incluído indevidamente em cadastros de inadimplência, de acordo com informações de órgãos de defesa do consumidor, é um dos principais motivos de queixas dos brasileiros e, ao contrário do que muitos pensam, é mais comum do que se imagina.

Na maior parte das vezes, o consumidor fica ciente do equívoco no momento da compra. Situação que, além do constrangimento, pode resultar em eventual ressarcimento por dano moral, segundo explica o advogado do escritório Mesquita, Pereira, Marcelino, Almeida, Esteves Advogados, Bruno Zanim.

Em grandes varejistas, geralmente, o funcionário da loja já informa qual empresa está acusando o consumidor de não honrar os débitos. Quando isso não acontece, para saber quem fez o cadastro, deve-se procurar a Serasa.

Exclusão
Para realizar a exclusão da lista, a primeira providência é tentar uma solução amigável da questão, procurando o credor e explicando a situação. Outra alternativa, diz Zanim, é encaminhar uma notificação extrajudicial, expondo que não contraiu a dívida, solicitando o cancelamento da inserção e o envio de cópia da documentação que a motivou. É possível fazer isto por meio de um telegrama, com aviso de recebimento, nos Correios.

Nos dois casos, o consumidor deve dar um prazo para a empresa e, após esse período, retornar à Serasa para verificar se exclusão foi realizada.

Justiça
Se, mesmo agindo de forma cordial, não houver acordo, a alternativa ao consumidor é ingressarcom uma ação na Justiça Comum ou no Juizado Especial Cível, a fim de pedir a exclusão de seu nome deste tipo de cadastro, além de ressarcimento por eventuais prejuízos materiais, bem como reparação por danos morais.

No processo, o consumidor deve juntar prova da inscrição indevida e dos prejuízos, lembrando que o pedido de indenização por dano material deve ser comprovado por meio de documentos e/ou testemunhas.

Fonte: InfoMoney

Brasileiros estão mais felizes e produtivos no trabalho, aponta estudo




No Brasil, os profissionais estão encontrando formas melhores de equilibrar a vida pessoal e o trabalho e estão mais felizes com o emprego do que em anos anteriores. 81% dos brasileiros declararam que gostam do que fazem e 83% acreditam que alcançaram mais resultados no ano passado em relação a 2010, segundo um estudo global da Regus.

A pesquisa foi feita com com 16 mil profissionais em mais de 80 países.

Na comparação com outros países, o Brasil teve alguns dos números mais positivos e foi o que mais avançou no índice de equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, saltando 45 pontos --para 151-- de 2010 para 2011. O Brasil perde apenas para o México, que tem 153 pontos. A média global é 124.

Mais de 70% dos brasileiros dizem ter acumulado funções durante o último ano, caracterizado pelo ambiente de negócios instável por causa da crise financeira. Mais da metade também diz ter passado mais tempo trabalhando em 2011 do que em 2010.

No entanto, o número de brasileiros que considera que passou mais tempo longe da família na comparação entre os dois períodos é um dos menores do mundo, cerca de 15%, e metade dos profissionais se diz satisfeita com o tempo que tem para ficar em casa e cuidar de assuntos pessoais.

Isso pode ser explicado pela maior atenção que as empresas estão dedicando a práticas de flexibilidade: 59% dos brasileiros dizem que as companhias onde atuam estão se esforçando mais para diminuir o tempo gasto no percurso entre a casa e trabalho, o maior índice entre todos os países pesquisados.

Fonte: Folha.com