A Confederação
Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou para cima sua
projeção de crescimento de vendas do comércio varejista em 2013, de 3,8% para
4,2% - sendo que, em 2012, o faturamento do comércio avançou 8,4%. A revisão
foi influenciada pela pesquisa Intenção de Consumo das Famílias (ICF) de
setembro, divulgada nessa quarta-feira pela entidade. Segundo a análise, o
indicador mostrou melhora, com alta de 2,3% este mês em relação ao mês
anterior. Em agosto, o índice caiu 1,3% ante julho.
Segundo a entidade, a leve melhora em relação a agosto foi beneficiada por base de comparação fraca, referente a agosto; estímulos do governo; e alívio pontual de inflação, em setembro. Todos os sete tópicos usados para cálculo do ICF apresentaram alta em setembro, em relação a agosto. Isso não acontecia desde dezembro de 2012, frisou a CNC. É o caso dos aumentos nas variações dos sub-indicadores de emprego atual (0,2%); perspectiva profissional (1,3%); renda atual (3,6%); compra a prazo (0,6%); nível de consumo atual (2,7%); perspectiva de consumo (2,6%); e momento para duráveis (5,4%).
No caso do sub-indicador de momento para duráveis, a confederação informou que a variação positiva em setembro ante agosto foi beneficiada pelo programa "Minha casa melhor" - crédito especial para quem adquiriu sua casa ou apartamento pelo Programa Minha Casa Minha Vida, de até R$ 5 mil para comprar móveis e eletrodomésticos e pagamento em até 48 vezes. Isso, na prática, elevou compras de duráveis, como automóveis e geladeiras.
O ICF, no entanto, não apresentou variações positivas em todas as comparações. Em relação a setembro do ano passado, caiu 7%. Na análise da CNC, o menor otimismo em relação ao emprego e a renda, além de manutenção de juros mais elevados para aquisição de crédito mantiveram intenção de consumo em patamar inferior ao do ano passado.
Ainda segundo a CNC, mesmo com a elevação de setembro ante agosto, o indicador, com 126,2 pontos, ainda se mostra no terceiro pior nível da série histórica, iniciada em 2010.
Para a entidade, apesar do desemprego se manter em um nível baixo, o menor crescimento da massa salarial e uma recuperação mais lenta da atividade esse ano, em relação ao cenário observado no ano passado, estão comprometendo o nível de confiança em relação a emprego e renda - o que, na prática, afeta a intenção de consumo.
Mas, caso haja melhora nas condições econômicas até o final do ano, isso pode se refletir positivamente na confiança em relação ao mercado de trabalho, o que favoreceria a evolução do ICF, que poderia avançar, na comparação com iguais períodos do ano anterior.
Segundo a entidade, a leve melhora em relação a agosto foi beneficiada por base de comparação fraca, referente a agosto; estímulos do governo; e alívio pontual de inflação, em setembro. Todos os sete tópicos usados para cálculo do ICF apresentaram alta em setembro, em relação a agosto. Isso não acontecia desde dezembro de 2012, frisou a CNC. É o caso dos aumentos nas variações dos sub-indicadores de emprego atual (0,2%); perspectiva profissional (1,3%); renda atual (3,6%); compra a prazo (0,6%); nível de consumo atual (2,7%); perspectiva de consumo (2,6%); e momento para duráveis (5,4%).
No caso do sub-indicador de momento para duráveis, a confederação informou que a variação positiva em setembro ante agosto foi beneficiada pelo programa "Minha casa melhor" - crédito especial para quem adquiriu sua casa ou apartamento pelo Programa Minha Casa Minha Vida, de até R$ 5 mil para comprar móveis e eletrodomésticos e pagamento em até 48 vezes. Isso, na prática, elevou compras de duráveis, como automóveis e geladeiras.
O ICF, no entanto, não apresentou variações positivas em todas as comparações. Em relação a setembro do ano passado, caiu 7%. Na análise da CNC, o menor otimismo em relação ao emprego e a renda, além de manutenção de juros mais elevados para aquisição de crédito mantiveram intenção de consumo em patamar inferior ao do ano passado.
Ainda segundo a CNC, mesmo com a elevação de setembro ante agosto, o indicador, com 126,2 pontos, ainda se mostra no terceiro pior nível da série histórica, iniciada em 2010.
Para a entidade, apesar do desemprego se manter em um nível baixo, o menor crescimento da massa salarial e uma recuperação mais lenta da atividade esse ano, em relação ao cenário observado no ano passado, estão comprometendo o nível de confiança em relação a emprego e renda - o que, na prática, afeta a intenção de consumo.
Mas, caso haja melhora nas condições econômicas até o final do ano, isso pode se refletir positivamente na confiança em relação ao mercado de trabalho, o que favoreceria a evolução do ICF, que poderia avançar, na comparação com iguais períodos do ano anterior.
Fonte:
Valor ONLINE
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